[MUSICA] Grammy 2017 :: Altos e baixos

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A maior festa da música aconteceu este domingo (13) e veio abastecida da elite POP que movimento o cenário musical a cerca de uma década. Começo essa matéria garantindo que não sou o maior entendedor musical que você encontrará por aí, mas ainda assim quero imprimir minha opinião sobre o que assisti na premiação de 2017 e arriscar o que (acredito) será lembrado nos recaps de edições futuras. LÉSGOU!

TWENTY ONE PILOTS

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ALTO: Indicados pela primeira vez, o duo abocanhou 2 prêmios e subiu ao palco para receber o  troféu de “Melhor Duo ou Grupo” sem as calças!  Além de terem um som animal, com certeza entraram pra história da premiação pela atitude e pelo discurso, no qual afirmaram que a calça no chão funcionava como uma espécie de “pagamento de promessa” feita no ano anterior, quando assistiam ao Grammy em casa e falaram que se ganhassem esse prêmio alguma vez, receberiam exatamente como naquela noite: de cueca. No mínimo, inusitado.

DAVID BOWIE

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ALTO: Desmerecer o álbum “Black Star” é um crime que a premiação não era nem doida de fazer; o reconhecimento veio e coroou (mais ainda) Bowie com 4 gramofones póstumos.

BAIXO: As premiações tem o péssimo hábito de valorizar muitos artistas só depois que eles morrem. A grande válvula pra alguém ser feliz é reconhecimento e, entregar esse tipo de valorização depois acrescenta O QUE pra aquele(a) nego(a)? São muitos os casos de artistas sabatinados durante os últimos atos de sua carreira (Amy Winehouse, Whitney Houston, George Michael, Prince, Michael Jackson, etc) que, depois de bater as botas, viram heróis instantâneos. Torço por uma mudança de mentalidade.

BRUNO MARS

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ALTO: Que presença de palco esse cara tem! Ao performar o novo single “That’s What I Like”, ele mostrou que tava lá pra (se) divertir enquanto exibia um alcance vocal com o selo Mars de qualidade. Não satisfeito, ele voltou aos holofotes da premiação para tocar o melhor tributo ao Prince que eu assisti desde a morte do performer. E fica aqui um pedido de quem gostou muito de seu último álbum, “24K Magic”: espero “Versace On The Floor” como single (pra ontem)!

KATY PERRY

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ALTO: Loira, a doceira do universo POP chegou militante ao apresentar oficialmente o single “Chained To The Rythm”, carro chefe de seu novo álbum (ainda sem título definido). Com uma apresentação que fez clara alusão ao muro que presidente Trump pretende criar na fronteira com o México, a canção veio como crítica ao momento político atual e, apesar de interessante, parece ter saído da campanha política que a cantora fez para a então candidata Hilary Clinton. De qualquer forma, confesso que buguei quando percebi que os o muro “crescendo e caindo” não era eletrônico, mas movimentado por bailarinos. Foi animal!

KEITH URBAN E CARRIE UNDERWOOD

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BAIXO: Ao lançar o inexpressível dueto “The Fighter”, Keith atribuiu Carrie a função de quase “segunda voz” quando ela, que é dona da porra toda, nem deveria ter topado entrar numa furada dessas… Tinha tudo pra ser um dueto tão bom quanto “Remind Me” (com o top Brad Paisley) se ela não parecesse “escada” pra ele, que não aproveitou a oportunidade em momento algum. É um daqueles lançamentos com cara de flop, amigos.

TRIBUTO AOS BEE GEES

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ALTO: Ao misturar cantores POP e Country, o pout-pourri arriscado deu muito certo! Iniciado por Demi Lovato, a homenagem percorreu os principais sucessos do trio de outrora enquanto animava a platéia instantaneamente (afinal, quem não gosta da trilha dos “Embalos de Sábado a Noite”?).

BAIXO: Apesar de uma versão excelente pra “How Deep Is Your Love”, o quarteto Little Big Town pareceu destoar do outros performers solos. Que eles são competentes, todo mundo sabe mas… a inclusão deles foi necessária mesmo? Poderiam perfeitamente ter acrescentado a Beyoncé pra cantar “Emotions”, sucesso dos caras que ela gravou em seus tempos de Destiny’s Child.

CHANCE THE RAPPER

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ALTO: Confesso que não conhecia o cara (hip hop não é meu forte), mas entendi que ele foi consagrado nesse segmento da premiação e com certeza, endosso a mensagem que ele passou durante sua apresentação musical. De novo referenciando o muro de Trump, as pessoas das mais distintas etnias e naturalidades que atravessaram o muro destruído nessa apresentação respondem pelo marco que essa apresentação já é para a história do Grammy.

THE WEEKND

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BAIXO: Como que alguém, com o Daft Punk no palco, tem a capacidade de estragar uma apresentação? O Seleno. De cima do iceberg do Titanic, o The Weeknd apresentou um número chato e sem ritmo que passou completamente despercebido diante dos outros apresentados naquela noite. Poderia, definitivamente, ter sido melhor…

LADY GAGA

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ALTO: E num é que ela manda bem no metal também? Até agora, 2017 foi dela.

