[MUSICA] Grammy 2017 :: Altos e baixos

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A maior festa da música aconteceu este domingo (13) e veio abastecida da elite POP que movimento o cenário musical a cerca de uma década. Começo essa matéria garantindo que não sou o maior entendedor musical que você encontrará por aí, mas ainda assim quero imprimir minha opinião sobre o que assisti na premiação de 2017 e arriscar o que (acredito) será lembrado nos recaps de edições futuras. LÉSGOU!

TWENTY ONE PILOTS

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ALTO: Indicados pela primeira vez, o duo abocanhou 2 prêmios e subiu ao palco para receber o  troféu de “Melhor Duo ou Grupo” sem as calças!  Além de terem um som animal, com certeza entraram pra história da premiação pela atitude e pelo discurso, no qual afirmaram que a calça no chão funcionava como uma espécie de “pagamento de promessa” feita no ano anterior, quando assistiam ao Grammy em casa e falaram que se ganhassem esse prêmio alguma vez, receberiam exatamente como naquela noite: de cueca. No mínimo, inusitado.

DAVID BOWIE

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ALTO: Desmerecer o álbum “Black Star” é um crime que a premiação não era nem doida de fazer; o reconhecimento veio e coroou (mais ainda) Bowie com 4 gramofones póstumos.

BAIXO: As premiações tem o péssimo hábito de valorizar muitos artistas só depois que eles morrem. A grande válvula pra alguém ser feliz é reconhecimento e, entregar esse tipo de valorização depois acrescenta O QUE pra aquele(a) nego(a)? São muitos os casos de artistas sabatinados durante os últimos atos de sua carreira (Amy Winehouse, Whitney Houston, George Michael, Prince, Michael Jackson, etc) que, depois de bater as botas, viram heróis instantâneos. Torço por uma mudança de mentalidade.

BRUNO MARS

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ALTO: Que presença de palco esse cara tem! Ao performar o novo single “That’s What I Like”, ele mostrou que tava lá pra (se) divertir enquanto exibia um alcance vocal com o selo Mars de qualidade. Não satisfeito, ele voltou aos holofotes da premiação para tocar o melhor tributo ao Prince que eu assisti desde a morte do performer. E fica aqui um pedido de quem gostou muito de seu último álbum, “24K Magic”: espero “Versace On The Floor” como single (pra ontem)!

KATY PERRY

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ALTO: Loira, a doceira do universo POP chegou militante ao apresentar oficialmente o single “Chained To The Rythm”, carro chefe de seu novo álbum (ainda sem título definido). Com uma apresentação que fez clara alusão ao muro que presidente Trump pretende criar na fronteira com o México, a canção veio como crítica ao momento político atual e, apesar de interessante, parece ter saído da campanha política que a cantora fez para a então candidata Hilary Clinton. De qualquer forma, confesso que buguei quando percebi que os o muro “crescendo e caindo” não era eletrônico, mas movimentado por bailarinos. Foi animal!

KEITH URBAN E CARRIE UNDERWOOD

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BAIXO: Ao lançar o inexpressível dueto “The Fighter”, Keith atribuiu Carrie a função de quase “segunda voz” quando ela, que é dona da porra toda, nem deveria ter topado entrar numa furada dessas… Tinha tudo pra ser um dueto tão bom quanto “Remind Me” (com o top Brad Paisley) se ela não parecesse “escada” pra ele, que não aproveitou a oportunidade em momento algum. É um daqueles lançamentos com cara de flop, amigos.

TRIBUTO AOS BEE GEES

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ALTO: Ao misturar cantores POP e Country, o pout-pourri arriscado deu muito certo! Iniciado por Demi Lovato, a homenagem percorreu os principais sucessos do trio de outrora enquanto animava a platéia instantaneamente (afinal, quem não gosta da trilha dos “Embalos de Sábado a Noite”?).

BAIXO: Apesar de uma versão excelente pra “How Deep Is Your Love”, o quarteto Little Big Town pareceu destoar do outros performers solos. Que eles são competentes, todo mundo sabe mas… a inclusão deles foi necessária mesmo? Poderiam perfeitamente ter acrescentado a Beyoncé pra cantar “Emotions”, sucesso dos caras que ela gravou em seus tempos de Destiny’s Child.

CHANCE THE RAPPER

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ALTO: Confesso que não conhecia o cara (hip hop não é meu forte), mas entendi que ele foi consagrado nesse segmento da premiação e com certeza, endosso a mensagem que ele passou durante sua apresentação musical. De novo referenciando o muro de Trump, as pessoas das mais distintas etnias e naturalidades que atravessaram o muro destruído nessa apresentação respondem pelo marco que essa apresentação já é para a história do Grammy.

THE WEEKND

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BAIXO: Como que alguém, com o Daft Punk no palco, tem a capacidade de estragar uma apresentação? O Seleno. De cima do iceberg do Titanic, o The Weeknd apresentou um número chato e sem ritmo que passou completamente despercebido diante dos outros apresentados naquela noite. Poderia, definitivamente, ter sido melhor…

LADY GAGA

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ALTO: E num é que ela manda bem no metal também? Até agora, 2017 foi dela.

BAIXO: Porra, o microfone do James não funcionar foi o golpe do Grammy…! Nem sei quanto tempo faz que o Metallica não pisa no palco da premiação e, quando pisa, o microfone do cara tá desligado?? Foi um tremendo vacilo, ele ficou desconcertado na hora e aquela bica que ele deu no final da apresentação foi por toda audiência que também ficou puta com E pelo cara!

