[SERIES] THE GOODWIN GAMES : 1×01 – “Pilot”

The Goodwin Games - Cabeçalho de Post

Get’cha head in the game!

Um dos seriados que tinha maior curiosidade de ver desde 2012 era “The Goodwin Games”. Não me entendam mal: A sinopse e promo entregavam que o seriado não nenhum marco e a história passaria longe de ser relevante, mas a criatividade da premissa me interessou de cara. O show começa quando Benjamin, o pai dos Goodwin, falece logo após encerrar a gravação de uma série de fitas (Aliás, por que fitas? Cadê a tecnologia na bagaça?) que mudarão as vidas de seus três filhos: O médico ambicioso e egocêntrico Henry, a modelo e atriz fútil Chloe e o ex-presidiário irresponsável Jimmy.

No enterro do pai, eles recebem um cartão de um “monge de laranja” escrito para comparecem no dia seguinte em determinado endereço para divisão de herança. Até aí, eles acreditam que o pai deve ter levantado uma quantia rasa para dividir entre o trio e vão ao encontro despreparados para a notícia que, na realidade, a herança do pai está estimada em 23 milhões de dólares. E mais: Somente um deles levará a bolada. Como? A partir de “missões e jogos” sugeridos pelo patriarca nas fitas gravadas, estas exibidas pela advogada do falecido. Lógico que o trio topa pagar o preço exigido para botar a mão na grana. De cara, o desafio é leve: Os Goodwin terão que jogar uma partida de tabuleiro de perguntas e respostas sobre… os Goodwin! A única especificação é que terão que jogá-la até o final. Quem nunca jogou um jogo de conhecimentos até o final? OS GOODWIN! E como previsto, eles brigam na metade do jogo e não chegam ao fim da partida, sobrando somente Chloe e o coadjuvante mais tosco da história dos seriados que ninguém sabe como foi parar na “competição”.

Ao comparecerem no dia seguinte ao escritório da advogada, Chloe avisa que venceu e a próxima fita de Benjamin diz que se eles não chegaram ao fim do jogo, ninguém venceu já que o intuito era uni-los após a partida do patriarca. Enquanto ele anuncia isso, Chloe se liga na mão do pai e percebe que o mesmo está se comunicando com ela por código Morse, indicando que algo a espera no sótão da casa dele. Logo que chegam em casa, Henry e Jimmy estão prontos para desistir da besteira que o pai propôs e retomar suas vidas quando Chloe toca uma “concha-berrante” após ler a mensagem de apoio que o pai lhe escreveu no andar de cima da casa. Ela pede para que os irmãos fiquem, não desistam da competição e joguem uma vez mais o jogo, desta vez até o final. Aí o trio vai para um bar e consegue finalmente finalizar uma partida de tabuleiro juntos. Não mais que do nada, surge o “monge de laranja” de novo e lhes entrega um novo cartão, escrito que uma foto durará mais o momento que acabaram de dividir. Por coincidência do roteiro/destino, uma cabine fotográfica tá bem na frente deles, OLHA SÓ! Eles correm pra dentro e um novo vídeo do pai aparece, dizendo que se quiserem continuar na disputa, a próxima fase do jogo exige que o trio volte a morar junto na casa em que cresceram, finalizando assim o episódio piloto.

SALDO FINAL: O episódio, apesar de simples e se ater a uma linha de edição bacana (Própria da FOX, aliás), tem poucas chances de causar riso ou ser comparado a prata da casa, “New Girl”. Espera-se que uma comédia seja engraçada, certo? Pois bem: Neste piloto, “The Goodwin Games” mostrou desatenção total a principal regra do manual de instruções. Quem ganha e quem perde? Só quem joga decide (Neste caso, a audiência ativa norte-americana).

Confira abaixo a promo do segundo episódio de “The Goodwin Games”:

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