BAIXO: Porra, o microfone do James não funcionar foi o golpe do Grammy…! Nem sei quanto tempo faz que o Metallica não pisa no palco da premiação e, quando pisa, o microfone do cara tá desligado?? Foi um tremendo vacilo, ele ficou desconcertado na hora e aquela bica que ele deu no final da apresentação foi por toda audiência que também ficou puta com E pelo cara!

BEYONCÉ

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ALTO: Indiscutivelmente, foi a apresentação da noite. Uma das artistas mais competentes da nossa geração, a mãe da Blu Ivy recriou uma Santa Ceia feminina, tombou a cadeira em cima da mesa (se aquela cadeira cai, o mundo pára), se misturou diversas vezes ao telão enquanto vestia uma fantasia “meio Iemanjá com ouro” (honestamente, eu não entendi); se locomoveu no palco com a propriedade e habitual e provou que não precisa pular igual uma desvairada pra chamar a atenção da audiência. Apesar de levar só 2 dois 5 prêmios que concorreu, Beyoncé foi lembrada até nos agradecimentos dos prêmios em que perdeu! de qualquer forma, o álbum “Lemonade” recebeu destaque mas não foi ovacionado como a massa arriscou que seria. Li hoje que a Academia foi acusada de racismo por não premiar a arte da mulher de Jay-Z: Gente, qual é? Não sei se o preconceito racial rolou mesmo, mas o álbum e artista que tirou os gramofones da mão de Beyoncé foi o fenômeno Adele! Ambas são fodas e merecem (até aqui) a visibilidade e reconhecimento por público e crítica que receberam com o passar dos anos. Não sei se o caminho é levantar a bandeira do racismo sempre que um artista, por coincidência negro, não receber o mérito que as pessoas esperam. Eu, por exemplo, torci para as duas na maioria das categorias mas gostei mais do “25”, consciente da obra de arte que a limonada da Beyoncé foi. Questão de gosto; e, em 2017, a Academia “gostou mais” da proposta da britânica que da norte-americana.

BAIXO: Minha única crítica se dá pelo repertório escolhido. A apresentação foi a mais foda da noite mas as músicas foram boring. Dava perfeitamente pra substituir uma daquelas canções por “All Night”.

ADELE

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ALTO: Grande vencedora da noite, Adele coroou seu “25” com as 5 principais estatuetas da premiação. Não me espantei porque acho o álbum sensacional e ele é um dos meus favoritos nos últimos tempos. Nenhum dos 3 singles lançados floparam e, os mesmo, tiveram um desempenho acima da média globo afora. O foco aqui vai pro lead-single “Hello”, que trouxe a britânica de volta ao jogo: Ela abriu a premiação com ele e depois voltou para uma homenagem póstuma a George Michael. Nela, ela desafinou pelo segundo ano seguido e, diferente da primeira vez, parou a apresentação, se desculpou e pediu para recomeçar pq o cantor não merecia uma homenagem que não fosse 100%. Que mulézão da porra! E que homenagem! Ela estava nervosa pelo vacilo e chorou de raiva depois mas, não teve erro: Adele é uma das artistas mais capacitadas da história da música. Ao subir para receber seus prêmios, teve de tudo: agradecimento ao marido (ninguém sabia que eles tinham casado), corte ao agradecimento de seu produtor-compositor (depois arrumado quando ela subiu para receber um novo prêmio) e talvez uma das coisas mais singelas que já vi em cerca de 20 anos de premiação: ela enalteceu um candidato que perdeu. Não 1, mas 2 vezes! Você conseguia ouvir verdade na declaração dela pra Beyoncé ao afirmar o quanto ela é fã da cantora e como o “Lemonade” já é importante pra história da música, levando a performer as lágrimas. A Adele é única e tem duas das características mais incomuns no mundo do show bizz: humildade e uma dose de realidade tão intensa que, por alguns momentos, conseguimos até pensar que ela “é gente como a gente”.

[MUSICA] ROLLING STONES :: MICK JAGGER será pai novamente aos 72 anos!

Rapaz, é “satisfaction”que não acaba mais…

Essa ninguém esperava: Mick Jagger será pai novamente! Segundo o tabloide The Sun, o vocalista dos Rolling Stones espera seu oitavo filho, este com Melanie Hamrick, a atual namorada de 29 anos. A bailarina já está no terceiro mês de gestação deste que será seu primeiro filho.

Curioso lembrar que o maior pé frio (futebolisticamente falando, ao menos) da história se tornou bisavô de uma menina dois anos atrás, de sua filha Assisi Jackson.

Os Rolling Stones atualmente estão em turnê pelo Canadá.

[MUSICA] Assista ao novo clipe do ONEREPUBLIC, “Wherever I Go”!

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“I know I can lie but I’m telling THE TRUUUUE…”

Após um longo período afastado dos holofotes, os caras do OneRepublic estão de volta! O sucessor do hitmaker “Native” (2013) teve seu primeiro single disponibilizado ao público semana passada e o clipe caiu na rede terça-feira (17), atingindo até o momento quase 1 milhão de visualizações!