BEYONCÉ

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ALTO: Indiscutivelmente, foi a apresentação da noite. Uma das artistas mais competentes da nossa geração, a mãe da Blu Ivy recriou uma Santa Ceia feminina, tombou a cadeira em cima da mesa (se aquela cadeira cai, o mundo pára), se misturou diversas vezes ao telão enquanto vestia uma fantasia “meio Iemanjá com ouro” (honestamente, eu não entendi); se locomoveu no palco com a propriedade e habitual e provou que não precisa pular igual uma desvairada pra chamar a atenção da audiência. Apesar de levar só 2 dois 5 prêmios que concorreu, Beyoncé foi lembrada até nos agradecimentos dos prêmios em que perdeu! de qualquer forma, o álbum “Lemonade” recebeu destaque mas não foi ovacionado como a massa arriscou que seria. Li hoje que a Academia foi acusada de racismo por não premiar a arte da mulher de Jay-Z: Gente, qual é? Não sei se o preconceito racial rolou mesmo, mas o álbum e artista que tirou os gramofones da mão de Beyoncé foi o fenômeno Adele! Ambas são fodas e merecem (até aqui) a visibilidade e reconhecimento por público e crítica que receberam com o passar dos anos. Não sei se o caminho é levantar a bandeira do racismo sempre que um artista, por coincidência negro, não receber o mérito que as pessoas esperam. Eu, por exemplo, torci para as duas na maioria das categorias mas gostei mais do “25”, consciente da obra de arte que a limonada da Beyoncé foi. Questão de gosto; e, em 2017, a Academia “gostou mais” da proposta da britânica que da norte-americana.

BAIXO: Minha única crítica se dá pelo repertório escolhido. A apresentação foi a mais foda da noite mas as músicas foram boring. Dava perfeitamente pra substituir uma daquelas canções por “All Night”.

ADELE

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ALTO: Grande vencedora da noite, Adele coroou seu “25” com as 5 principais estatuetas da premiação. Não me espantei porque acho o álbum sensacional e ele é um dos meus favoritos nos últimos tempos. Nenhum dos 3 singles lançados floparam e, os mesmo, tiveram um desempenho acima da média globo afora. O foco aqui vai pro lead-single “Hello”, que trouxe a britânica de volta ao jogo: Ela abriu a premiação com ele e depois voltou para uma homenagem póstuma a George Michael. Nela, ela desafinou pelo segundo ano seguido e, diferente da primeira vez, parou a apresentação, se desculpou e pediu para recomeçar pq o cantor não merecia uma homenagem que não fosse 100%. Que mulézão da porra! E que homenagem! Ela estava nervosa pelo vacilo e chorou de raiva depois mas, não teve erro: Adele é uma das artistas mais capacitadas da história da música. Ao subir para receber seus prêmios, teve de tudo: agradecimento ao marido (ninguém sabia que eles tinham casado), corte ao agradecimento de seu produtor-compositor (depois arrumado quando ela subiu para receber um novo prêmio) e talvez uma das coisas mais singelas que já vi em cerca de 20 anos de premiação: ela enalteceu um candidato que perdeu. Não 1, mas 2 vezes! Você conseguia ouvir verdade na declaração dela pra Beyoncé ao afirmar o quanto ela é fã da cantora e como o “Lemonade” já é importante pra história da música, levando a performer as lágrimas. A Adele é única e tem duas das características mais incomuns no mundo do show bizz: humildade e uma dose de realidade tão intensa que, por alguns momentos, conseguimos até pensar que ela “é gente como a gente”.

[MUSICA] “LADY ANTEBELLUM”:: Assista “Lonely Girl”, novo video solo de Charles Kelley!

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Existe vida além do Lady Antebellum SIM!

Novidade para os fãs de Charles Kelley: O vocalista de um dos trios country mais bem sucedido dos últimos tempos, que alçou voos ainda maiores em 2015 com o lançamento de seu primeiro álbum solo (“The Driver“), acaba de lançar o videoclipe para seu terceiro single, “Lonely Girl“. Vale lembrar que o abre-alas, que também leva o nome do álbum, foi indicado ao Grammy de 2016 na categoria “Melhor Duo Country”. Aparentemente, Kelley tem acertado a mão e a seguir você confere seu novo clip:

[SERIES] Série NASHVILLE é cancelada… mas nem tudo está perdido!

É isso mesmo que você leu!

Esta semana, o canal de TV norte americano ABC anunciou o cancelamento de alguns shows de sua grade. Um deles, foi o drama musical Nashville: Em sua atual 4ª temporada, a série que conta as histórias das cantoras country Rayna James e Juliette Barns recebeu a foice do cancelamento, deixando fãs e equipe do show extremamente preocupados, visto que não há um final gravado para a temporada que se encerra 25 de Maio. Além disso, revistas especializadas em seriados anunciaram semanas atrás que esta temporada terminaria com uma “bomba”, justificando a sequência para o ano seguinte do show.

Verdade seja dita: A série amarga audiência decrescente desde seu segundo ano e, mesmo gostando do show e do grande número de participações especiais, eu honestamente acreditava que a emissora manteria a série na grade até ela atingir syndication (uma série atinge este direito de ser exibida em plataformas de streaming após atingir 88 episódios; Curiosamente, Nashville encerrará  trabalhos (até o momento) com 87).

Diante da onda de reclamações online, a Lionsgate (produtora da série) se pronunciou com o seguinte tweet:

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Isso significa que talvez a série retorne em outro canal/plataforma para uma temporada de despedida, ao menos. Vale lembrar que isso acontece com frequência e vou usar como exemplo a série The Killing, que foi cancelada em seu canal oficial e teve os direitos comprados pelo Netflix para uma temporada final, para encerrar dignamente o show. Honestamente, acho difícil a série “ser abraçada” devido seu alto custo de produção.

Atualmente, a série é exibida pelo canal ABC (Sony, no Brasil), possui 12 álbuns lançados (com colaborações de Christina Aguilera a Steven Tyler) e grande parte do elenco segue em turnê na América do Norte e Europa.

[MUSICA] COLDPLAY, MICHAEL BUBLÉ, LADY ANTEBELLUM e outros clipes pra você entrar em clima natalino!

É amigos, o Natal tá logo ali!

