[SERIES] MADAM SECRETARY :: Primeiras Impressões

A CBS acaba de recrutar uma nova Secretária de Estado para o Presidente.

Não sei vocês, mas sou o tipo de cara que faz uma lista de séries que os trailers chamaram atenção e tento acompanhar elas logo que lançadas. A quantidade de decepções (“Hostages”, “The Goodwin Games”, “The Finder”, etc) e de alegrias (“The Crazy Ones” e a excelente “Go On”) diminuem conforme os canais cancelam seriados que não renderem boa audiência na temporada norte-americana. Como citei, minha lista de shows pra dar uma chance contabilizam 19 estreias (Se não me ganhar no piloto, AQUELE ABRAÇO!). Dos exibidos até agora, vi “Red Band Society” e achei a pegada meio “Clube dos Cinco” moderno mas sensacional, vou dar uma chance (Aí que mora o perigo). Diferente de “Madam Secretary”, o qual COM CERTEZA vou acompanhar!

A série começa quando a professora de História, Elizabeth McCord (Interpretada por Téa Leoni), recebe um convite do próprio Presidente dos EUA (Keith Carradine) para ocupar o cargo de Secretária do Estado após o avião da até então Secretária desaparecer a caminho da Venezuela. Como não deixaria de ser, ela aceita o cargo e todas as incumbências que ele exige. Para quem não sabe o que um Secretário de Estado faz, uma visão geral da função é que a pessoa no cargo serve como conselheiro oficial do Presidente em tomadas de decisões importantes.

Como nem tudo são flores e os bastidores da política não é dos mais limpos (Aquele abraço, “Scandal”!), McCord percebe, após dois meses no cargo, a existência do tipo de uma conspiração para eliminar funcionários do governo norte-americano e que talvez tenha caído de cabeça na maior cilada de sua vida. Entretanto, isso não é o suficiente para a Secretária tremer na base (Ela sobreviveu a dois adolescentes, mais nada a espanta): O perfil da protagonista assemelha-se aos de Olivia Pope (“Scandal”) e Alicia Florrick (“The Good Wife”): Mulher forte e independente que assume cargo de destaque e faz só Deus sabe o que pra garantir a noite de sono e o leite das crianças. Diferente das outras protagonistas, McCord tem ainda na bagagem o diferencial de ser ex-espiã da CIA, fato que a qualifica mais ainda para o trabalho.

Não sei se a semana tratará de um caso diferente, mas o perrengue que a Secretária teve que passar logo na estréia da série foi resgatar dois moleques norte-americanos reféns na Síria (Um rolê tranquilo). De início, o Presidente ouve seu segundo conselheiro (Que será a pedra no sapato de McCord e, se a série acabar na primeira temporada, provavelmente o mandante dos atentados a funcionários da Casa Branca #Gladiators #DiegoPope) e decide não dar vazão ao pedido de resgate dos adolescentes. Mais adiante, após a Secretária ligar para a primeira-dama (HAHAHAHA! Manda no mundo mas não manda em casa!), o Presidente ouve o planejamento de Elizabeth e decidem colocá-lo em ação. Agora, se dá certo ou não, só vendo o episódio piloto! Porém, a saída achada pela protagonista para tirar a atenção dos jornalistas do caso é tão “triste” quão hilária, retratando como a cultura de entretenimento norte-americano se vende por pouco! Foi uma sacada inteligente e encaixou certinho ao roteiro.

O saldo final de “Madam Secretary” foi positivo para a audiência norte-americana (14.2 milhões de televisores sintonizados na CBS) e para este que vos escreve e torce, sinceramente, para que a série mantenha o alto nível conferido em seu episódio piloto. Confira abaixo a promo do primeiro episódio:

E aí, o que você achou?

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