Assista abaixo ao novo clipe, “Wherever I Go”:

[MUSICA] COLDPLAY, MICHAEL BUBLÉ, LADY ANTEBELLUM e outros clipes pra você entrar em clima natalino!

É amigos, o Natal tá logo ali!

Podemos não ter neve mas sim, temos o espírito natalino! Todo ano aqui em casa rola durante o Natal um álbum festivo do Lady Antebellum (“A Merry Little Christmas”, 2010). Os caras mandam bem até nisso, se liga numa das faixas do álbum pra se ligar do que eu tô falando:

É uma tradição que vou levar pra quando morar sozinho também, pq essas canções internacionais específicas são ANIMAIS! E entra ano, sai ano, centenas de álbuns natalinos invadem as prateleiras virtuais e materiais das lojas musicais. Ano passado, o álbum natalino mais vendido em todo o mundo foi “Christmas”, do Michael Bublé. A competência e alcance vocal do cara está presente no álbum, como você pode ver no “apanhadão” abaixo:

Uma das canções natalinas mais icônicas (e regravada) até hoje é “All I Want For Christmas (Is You)”. Dentre todas as versões, a mais conhecida é a da veterana Mariah Carey (Mais conhecida sim, mas tá longe de ser a melhor. Fora que o clipe é todo cagado, ela até tomba com o Papai Noel freelancer… Eita Maráia!):

Em 2013, Chris Martin e CIA também foram tomados pelo espírito natalino e lançaram a boa, porém pouco executada, “Christmas Light” (Pô, quem quer ouvir uma música que começa com “Christmas night, another fight”!? Não canta a treta, Coldplay):

Aliás, o ano anterior teve uma pá de cantor conhecido lançando projetos pra época de fim de ano. Outra que entrou na onda foi a 1ª vencedora do reality musical “American Idol”, Kelly Clarkson. Ela lançou o álbum entitulado “RED”, só com canções do tipo e você confere abaixo uma canção presente nele:

E pra fechar a matéria, uma canção criada para o período natalino pelos caras do OneRepublic. A música se chama “Christmas Without You” e é a única canção deprê que vale abraçar a fossa depois de comer toda a mesa da ceia sozinho. A faixa já existe há 3 anos, mas é altamente recomendável por ser uma das BOAS criações da nova geração. Cata:

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[TV] E os OSBOURNES vem aí… DE NOVO!

Ozzy e sua família invadirão a telinha mais uma vez!

Ao que tudo indica, “The Osbournes”, um dos reality shows mais malucos e engraçados dos últimos tempos voltará com novos episódios! Segundo o site da Entertaiment Weekly o canal VH1, que está a uma cara conversando com a família sobre a possibilidade de produzir novamente o dia-a-dia da família, parece finalmente ter fechado uma nova temporada da série que terá de 6 a 8 episódios. O “incêndio” começou após Sharon Osbourne, a mulher do roqueiro Ozzy, anunciar esta semana no Twitter a quantidade de episódios, sem dizer em qual emissora o exibirá. Se tudo sair como o esperado, veremos Ozzy, SharoOOOOOon, Jack e Kelly de novo no mesmo frame!

O seriado “The Osbournes” estreou em 2002 pela MTV e teve 3 temporadas.

Você veria mais da rotina de Ozzy & cia?

[FILMES] “Mesmo se Nada Der Certo” (“Begin Again”, 2014)

Para haver mudança, mude.

Elenco: Mark Ruffalo, Keira Knightley, Adam Levine, James Corden, Haileen Steinfeld, Yasiin Bey, Catherine Beener, Cee-Lo Green e grande elenco.

Diretor: John Carney

Gênero: Drama

O dia não foi dos melhores. Foi um daqueles que você se vê obrigado a lidar com você e, se der, sair vitorioso. Julguei que pegar um cineminha seria uma boa pedida pra espantar a bad e, de fato, não podia ter acertado mais a mão que neste aqui!

O longa conta duas histórias que colidem para mostrar que para se começar algo confiança é o mínimo exigido pra se chegar a algum lugar. De começo conhecemos Dan (Rufallo), um cara que falhou como pai e perdeu seu caminho como produtor musical de grandes artistas. O cara é uma bagunça! Ao chegar na produtora que fundou com um sócio, o cara despede ele na frente da própria filha, que já não vê o pai como uma espécie de super-herói… Ao deixar a filha em casa e passar o dia de bar em bar, ele acaba num pub que o “acorda para uma nova realidade”: E essa realidade canta bem e vem com a cara de Keira Knightley! A atriz dá vida a Gretta, uma compositora deixada pra trás pelo até então namorado rockstar Dave (Levine), que arrisca pela primeira vez assumir os vocais de uma canção autoral no mesmo local que Dan chora as pitangas.