Podemos não ter neve mas sim, temos o espírito natalino! Todo ano aqui em casa rola durante o Natal um álbum festivo do Lady Antebellum (“A Merry Little Christmas”, 2010). Os caras mandam bem até nisso, se liga numa das faixas do álbum pra se ligar do que eu tô falando:

É uma tradição que vou levar pra quando morar sozinho também, pq essas canções internacionais específicas são ANIMAIS! E entra ano, sai ano, centenas de álbuns natalinos invadem as prateleiras virtuais e materiais das lojas musicais. Ano passado, o álbum natalino mais vendido em todo o mundo foi “Christmas”, do Michael Bublé. A competência e alcance vocal do cara está presente no álbum, como você pode ver no “apanhadão” abaixo:

Uma das canções natalinas mais icônicas (e regravada) até hoje é “All I Want For Christmas (Is You)”. Dentre todas as versões, a mais conhecida é a da veterana Mariah Carey (Mais conhecida sim, mas tá longe de ser a melhor. Fora que o clipe é todo cagado, ela até tomba com o Papai Noel freelancer… Eita Maráia!):

Em 2013, Chris Martin e CIA também foram tomados pelo espírito natalino e lançaram a boa, porém pouco executada, “Christmas Light” (Pô, quem quer ouvir uma música que começa com “Christmas night, another fight”!? Não canta a treta, Coldplay):

Aliás, o ano anterior teve uma pá de cantor conhecido lançando projetos pra época de fim de ano. Outra que entrou na onda foi a 1ª vencedora do reality musical “American Idol”, Kelly Clarkson. Ela lançou o álbum entitulado “RED”, só com canções do tipo e você confere abaixo uma canção presente nele:

E pra fechar a matéria, uma canção criada para o período natalino pelos caras do OneRepublic. A música se chama “Christmas Without You” e é a única canção deprê que vale abraçar a fossa depois de comer toda a mesa da ceia sozinho. A faixa já existe há 3 anos, mas é altamente recomendável por ser uma das BOAS criações da nova geração. Cata:

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[SERIES] NASHVILLE :: 1×08 e 09 – “Where He Leads Me” // “Be Careful of Stones That You Throw”

Nashville

Assim como avisa o título, “cuidado com as pedras que atira”.

Vamos de dobradinha de Nashville pra explicar/entender melhor o que aconteceu nos dois últimos episódios do seriado. Comecemos pela protagonista: Ao descobrir os podres do marido logo após o show com Juliette, Rayna e Teddy tem a conversa que deveriam ter anos atrás, onde as cartas do cara estariam na mesa para esposa julgar qual seria a melhor decisão a tomar. Dado o novo panorama, ela decide manter-se firme publicamente em relação ao marido, demonstrando todo apoio que se espera “da mulher do prefeito”. Pessoalmente, o panorama é oposto: A turnê em parceria com Juliette não poderia ser marcada em melhor hora, já que ocasiona sua saída repentina do cenário conturbado que tem vivido em casa (Principalmente depois de Teddy abrir ao público que sua filha mais velha não é dele. (Avisem o Ratinho Deacon). Os melhores diálogos do seriado, sempre, são com Rayna e Juliette em cena (Perdendo algumas vezes para suas conversas “afiadas” com seu pai. Aliás, tô pra ver série que os protagonistas odeiam mais a família que aqui). Agora é esperar pra ver como será a turnê da “rock of ages” com a “noiva em fuga”.

Uma vez mais Juliette Barns prova sua instabilidade (Em qualquer sentido) com as atitudes aqui assistidas: Ao persuadir o salame do Sean de todas as formas, a piriquita’s on fire fala mais alto e faz a cantora pedir o atleta em casamento (A atitude vai também como uma forma de resposta a afronta que a mãe do cara lhe fez, sugerindo que aquela família não teria espaço pra ela). Em seguida, eles fogem pra Vegas, se casam e trepam na limusine horas antes dela gravar o dueto com Rayna. O grande divisor de águas para a concretização da turnê foi o sucesso estrondoso que a parceria delas fez online, lançando-as em altas posições nos charts musicais. O que é legal de assistir é a forma como Rayna toma conta da situação, principalmente quando faz Barns acreditar que tem o jogo na mão. Enfim, com a agenda apertada devido a turnê e seu casamento religioso (Imposto pela família do noivo) se aproximando, ela percebe que não está feliz com a situação e o cara não é… o cara. O que fazer? Abandonar o quarterback no altar definitivamente não é a melhor opção mas é a tomada pela cantora, que segue vestida de noiva para seu jatinho, rumo a turnê que começará no dia seguinte. Não vejo o futuro mas fica claro que essa história está longe de acabar. Watch your back, Barns.

Chegamos ao ponto “sacal” do show: O triângulo Avery x Scarlet x Gunnar. Do Gunnar tem pouca ação e muita cabacisse, já que ele termina com a mina que apoiava ele pra correr atrás da sonsa da Scarlet, que corre do cara após ele se declarar e beijá-la. Sabem como isso termina? COM ELA DANDO PRO AVERY. Porra! Merece ser corna! Depois de trepar com o cara, ela descobre que o roqueiro conseguiu um contrato individual em LA e demitiu seus camaradas de banda. De repente, não menos que do nada, ela retoma a consciência e diz pro cara vazar de vez já que ele “só sabe machucar os outros”. Depois da chifruda “fornecer” uma vez mais, decidiu dar lição de moral… Sifudê. No fim, ela se torna vocalista na banda que costumava ser do ex; O ex grava seu CD enquanto vê online a performance de Scarlet na banda que já foi sua; O trouxa do Gunnar fica esperando Scarlet voltar pra que ela dê um chance pra ele. Esse trio devia montar uma banda circense.

Confira abaixo a promo do décimo episódio de “Nashville”:

[SERIES] NASHVILLE : 1×07 – “Lovesick Blues”

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Duelo de titãs.

A coisa não anda boa para Teddy: Após ter as falhas financeiras encobertas pelo sogro, é “intimado” por Coleman a abdicar da candidatura a prefeitura de Nashville senão vazará para tablóides fotos do oponente com Peggy. Mais uma vez, o cara pede arrego pro sogro e diz o mesmo, novamente, diz que tomará conta disso quando mostra ao marido de Rayna o arquivo que prova que as drogas encontradas no carro de Coleman eram de fato dele (Quando não verdade, eram da mãe de Juliette que Deacon pegou ao deixá-la na reabilitação). É o núcleo sem-graça da série.

E eu pensei que tinha me livrado do Avery… Isso, além de não acontecer, dá sinais de que o cara ainda dará as caras nos próximos episódios já que a banda do cara se apresentou numa grande casa de shows da cidade e um produtor musical influente demonstrou interesse na banda do c*zão. Ele comentar com o amigo que sentirá falta de Scarlett no show é logo abafado quando Marilyn chega e coloca o cara no lugar dele, sugerindo que se quiser o sucesso terá que continuar comendo ela. Falando em Scarlett: A namorada de Gunnar decide levar a compositora para se divertir em um bar. Lá, ela bebe umas e outras e até canta no palco, arrancando aplausos do público. Entretanto, a festa termina pra ela quando um cara tenta beijá-la e Gunnar chega “com as quatro patas” em cima do cara, mandando-o vazar. O que não me entra na cabeça: Como que a mina do cara, tão melhor em TODOS os aspectos que Scarlett, não percebeu o que está acontecendo e não mandou o cara a merda ainda!? No fim, Scarlett vai bêbada a casa de Avery dizer que sente falta do ex e dá de cara com Marilyn se trocando. Se insistir na história, é porque é otária e merece outro par na testa.

O que Rayna James e Juliette Barns mais temiam, finalmente, aconteceu: Elas terão de se apresentar juntas. Ao descobrir que tocarão num lendário palco country de Nashville e que encerrarão o show num dueto, disparos afiados são lançados entre as duas cantoras que evitaram este “encontro” o máximo possível. Após muito bater a cabeça, a veterana bate a porta de Barns e diz que já que estão nessa situação, a resolverão da maneira mais profissional possível. A grande surpresa vem quando Rayna finaliza a justificativa afirmando que está lá pra escrever a música da apresentação junto com garota problemática. Pensei que daria mais merda nesse encontro, mas me enganei e poucos minutos depois, o dia tinha amanhecido e Rayna tinha entregue para Liam e Deacon a letra da música. Elas se apresentam, a apresentação fica do c*r*lho e o público vai ao delírio! No fim, não se sabe afirmar se essa rivalidade entre as cantoras continuará, já que os diretores da gravadora adiantaram entre si que a música cheirava a hit e deixaram implícito que pretendem lançá-la comercialmente. Assim, “Nashville” apresentou um dos melhores episódios do seriado, sem dúvida.

Confira abaixo a promo do oitavo episódio:

[MUSICA] TOP 10 – 1 casal, 2 histórias, 3 anos (E 3 meses)!

Top10 - Diego e Renata

Dia Seis: Seis de Novembro de dois mil e doze, seis de Abril de dois mil e vinte e seis ou seis de de Julho do ano três mil… Não importa o ano ou mês: O dia faz a diferença. Dia seis é o dia que pedi em namoro o amor da minha vida e tenho vivido a maior aventura da minha história ao lado dela. Já presenteei dos mais distintos tipos, gêneros e formatos… Mas post especial é a primeira vez! Pra marcar, decidi que esse post seria um TOP 10 com músicas que marcaram esses quase três anos e meio de namoro e contar um pouco da nossa história a quem passar por aqui. Sejam bem-vindos a história de R&D.

Fallin’ For You” – Colbie Caillat

Uma das faixas mais específicas nossa é essa. Eu, sério como sou, declarei a música pra Rê no meu carro. Com direito a bandolim imaginário e tudo mais! Lembrar desse dia gera risadas involuntárias. Marcou. Vale lembrar que o video, por alguma razão, não está mais disponível no Youtube e só achei esse com imagens do clipe original.

For You” – Johnny Cash (Feat. Dave Matthews Band)

Todo amante de música que se preze conhece o material do Johnny Cash, certo? Pois bem: Esse namoro apresentou e me aproximou deste ícone percursor do rock’n roll mundial. Meu amor adora as músicas do cara e manja tudo do cara… Ou quase: Encontrei por acaso esta faixa que é trilha do filme “Fomos Heróis” e dediquei pra ela. A surpresa foi ela desconhecer. Mais uma na nossa conta!

Teenage Dream” – Katy Perry

Ainda na época do extinto Orkut, um dos primeiros depoimentos que recebi foi a letra desse hit recém-lançado. Com o tempo a música se popularizou, mas devido a esta dedicatória, me sinto parte do “sonho adolescente” do meu amor…

Just A Kiss” – Lady Antebellum

Em dois mil e onze, peguei um freela que me deixou fora da cidade por pouco menos de quatro meses. Esse tempo foi muito conturbado e nosso relacionamento foi testado pela ausência que a distância física causa. Lembro que nas inúmeras horas da saudade, colocava essa faixa pra tocar enquanto repassava nossas fotos. Não sei como, mas me ajudou a segurar melhor a barra e saimos dessa experiência muito mais fortes que antes.

She Will Be Loved” – Maroon 5

Em dois mil e doze, fomos no show dessa que é uma das bandas que temos adoração comum: O Maroon 5. Nunca tínhamos ido num show dos caras e não poderíamos ter ido em melhor hora, já que a banda tinha acabado de lançar o álbum de inéditas “Overexposed”. Minha namorada conseguiu comprar os ingressos na madrugada que começou a vender. Lá, foi um dos melhores momentos que tivemos e marquei o show com a emoção dos olhos do meu amor quando Levine cantou esta canção. Memorável.

Let There Be Love” – Oasis

Como citei anteriormente, costumo dar presentes criativos pra minha namorada. Geralmente, acerto (Aliás, não lembro de ter errado alguma vez). Com dois anos e meio de namoro, gravei um CD com versões acústicas de músicas românticas que gostamos. O negócio ficou “profissa”: Fiz encarte com edições de imagens nossas e criei um texto com os nomes das músicas. Comentei com ela esses dias: Foi um dos presentes de fiz do início ao fim que mais me orgulhei.