Um dos principais fatores que fizeram o produtor musical se perder ao longo do tempo foi a quantidade de artistas pré-produzidos que chegavam pra analisar se valia a pena ou não assinar um contrato. Essa crítica do filme não podia ser mais atual e se você tem dúvidas, liga uma rádio a lá Jovem Pan que você vai ouvir músicas de refrão repetitivo que ninguém lembrará em cerca de 10 anos. O trabalho de Dan era trazer a luz do dia talentos que seriam consideráveis a longo prazo mas, cadê eles? A questão foi respondida de imediato ao ouvir a voz de Gretta naquela noite. O cara não bobeou e já ofertou produzir um álbum da agora cantora, mesmo ciente que acabara de ser despedido de seu alto cargo.

Juntos, eles tem a brilhante ideia de gravar todo álbum nas ruas de NY, com os mais diversos sons ambientes justamente pra dar essa visão crua e unplugged das canções/voz de Gretta. Durante o longa, é impossível não torcer pelo sucesso da dupla só pelo empenho que eles depositam na empreitada. Sinceramente, deu vontade de levantar e fazer algo FODA (Mas esperei o filme acabar, tava muito legal)!

Geralmente,em minhas resenhas, conto a história do filme do início ao fim. Hoje vou fazer diferente e só dar o hotspot do que esperar deste que já se tornou um dos meus filmes preferidos (Entrou pro TOP10!) e só confirmou que o John Carney é O CARA! A mágica do cinema é isso: Enormificar coisas comuns de maneira que, por si, elas tomem alta proporção. Não vou bancar o calhorda e dizer que não piro em títulos “blockbusters” pq isso seria uma mentira braba! Mas encontrar um filme desses, quase por acaso, é um achado. Um dos diálogos dele diz que atualmente “existe muito cordão mas poucas pérolas”: Porra! É ou não é verdade!? Essa metáfora pode ser usada em N aspectos e mesmo assim não perder seu sentido. Tenho vivido um período “vulnerável” atualmente, depositando esperança e esforços em pessoas e ocasiões que não são tão brilhantes quanto demonstram de início. Como se eu visse pérola onde é só cordão, sabe? Esse filme é realmente animal.

O filme “Begin Again” chegou ao Brasil com o título de “Mesmo se Nada Der Certo” e não entendi pq não traduziram pra “Recomeço”, “Tentar de Novo” ou alguma parada do tipo. O título ficou longo e pouco funcional. O diretor do longa (John Carney) é o mesmo do excepcional “Once – Mais Uma Vez”, um dos meus filmes preferidos por transformar uma história simples em extraordinária. É claro que o elenco engrandeceu o filme e até a atuação do vocalista do Maroon 5 surpreende positivamente! Aliás, em dado momento do filme, pareceu uma reunião de técnicos do The Voice USA com a entrada do figuraça Cee-Lo Green em cena (Aliás, ele interpretou ele mesmo certo?). Uma coisa dita atualmente a respeito do longa é que “ele é o filme do cara do Maroon 5” e isso é bem relativo: Fato é que o Adam Levine participa do filme mas ele não carrega a história nas costas. Se você não gosta do cara ou da banda, puxa de dentro um fator superativo: O longa vale a pena. E vai tranquilo que não é por conta dele. Mesmo pq a trilha sonora do filme é foda e ele é pouco responsável por esse pedaço do bolo, apesar de levar na moral a sensacional “Lost Stars”.

Os grandes destaques de “Mesmo se Nada Der Certo” são de fato Keira e Rufallo! Vem cá: Só eu que a princesa da saga “Piratas do Caribe” SABE cantar? Tipo, cantar e mandar bem! Foi a primeira surpresa quando, logo nos minutos iniciais do filme, ela abre a boca. O som da personagem é bem indie e ela manda BENZAÇO! Não torço pra isso, mas de repente se ela tentasse lançar alguma coisa no segmento, podia até ganhar certa relevância (antes flopar nos charts, como acontece com todos os outros. É a vida). Agora falando Mark Ruffalo, me responde uma coisa: Durante o filme, você lembrou do Hulk? E do cara que vê a fantasma em “E Se Fosse Verdade”? E “Ensaio Sobre a Cegueira”, “Códigos de Guerra” então? NÃO, não lembrou! É foda assim esse cara. Você simplesmente não lembra dele em nenhum outro papel pq cada personagem tem personalidade própria e ele arregaça em cada um.

Confira abaixo o trailer de “Mesmo se Nada Der Certo” e, assim que tiver uma brecha, não deixe de assistir:

[MUSICA] THE SCRIPT: Confira o novo clipe dos caras, “Superheroes”!

A terça-feira acaba de melhorar! Com campanha publicitária a cerca de um mês em cima do primeiro single de seu quarto álbum, os norte-americanos do The Script acabam de lançar o videoclipe para a faixa “Superheroes“, evidenciando que o melhor super herói é aquele que “salva” o seu dia. Confira abaixo o novo som dos caras:

O quarto álbum de estúdio do The Script se chama “No Sound Without Silence” e chega oficialmente ao público em Setembro/2014.

[MUSICA] TOP5: Covers -quase- melhores que suas versões originais!

Deus abençoe a Internet! Nunca houve um espaço onde as pessoas pudessem expor seus talentos de forma tão simples e descompromissada e receberem o retorno público de maneira tão direto e sem rodeios. Uma das coisas que mais gosto de ver online são as versões de músicas conhecidas. P*rra, que galera talentosa! Queria eu ter metade do talento vocal que vira e mexe esbarro na rede. O post de hoje vem de dividir com vocês 10 covers que são melhores tão boas quanto suas versões originais:

1. Radioactive – Lindsey Stirling & Pentatonix

E se decidissem dar uma visão mais “clássica” para o grande hit do Imagine Dragons? Foi essa a intenção na união de Stirling aos caras do Pentatonix. Lembro que quando lançaram o video, mó galera divulgou e isso impulsionou a carreira de todos (Inclusive dos Dragons). Não é pra menos, ficou muito f*da!

2. Heartless – Kris Allen

A oitava temporada do reality show “American Idol” presenteou a audiência por suas razões: Por apresentar ao mundo Adam Lambert e por esta versão do vencedor da edição, Kris Allen. O programa é conhecido pelas versões de canções conhecidas mas, sempre que pode, derrapa FEIO nas “homenagens”. Quando feliz, a versão exibida fica na cabeça (E no MP3!) da galera por muito tempo! Foi o caso da “Heartless” de Allen: Ao pegar um hit de Kanye West, o cara conseguiu triplicar a qualidade da música! Que sabe, sabe.

3. Chasing Cars – Haley Klimkhammer

Conhecida pela versão do Snow Patrol, a balada “Chasing Cars” toma uma nova proporção ao encontrar a tranquila voz de Haley Klimkhammer. Eu nunca tinha ouvido falar dela, mas ao acessar seu canal é possível encontrar versão de quase tudo que é música conhecida. Pelo que vi, ela manda bem no que faz. Talento é isso.

4. Lithium – Pia Ashley

Como melhorar uma música que já atingiu o máximo satisfatório? Sinceramente, uma das vozes mais bonitas que lembro de já ter ouvido é da Amy Lee do Evanescence. Arrisquei procurar um cover da banda pra ver como a galera mandava diante de uma voz tão poderosa quanto a de Lee: Fato é que nenhuma bate de frente. Ponto. Mas uma versão que é tão boa quão descente para o repertório da banda é essa da Pia Ashey. Quando chega perto dos 2:50 então, fica claro que o caminho da mina é continuar cantando que o sucesso é consequência!

5. Crazy In Love – Iyes 

Uma das coisas mais fodidas que a galera faz online e “desconstruir” uma música e entregar uma completamente nova: Ou fica muito ruim ou fica muito bom, não há resultado mediano. Felizmente, a Iyes teve uma sacada genial ao transformar a agitada “Crazy In Love” da Beyoncé e transformá-la numa baladinha. P*rra, o quão do caralho não ficou!? Pirei no efeito sonora da arma! Como dizem nossos amigos norte-americanos, ficou “masterpiece”.

[MUSICA] Já viu o novo clipe do ONEREPUBLIC, “Love Runs Out”?

Tem som novo na área, galera! Os norte-americanos do OneRepublic relançarão o álbum “Native” (Que tem o hit instantâneo “Counting Stars”) com a faixa bônus de “Love Runs Out”. Para apoiar a divulgação, os caras decidiram lançar um clipe pra canção também! O clipe é bem… Sei lá, artístico (?). Se houver macumba na rave, deve ser assim, se pá… ENFIM, confiram abaixo o clipe que vale mais pela música que pelos frames em si:

[MUSICA] TOP 10 – “Nesse Carnaval tem… ROCK N ROLL”: Confira 10 sons pra espantar o “alalaô”!

O carnaval brasileiro chegou! Se você é como eu, já começou a procurar o que fazer para fugir de todas as opções tipicamente carnavalescas que a época oferece. É a única vez do ano que as pessoas se empenham FORTEMENTE em cantar marchinhas, gastar fortunas em camarotes de desfiles de samba pra ver os carros alegóricos de longe (Com uma p*ta acústica ruim, zuando o tímpano da galera) e passar nervoso em filas quilométricas em aeroportos superlotados. Particularmente, nenhuma dessas opções me anima. Entretanto não sou o cão da depressão e nem por isso vou deixar de aproveitar o feriado: Só vou abrir mão das opções que envolvem essa loucura desvairada que a temporada promete. Resumindo, SIFÔDA o carnaval.

Dito isso, decidi montar “um bloco” que vai imperar no meu Carnaval por aí e chamei de BROCK N ROLL (#criativao). Abaixo você confere os integrantes convocados pro meu bloco e fica livre pra sugerir outros que não poderiam ficar de fora da seleção (Ah, “Beijinho no Ombro” de cú é rola):

No One Knows” – Queens Of The Stone Age

Minority” – Green Day

D.O.A.” – Foo Fighters

Juicebox” – The Strokes

Somebody Told Me” – The Killers

Feeling This” – Blink-182

Dude, Looks Like a Lady” – Aerosmith

Bleed It Out” – Linkin Park

Original Prankster” – The Offspring

Do You Want To” – Franz Ferdinand

E aí: Bora atrás do bloco!?