Céu Completo” – Strike

Esta foi uma das últimas: Dias atrás, trabalhando, ouvi a banda ao vivo na rádio Jovem Pan FM (SP) tocando hits e apresentando faixas do álbum novo. Não prestei muita atenção até então chegar na faixa “Céu Completo”, que eu nunca tinha ouvido na vida e no meio da música, me vi ligando pra ela e dedicando a música. Não foi pensado ou planejado: Ouvi e agi por impulsão. Coisas que não se entende, mas se sente.

All About Lovin’ You” – Bon Jovi

No ano de dois mil e dez, fomos no show do Bon Jovi. A Rê é fãzona da banda a muito tempo e, apesar dela não falar muito, sei que esse é um dos shows que ela mais esperou na vida pra assistir. Ela estava em outra esfera aquele dia, numa alegria sem tamanho. O show de São Paulo aconteceu um dia antes do aniversário dela e os caras cantaram parabéns para o baterista, se não me engano. Mas pra ela (E pra mim, vai), o parabéns que a banda e o estádio cantou foi pra tiete mais linda da arena: Meu nenê.

Calling You” – Blue October

Poucas pessoas no país começam essa banda. Eu mesmo não conhecia. O Blue October é, talvez, a banda que minha namorada mais gosta e conheci o som dos caras a partir dela. Em meio a tantas faixas boas, a que marcou foi a primeira música dos caras que a Rê dedicou pra mim.

One and Only” – Adele 

Toda vez que entro no site, dou de cara com uma das estrofes mais bonitas que já ouvi numa canção. Soa como um tipo de “oração” acessar a página, olhar pra nossa foto enquanto lembro do refrão de “One and Only”. E que abençoado seja esse amor!

Renata, feliz três anos e três meses de namoro! Sou muito feliz a seu lado, espero que esse sentimento dure pra sempre e nunca vou te abandonar. Seus sorrisos recarregam minhas energias e suas “narigadinhas” são vitais pra mim.

Eu te amo mais que tudo. Tudo.

[SERIES] MALIBU COUNTRY : 1×03 – “Shell Games”

Malibu Country

Country goes to… HIP-HOP!?

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O terceiro episódio traz uma boa e uma má notícia para Reba: Sua canção foi aprovada pela gravadora, mas será gravada por um rapper Travie McCoy. Ao descobrir, a cantora tenta de todas as formas transformar o desastre numa oportunidade a seu favor e grava uma parceria com o McCoy. Apesar de ficar extremamente diferente da versão original, a música não fica ruim e fixa mais um bom episódio pra essa que tem tudo pra ser uma das renovações mais seguras da fall season. Esse é o peso de um veterano no elenco!

[MUSICA] Os melhores covers de ALEX GOOT!

A internet é, de fato, uma das melhores invenções de todos os tempos. Ela aproxima pessoas, quebra barreiras e apresenta uma vasta gama de opções para o que quer que se procure. Melhor ainda é esbarrar em algo legal sem procurar! Navegava por um site musical quando encontrei o álbum “Alex Goot and Friends: Vol 1” e vi que se tratava de um álbum de versões específicas sobre músicas comerciais que tocam sem parar nas rádios mundiais. Sou a favor da manifestação musical e encontrar o material foi uma surpresa tão legal que me motivou a apresentar os videos do cara pra vocês. Segue abaixo alguns covers do fera ALEX GOOT:

One More Night” – Maroon 5

Not Over You” – Gavin DeGraw

How To Save A Life” – The Fray

Wide Awake” – Katy Perry

Call Me Maybe” – Carly Rae Jepsen

Wanted” – Hunter Hayes

Catch My Breath” – Kelly Clarkson

Breakeven” – The Script

[SERIES] NASHVILLE : 1×06 – “You’re Gonna Leave (Or I’m Gonna Leave You)”

“What happened!? MAGIC.”

Este episódio foi marcado pela mudança de ares para as protagonistas: Juliette conheceu num evento num zoológico o quarterback “bom-moço” Sean Butler. Como a moral da cantora tá em baixa pelo episódio do roubo, sua RP decide armar um encontro entre os dois mais tarde, já que seria positivo para ela ser vista ao lado do cara. No começo, dá tudo errado: Troca de farpas e indiretas de ambos lados são disparadas a cada resposta… até Barns ter a idéia de ir com ele para um clube de Miami, em seu jatinho. O cara declara que não bebe e, conhecendo a porra-louca, dá pra sacar que não vai dar certo. No fim, eles se divertem no clube e a noite só não termina melhor por Sean socar um paparazzi que tentou fotografá-los a todo custo. Sensibilizada pelo gesto do cara, a cantora encontra o fotógrafo e oferece uma grana pro cara lhe entregar as fotos que complicariam a careira de Butler. Ao saber, o quarterback bate à porta de Barns e marca um novo encontro entre eles. No fim das contas, parece que “desacelerar” é exatamente o que o problemático ídolo country precisa e, melhor oportunidade que esta, não há.

Já Rayna James decidiu cair de cabeça no trabalho e saiu em busca de um novo produtor musical para produzir seu próximo álbum. A busca durou pouco pois ela estava decidida a trabalhar com o badalado produtor indie Liam McGuinies, que relutou de inicio por achar que a cantora só cantasse músicas pra tiazonas mas com apenas uma sessão fonográfica (Regada a litros de whisky) o cara percebeu que estava enganado. No estúdio, graças a bebida, Rayna se soltou e deixou a canção tomar conta, produzindo um material que achou incrível. Se o cara produzir o álbum inteiro, tem chances do álbum entrar bem nos charts country (E Rayna entrar bem bêbada na rehab).