[MUSICA] Confira “Midnight”, o novo clipe do Coldplay!

Afastados do cenário musical desde o lançamento de “Mylo Xyloto: Live” em 2012, Chris Martin e a trupe do Coldplay está de volta com som (E video) novo na área! Trata-se de “Midnight”, o primeiro single de trabalho do novo álbum dos caras, sem nome divulgado até o momento. Semanas atrás, caiu na rede a notícia de a faixa “Magic” seria o abre-alas do álbum, mas o lançamento deste video coloca em cheque a informação.

O video traz a banda em imagens noturnas, basicamente como se fossem filmados em filtros semelhante a “negativos fotográficos”. Soa estranho, mas nem por isso feio. Já a canção é completamente fora da zona de conforto da banda, que soa com certa a semelhança a excêntrica Imogen Heap. Confira abaixo o video de “Midnight”:

A faixa “Midnight” compõe o novo álbum de inéditas de Coldplay, a ser lançado em 2014.

[MUSICA] DAUGHTRY: Confira a capa do álbum e o novo clipe “Waiting For Superman”!

Após dois anos sem material novo, a banda do ex-American idol Chris Daughtry retorna aos holofotes com o single de “Waiting For Superman“. Apesar do nome, o clipe não traz simbologias diretas ao herói da DC Comics, mas apresenta a situação da garota que espera ser resgatada dos perigos do mundo ao final do dia. Nesse meio tempo, vemos o “superman” ajudar as mais diversas pessoas e sempre pagar o pato no fim das contas. A música estará no quarto álbum da banda Daughtry, intitulado “Baptized” e terá a seguinte capa:

Confira abaixo o clipe oficial de “Waiting For Superman“:

Esta faixa já pode ser adquirida pelo iTunes e o álbum “Baptized” estará a venda, em forma física e digital, a partir de 19 de Novembro de 2013.

[MUSICA] VMA’s 2013 e as apostas por quem leva o maior prêmio musical da MTV!

A MTV divulgou hoje a lista dos indicados ao VMA (aka Video Music Awards) e deu Justin Timberlake na cabeça na maioria das categorias… Se houver alguma dúvida de que o cara ainda tem força no cenário musical, a quantidade de indicações (Somada a marca de álbuns vendidos) é a maior prova de que “The 20/20 Experience” veio pra marcar a carreira do cantor. O clipe da batida “Suit & Tie” foi indicado para duas categorias enquanto a balada (E trunfo do álbum, até então) “Mirrors” concorre em quatro, totalizando 6 indicações pro intérprete de “SexyBack“. Correndo junto, vem a dupla revelação Macklemore & Ryan Lewis com o hit na terra do tio Sam, “Thrift Shop” (Por aqui, a música não pegou ainda mas nos EUA e UK ficou muitas semanas no topo da Billboard como a canção mais executadas tanto nos charts comuns como nos que medem músicas em plataformas digitais). Diferentemente dos principais sites de notícias, aqui vou fazer minhas apostas sobre os possíveis vencedores da premiação deste ano (E quero saber se elas vão de encontro com a de vocês). Bora lá!

Vídeo do ano

Justin Timberlake – “Mirrors”
Macklemore & Ryan Lewis feat. Wanz – “Thrift Shop”
Bruno Mars – “Locked Out of Heaven”
Robin Thicke feat. T.I. and Pharrell – “Blurred Lines”
Taylor Swift – “I Knew You Were Trouble”

O principal prêmio da noite, dentre os concorrentes, torço pra que vá parar nas mãos do casal de “Mirrors”. O clipe de quase oito minutos pode ser considerado um curta metragem e entra com mérito pra videografia do Justin (Mas a dança no final é dispensável).

Melhor vídeo de hip-hop

Macklemore & Ryan Lewis feat. Ray Dalton – “Can’t Hold Us”
Drake – “Started From The Bottom”
Kendrick Lamar – “Swimming Pools”
A$AP Rocky feat. Drake, 2 Chainz & Kendrick Lamar – “F**kin Problems”
J. Cole feat. Miguel – “Power Trip”

COM CERTEZA vai dar Macklemore & Ryan Lewis! Não sei de que buraco eles sairam, mas já emplacaram três singles nas principais paradas do planeta. A faixa de “Can’t Hold Us” é a segunda faixa a confirmar o sucesso dos caras e é muito louca!

Melhor vídeo masculino

Justin Timberlake – “Mirrors”
Robin Thicke feat. T.I. and Pharrell – “Blurred Lines”
Bruno Mars – “Locked Out of Heaven”
Ed Sheeran – “Lego House”
Kendrick Lamar – “Swimming Pools”

Como votei em melhor video do ano pro Timberlake, mantenho o voto nessa categoria. Mas se o critério da categoria for “Melhor video testosterona”, “Blurred Lines” dispara na competição sem ninguém no páreo!  A parceria de Robin Thicke com Pharrell e T.I. é um hit instantaneo e o clipe traz os caras cercados de modelos com a as peitola de fora. Coisa fina, rapá!