Ao que parece, o casal mais sem sal do seriado foi pro espaço: Scarlett e Avery terminaram após o cara ir pra casa de uma empresária que só contrata caras de até 30 anos após o teste do sofá. Alertada por Gunnar, Scarlett foi saber sobre a empresária por Deacon e no fim do dia perguntou a Avery o que tinha acontecido na casa de Marilyn. O cara ensaboa pra falar e no fim diz que fez o que fez por eles, cagando por fim na própria cabeça. A agora ex-namorada do roqueiro vai morar com Deacon e o cara, na hora, volta pra casa de Marilyn “finalizar o serviço”. Espero que com isso, o personagem saia da série.

A campanha política em Nashville esquenta quando as drogas que Deacon pegou da mãe de Juliette são encontradas no carro do concorrente de Teddy. O candidato vai preso e, quando solto,  declara m coletiva que aquilo não é dele pois está limpo a mais de 20 anos e se dispoõe a fazer exames de sangue comprovatórios do que diz. E uma parte do mistério é revelada: As fotos de Teddy com outra mulher foram tiradas a seu pedido, e não do pai de Rayna. Ao conversar com sua esposa, declara não saber o que fazer pois vazar as fotos implicarão no término do casamento de Teddy com Rayna e, ao menos de Rayna ele gosta. Agora é esperar pra ver o destino dessas fotos: Eu aposto em tablóides.

O nível dos episódios de “Nashville” tem crescido numa tendência muito legal de acompanhar. Os boatos de cancelamento que cercam a série me decepcionam porque, após relutar, comecei a gostar da série e sei que a história pra ser melhor desenvolvida com uma segunda temporada. Confira abaixo a promo do sétimo episódio:

[MUSICA] TOP 5 – Confira os novos clipes de KELLY CLARKSON, R.E.M. e outros!

O Top 5 dessa semana tá bem mamão com acúcar: Tem muito pop, country de pegada tranquila e até versão natalina para uma canção das antigas. Confira abaixo a seleção:

Hey Ho” – The Lumineers

Fiz questão de começar com o trio que repercutiu muito no exterior com o hit instantâneo “Hey Ho”. Muito diferente dos Ramones, o grupo composto por dois caras e uma mulher cantam um country bem de boas! Eles ficaram um tempo com a canção nos charts Country da Billboard e, apesar do clipe ter sido lançado a mais de 7 meses, faço questão de divulgar pq a festa “hipponga” do trio merece ser passada a diante.

Catch My Breath” – Kelly Clarkson

A vencedora do primeiro “American Idol” da história retorna aos holofotes com o lançamento de um clipe minimalista para, quem diria, uma coletânea de seus sucessos. Num CD composto por hits chicletes como “Since U Been Gone” e “My Life Would Suck Without You” e intercalado pelas baladas “Because Of You” e “Already Gone”, a música de trabalho não parece o fator mais importante pra venda do produto. Os fãs da cantora com certeza comprarão este que é um dos álbuns mais comerciais do ano.

I Know Him So Well” – Melanie C (Feat. Emma Bunton)

O novo single da ex-Spice Girl traz uma parceria com sua companheira de banda, Emma Bunton. A canção é regravação de uma música reproduzida num musical da Broadway. Aliás, o álbum (“Stages”) da Melanie C é só composto por músicas do gênero. Bom pra você (?), um PORRE pra mim (!) !

Blue” – R.E.M.

O clipe para divulgar a nova coletânea da banda “póstuma” traz a atriz (?) Lindsay Lohan e, na direção, o também ator James Franco. Não sei se a parada é toda “cult” demais mas eu achei uma merda! Dá impressão que o Franco achou umas fitas com gravações dos anos 80, decupou os piores takes e chamou de videoclipe. Fora a Lindsay sem ação, posando pra fotos. Podiam ter dado alguma coisa pra ela roubar, cheirar ou sei lá o que… Sem contar que a música parece “um dia na cabeça do Tom York”! Parado/perturbador demais. Mas a coletânea promete um tracklist bem bacana.

A  Holly Jolly Christmas” – Lady Antebellum

O trio Lady Antebellum lançou este ano um novo álbum de canções natalinas e, para divulgação, gravou um videoclipe para o clássico “A Holly Jolly Chrtistmas”. Os caras cantam tudo bem demais e a história do clipe diverte pela simplicidade. Destaque pros protagonistas e pelo domínio do Kelley pilotando o aviãozinho: Na minha mão, a Halley tinha ficado cega. Ainda bem que não colei nessa festa.

[SERIES] NASHVILLE : 1x 04 “We Live In Two Different Worlds”

Nashville’s going DOWN!

A semana não foi boa para a série, seja em audiência, seja em roteiro. Neste quarto episódio acompanhamos a repercussão do furto de Juliette Barns e fica claro, de uma vez por todas, que a loira é problemática mesmo. A relações públicas da cantora diz que ela terá que se retratar em rede nacional diante da ” família americana” e seus fãs para reduzi o estrago que o escorregão possa trazer para sua carreira em ascensão até então. De início e guiada pela teimosia, ela se nega e declara que deixará a história morrer por si própria mas com o cancelamento de sua turnê resultada pela retirada dos patrocinadores (Estes refugados pelo roubo e cobertos de razão afinal, quem quer veicular a imagem a algo negativo aos olhos da sociedade?), sua opinião muda e ela decide dar uma entrevista exclusiva ao programa matinal Good Morning America (O que no Brasil seria um “Hoje Em Dia” produzido pela Globo). É aí que a bosta fede: Ao ser questionada pela apresentadora sobre sua mãe alcoólatra, Barns levanta e abandona a entrevista no meio. Se antes a mídia já tinha o que falar, desenterrar o passado da cantora com certeza será o próximo passo. A tentativa de aproximação da mãe dela é de dar pena, mas só quem passa por essa situação sabe julgar de fato o quanto de dó e de nó deve ser distribuído.