Melhor vídeo feminino

Rihanna feat. Mickey Ekko – “Stay”
Taylor Swift – “I Knew You Were Trouble”
Miley Cyrus – “We Can’t Stop”
P!nk feat. Nate Ruess – “Just Give Me A Reason”
Demi Lovato – “Heart Attack”

Aqui é briga de cachorro grande (Que não chega BEM a morder… Mas faz barulho): Rihanna compete com uma de suas melhores baladas enquanto Taylor Swift chora as pitangas com uma das faixas mais executadas do ano nas rádios mundiais. Não muito longe dali, duas ex-Disney’s competem pela preferência jovem com estilos definidos (?), sendo uma das faixas pop melhores recebidas pela audiência (“Heart Attack”) e outra com um clipe recém-lançado completamente fora da área de conforto – e noção – de sua intérprete (“We Can’t Stop”). De repente, aparece um nome que dá sentido crível a categoria: A P!nk. E com um musicão!  A faixa “Just Give Me a Reason” é uma parceria com o vocalista do fun. e traz a veterana com um dos hits mais marcantes de sua extensa carreira. Se não fosse por ela, a categoria ficaria morna. Espero que ela leve o astronauta pra casa e comprove o sucesso desta balada nota 10.

Melhor vídeo pop

Bruno Mars – “Locked Out of Heaven”
Justin Timberlake – “Mirrors”
fun. – “Carry On”
Miley Cyrus – “We Can’t Stop”
Selena Gomez – “Come and Get It”

E uma vez mais, Timberlake. A pegada anos 80 proposta pelo Bruno Mars na videografia do novo álbum foi muito infeliz! Achei feia pra caralho e, como diretor de imagens, tenho idéias completamente opostas as executadas nos últimos videos do cara. Mas uma coisa é inegável: A música pegou. E é animal. Quanto ao resto… Deixa como tá.

Artista ‘para olhar’

Twenty One Pilots – “Holding On To You”
Zedd Feat. Foxes – “Clarity”
Austin Mahone – “What About Love”
The Weeknd – “Wicked Games”
Iggy Azalea – “Work”

Quando você acha que Justin Bieber já deu tudo o que tinha que dar, “o fdp procria”! Esse Austin Mahone já tem uma forte fanbase que se fará presente na votação. De certo, leva esse prêmio. Entretanto, minha indicação pra “fique de olho” vai pra Iggy Azalea e a melhor inclusão de “Harlem Shake” que vi até agora. Fora que ao ouvir ela, você imagina que seja uma rapper com o estereótipo da Nicky Minaj, Lil’ Kim… E aí abre o video e perceber que a vocalista é a Gwen Stefani (No Doubt) escrita e cuspida! Acredito que a faixa vai pegar e o nome Iggy Azalea vai dar o que falar até o fim do ano.

Melhor colaboração

Justin Timberlake feat. JAY Z -“Suit & Tie”
Pitbull feat. Christina Aguilera – “Feel This Moment”
Calvin Harris feat. Ellie Goulding – “I Need Your Love”
Robin Thicke feat. T.I. and Pharrell – “Blurred Lines”
P!nk feat. Nate Ruess – “Just Give Me A Reason”

Apesar de tudo o que disse sobre a P!nk na categoria “Video feminino”, torço pela consagração da parceria do trio Robin Thicke, Pharrell e T.I. na foda “Blurred Lines”! Não me entendam errado: “Just Give Me A Reason” também é boa e a parceria com o Ruess deu certo, mas o fato de SER UMA PARCERIA deu a canção todo um novo sentido… É como se fosse a passagem obrigatória pra virar o hit global que  virou.

Melhor Vídeo com mensagem social

Kelly Clarkson – “People Like Us”
Macklemore & Ryan Lewis – “Same Love”
Snoop Lion – “No Guns Allowed”
Miguel – “Candles In The Sun”
Beyoncé – “I Was Here”

Aqui é outra categoria “bem resolvida”: Macklemore & Ryan Lewis na cabeça! Tanto o clipe quanto o papo reto da excelente “Same Love” falam que o amor que um casal heterossexual pode sentir é o mesmo do de um homossexual, levantando a bandeira da igualdade entre gêneros sexuais. Perto deste video/musica/mensagem social, os outros parecem “simples” e nada além.

Melhor vídeo de rock

Imagine Dragons – “Radiocative”
Fall Out Boy – “My Songs Know What You Did In The Dark (Light Em Up)”
Mumford & Sons – “I Will Wait”
30 Seconds To Mars – “Up In The Air”
Vampire Weekend – “Diane Young”

Se o Imagine Dragons levar, será uma grande surpresa até pra mim que tô na torcida pelos caras. Eles fizeram um clipe muito legal pra uma canção tão foda como “Radioactive” e é a única ameaça aparente que pode tirar o prêmio das mãos do mega hit mundial “I Will Wait” do Mumford & Sons. Apesar de ótima, o clipe “ao vivo” é fraco pro que a música propõe e isso pode ser o fator X na escolha da audiência.

Melhor Direção de Arte

Capital Cities – “Safe and Sound”
30 Seconds To Mars – “Up In The Air”
Janelle Monae feat. Erykah Badu – “Q”
Lana Del Rey – “National Anthem”
alt-J – “Tesselate”

O clipe pra “Safe and Sound” é fenomenal: A dupla do Capital Cities dança com todos os tipos de danças do mundo, eu acho, de todas as épocas. É uma parada doida que deu muito certo! A direção de arte só não acerta mais que a edição alucinadamente exata do video. Se não for pra eles, espero que “Up In The Air” da banda de Jared Leto leve porque é um video muito bom também (Em direção de arte, tá pau a pau com “Safe and Sound”) mas pecou pelo excesso em todos os sentidos, a salvo o musical.

Melhor coreografia

Chris Brown – “Fine China”
Ciara – “Body Party”
Jennifer Lopez feat. Pitbull – “Live It Up”
will.i.am feat. Justin Bieber – “#thatPOWER”
Bruno Mars – “Treasure”

Não acho que vá levar, mas torço pelo Bruno Mars por não engolir goela abaixo nenhum dos outros concorrentes (Até aceito o wil.i.am e a JLo, mas Justin Bieber e Pitbull não dá!). A dança do vocalista do Black Eyed Peas parece mais difícil que a da jurada do American Idol, mas a participação do Jus10 me fez abortar o video antes da metade. Se rolasse, votaria em “Acapella” do Karmim E CABÔ! Hahahaha.

Melhor fotografia

30 Seconds To Mars – “Up In The Air”
Lana Del Rey – “Ride”
Yeah Yeah Yeahs – “Sacrilege”
Macklemore & Ryan Lewis feat. Ray Dalton – “Can’t Hold Us”
A-Trak & Tommy Trash – “Tuna Melt”

E não tem pra ninguém!

Melhor direção

Justin Timberlake feat. JAY Z – “Suit & Tie”
Macklemore & Ryan Lewis feat. Ray Dalton – “Can’t Hold Us”
Yeah Yeah Yeahs – “Sacrilege”
fun. – “Carry On”
Drake – “Started From The Bottom”

Mais uma pra conta do Timberlake: A música que trouxe o cara de volta ao cenário musical nada mais é que uma parceria com o rapper mais foda que existe, Jay-Z. O clipe de “Suit & Tie” é todo em branco e preto e se atenta a detalhes de objetos e momentos intimistas dos artistas. Serve como clipe, serve com música. Merece reconhecimento.

Melhor edição

P!nk feat. Nate Ruess – “Just Give Me A Reason”
Calvin Harris feat. Florence Welch – “Sweet Nothing”
Macklemore & Ryan Lewis feat. Ray Dalton – “Can’t Hold Us”
Justin Timberlake – “Mirrors”
Miley Cyrus – “We Can’t Stop”

Caro leitor, não é fanatismo: É qualidade. Não que outros concorrentes não tenham, mas os clipes do JT chegaram arregaçando geral. E se ele não levar, de novo, vou de P!nk.

Melhores efeitos especiais

Flying Lotus – “Tiny Tortures”
Skrillex feat. The Doors – “Breakin’ A Sweat”
The Weeknd – “Wicked Games”
Duck Sauce – “It’s You”
Capital Cities – “Safe and Sound”

Cuz what is AWESOME is AWESOME!

E aí, o que acharam? Fecham junto ou fecho a boca? Em todo caso, a aposta durará pouco tempo: O VMA’s 2013 será transmitido ao vivo dia 25 de Agosto pela MTV Brasil.

[MÚSICA] Artistas do ROCK IN RIO 2013 confirmam shows em SÃO PAULO! Confira a relação e possíveis acertos!

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O que era de se esperar está prestes a acontecer.

Foi grande a procura por ingressos para o Rock In Rio 2013 e, em 4 horas, liquidou o estoque de convites para os 7 dias de atração. Sou um daqueles caras que, ao saber disso, se decepcionou por não ter um ticket na mão (Mesmo sabendo que não teria grana para os outros adendos que uma viagem ao Rio de Janeiro proporciona).  Ainda assim, mantive a fé de que os shows que gostaria de assistir na “cidade maravilhosa” (Nickelback e Matchbox Twenty) passassem pela capital paulista pouco tempo após a realização do festival, em Setembro. Ao que parece, minhas preces foram ouvidas (Em partes)!

Segundo o Destak Jornal, confira abaixo a relação de artistas CONFIRMADOS que trarão a São Paulo suas turnês na sequência do Rock In Rio:

John Mayer
Iron Maiden
Rob Zombie
Bon Jovi (SP – 21 de Setembro)
Slayer

O jornal entregou também a relação abaixo de artistas do festival que estão PRATICAMENTE FECHADOS para tocar em Sampa até o fim de 2013:

Metallica (SP e MG)

Bullet For My Valentine
Matchbox Twenty

Sigo firme e forte na torcida dos canadenses do Nickelback passarem por São paulo também e, assim, decretar extinção das minhas economias! Quem mais tá nessa comigo?