É oficial: Rayna James deu no saco. Essa que tinha tudo pra ser uma protagonista de atitude tem se mostrado, episódio a episódio, um personagem fraco e facilmente esquecível. A trama da cantora neste episódio girou em torno de uma apresentação que fez para a campanha do marido no Country Club e, no backstage, rolou uma briga entre Deacon e Teddy sobre questões mal resolvidas do passado, geradas e alimentadas pelo pai de Rayna (Volto a dizer: O cara manda muito mal em cena. O circo pegando fogo e o velho com cara de “ri mas  não entendi” TODAS as cenas! Quando ele sobe ao palco pra anunciar o show da filha, torci pro Deacon dar-lhe AQUELA voadora. Não rolou, mas eu torci). Falando em Teddy, desvios financeiros não é o único segredo que o provável futuro prefeito de Nashville esconde: Um affair com uma antiga namorada é mais um fator que, se descoberto, destruirá a campanha e o casamento do marido de James. Ao fim, pareceu que Rayna cancelou a turnê que faria com Deacon e disse que “eles terminavam ali”. Porra, a tinha sonha a lá 50 Tons de Cinza com o cara e depois dá uma dessa? Sifudê.

O último núcleo do episódio foi o de Scarlett e Gunnar (Nome feio da porra): Eles conseguem um contrato grande após gravar a demo de “Fade Into You” para Wite White (Puta velho, olha esses nomes…) e passam o episódio inteiro conhecendo um estúdio com vários discos de ouro pendurados na parede. Lá surge o primeiro interesse amoroso de Gunnar depois de Scarlett, pela assistente da produtora do estúdio. O cara vai todo pimpão pra cima, fatura e depois faz graça sobre uma brincadeira envolvendo iogurtes dela (Nada sexual). Apesar de não perceber de fato, Scarlett começa a se ligar que anulou sua vida e sonhos até o momento pra priorizar as vontades do namorado c*zão, Avery. Desde o primeiro episódio dá pra se ligar que o cara é aproveitador e só tá com a cantora… por estar! Se gostasse de fato, ficaria feliz pelo fato das coisas darem certo para pelo menos um dos dois. É claro que o cara vai rodar e, na boa, que seja até o fim dessa temporada. O cara tem caráter tão duvidoso que até alguém tão sonso quanto Scarlett consegue enxergar. Veremos o que a parceria dela e Gunnar trará para a história que, segundo alguns gurus norte-americanos, pode encerrar atividades numa primeira temporada se continuar com a audiência kamikaze que tem apresentado até este quarto episódio.

Confira abaixo a promo do próximo episódio:

[MUSICA] TOP 5 – Confira os novos clipes do GREEN DAY, THE SCRIPT e o polêmico do NO DOUBT!

Cara, o Natal tá muito perto! Este fim de semana me toquei que Papai Noel cola junto mês que vem e, junto com Dezembro, chovem lançamentos musicais. Uma das coisas legais de fim de ano é isso! Enquanto não chegamos lá, tem aqui meu TOP5 de clipes da semana. Enjoy!

Hall Of Fame” – The Script (Feat. Will.i.am)

Uma das bandas POP/Rock mais legais da “nova leva” chegou pra ficar! O trio do The Script lançou o terceiro álbum (“#3”) e saiu com o single de estréia para a parceria com Will.i.am (The Black Eyed Peas) na FODONA “Hall Of Fame”. O clipe a lá Nickelback conta a história de uma menina e um cara que, apesar das dificuldades, sonham chegar ao topo do pódium de seus sonhos. A letra da música fala sobre alcançar objetivos e nunca desistir, por pior que seja a situação. Fazer até acontecer, manja? Músicas sobre motivação é meu calcanhar de aquiles.

Looking Hot” – No Doubt

Se alguém não sabia sobre o retorno do No Doubt, descobriu por estes dias: O lançamento do terceiro single de “Push And Shove” chegou ao YouTube cercado de polêmica por ser acusado de racismo e, em questão de horas, foi deletado da conta oficial da banda que declarou mais tarde um pedido de desculpas aos ofendidos. Cara, na boa: Assista o video e me diz se vale a pena a briga. Tem tanta coisa mais pesada lançada hoje em dia e é com a trupe da Gwen Stefani que as reclamações surtem efeito? Gosto da banda mas se eles tivessem pisado na bola escreveria nessas linhas que vacilaram, mas não foi o caso. Pode parecer vago dizer, mas o video é uma visão artística sobre faroeste. Todo o mais é história. Assista antes que tiram este link do ar, também!

Pontoon” – Little Big Town

Finalmente eles conseguiram! Após muitos anos de carreira, o quarteto country do “Little Big Town” conseguiu emplacar nos USA o single de “Pontoon” (“Tornado”, 2012) e, de quebra, levaram o prêmio de “Grupo do Ano” pelo CMA (Country Music Awards). Essa vitória só é “tão doce” pelo fato de vencer o trio Lady Antebellum após apanhar por quase 3 anos! Eles são muito comparados mas são bandas bem distintas aos ouvidos de quem ouve country com frequência. Por alto, o Lady Antebellum é um country que se arrisca no Pop e, vez ou outra, no rock, enquanto o “Little Big Town” é um country mais raiz mesmo, que com o tempo tentou se “urbanizar”. Ambas são muito boas, mas o Lady Antebellum… É caso antigo, não tem jeito.

Miss Atomic Bomb” – The Killers

O segundo clipe do álbum “Battle Born” é a boa “Miss Atomic Bomb” e traz imagens da banda de Brandon Flowers na estrada e ao vivo. A música é “tão marcante” quanto o clipe. Espero uma produção do tipo “Bones” no futuro, já que competência pra videoclipe legal os caras tem.

The Forgotten” – Green Day

Vou sentir falta quando o Green Day parar de lançar um clipe pro semana! O lançamento dessa semana é a faixa “The Forgotten”, que inicialmente não estará em nenhum dos 3 novos álbuns simultâneos do trio, mas sim, na trilha sonora do filme “Amanhecer”, da saga Crepúsculo. De início, digeri mal a parceria por considerar filme que vampiro brilha no sol uma das maiores merdas que já ouvi… Isso sem contar os “fãs sorvetão” que acreditam DE FATO que os espanta-alho andam por aí, mas isso é indagação pra outro post. Voltando a canção, não me adaptei ao fato ainda. Sou fã da banda há muitos anos e uma das coisas mais da hora do Green Day é a forma desbocada e direta de passar a mensagem, seja sobre política, seja sobre punheta. Agora, chego e me deparo com isso, sabe? Não sei de verdade o que achar ainda. Uma conclusão que tirei é que a saga dos vampiros despontou muitos cantores que cantaram em sua trilha e, honestidade, o trio já não tem um destaque relevante mundo afora desde o premiado “American Idiot”. Apesar de perigoso, no fim, associar as duas parece mais lucrativo pra banda que pra franquia. Se a música tocar tanto quanto “Decode” do Paramore ou “It Will Rain” do Bruno Mars, os caras conseguem a recolocação que merecem no mercado musical. Tudo o que a banda precisa agora é de boas notícias, já que o vocalista Billie Joe ficará mais um tempo em reabilitação e a banda cancelou todos os shows que já tinham agendado até o meio do ano. Tamo junto, Billie!

[MÚSICA] TOP 5 – Os novos clipes do MATCHBOX TWENTY, GREEN DAY e AEROSMITH!

A poucas semanas para um novo ano, chego com um dos TOP5’s mais legais que já fiz. Pretendo mudar a forma que publico essas listas por ser muito difícil encontrar lançamentos pra mostrar a vocês: Muitas semanas, lançamentos que valham a pena desaparecem e fico sem conteúdo pra passar adiante mas, mesmo assim, faço um apanhado geral e posto um material que eu curta e acredito que será de aceitação majoritária. Portanto, em algumas semanas, postarei TOP’s TEMÁTICOS. Caso tiver alguma sugestão de tema, escreva nos comentários aí do lado! Bora pro TOP5 dessa semana!

What Could Have Been Love” – Aerosmith

Foda. FODA. Não tem o que dizer desses caras: Eles estavam na estrada antes mesmo do meu nascimento (Eu tenho 25 anos) gravando os video clipes mais marcantes da história (Tô falando de “Crazy”, “Cryin’ “, “Love In The Elevator” e “I Don’t Want To Miss A Thing” pra só citar alguns) e arregaçando com a cara do “serious rock” tocado de lá pra cá da forma mais debochada impossível. Sou fã de longa data dos caras: Um dos primeiros CD’s que ganhei foi o memorável “Nine Lives”, assisti as últimas 3 turnês que eles trouxeram ao Brasil (A primeira na grade, a poucos metros da banda, inclusive) e acho sensacional a forma como eles se renovam de um clipe a outro. Dito isso, acima você assiste ao segundo single de “Music From Another Dimension!” (Álbum a ser lançado ainda em 2012), a balada fenomenal “What Could Have Been Love”. A história pareceu confusa da primeira vez que assisti pq não prestei muita atenção, mas é foda, se liga: Um cara compra um carro e passa por vários lugares mostrando um anúncio de procurado com sua foto nele. Ninguém entende nada e quem assiste ao video entende menos ainda uns flashbacks que ele tem da namorada dançando no deserto. No fim do clipe… Você entende. Vale a pena! Fora que a banda aparece numa fotografia muito parecida com a usada por Steven Tyler no video com Santana para “Just Feel Better”. Pra mim, esse video entra com facilidade pro Top10 de clipes dos caras! Boa team Tyler.

Put Your Hands Up” – Matchbox Twenty

Rob Thomas e companhia: Vocês me decepcionaram. Como que num álbum como o excelente “North” vocês colocam um single como este pra dar sequência ao rastro de “She’s So Mean”?? Eita pópolêta vagabundo, rapaz… Mas vamos ao clipe: Uma morena de vinte e poucos anos entra numa balada sem ar-condicionado e dança até ser levada pro banheiro pelo ator Kellan Lutz (“Crepúsculo”), que mete-lhe um beijo daqueles “desentupidor de pia” e termina na mão quando uma amiga dela a puxa e acaba com a farra do cara. A banda só aparece através de TVs que exibem os clipes “Mad Season” e “Unwell”. Para banda, um aviso: Nem tudo estará perdido se “I Will” virar single.

Shine Ya Light” – Rita Ora

O terceiro single da “nova Rihanna” (Segundo o dono da gravadora, Jay-Z) traz a passagem da cantora por Kosovo e mostra que a mesma “é da galera”. Segundo alguns jornais internacionais, o que difere as duas cantoras é exatamente isso: Apesar de ter um alcance inegável de fãs, a cantora de Barbados não se mostra tão acessível aos mesmos quanto a novata. Veremos se com o tempo a história se repetirá ou se Ora mostrará de fato “how we do” (Primeiro single de sua carreira)!

Begin Again” – Taylor Swift

O segundo clipe do recém-lançado “Red” já chegou ao Youtube com a previsão de #1 de vendas para o álbum, segundo previsões de especialistas sobre os tops da Billboard e do iTunes. Aos que acreditavam (Ou gostariam) que Taylor Swift desapareceria após alguns hits, as esperanças parecem se esgotar já que outras duas músicas que vazaram do álbum já entraram no “Top10 Digital Songs” da Billboard, sem contar que o hit instantâneo “We Are Never Ever Getting Back Together” está no Top5 das “100 mais” contabilizadas pelo site. O clipe trás a cantora andando por algum lugar da Europa enquanto lembra com tristeza de um relacionamento passado. Avril Lavigne: Se demorar muito, perde os fãs que sobraram já que alguém descobriu sua video-fórmula.

Nuclear Family” – Green Day

Sim, eles lançaram mais um clipe! O quarto clipe de “UNO!” é a ótima “Nuclear Family” e trás a banda tocando num grande estúdio-garagem. Eles devem ter gravado quase todos os clipes em questão de 2 semanas. E não sei vocês, mas tô esperando mais que nunca o “DOS!”(Lançamento em 13/11/2012): Numa terra onde pipoca um álbum natalino mais bizarro que o outro, um de rock’n roll de responsa é sempre MUITO bem-vindo!