[MUSICA] Grammy 2017 :: Altos e baixos

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A maior festa da música aconteceu este domingo (13) e veio abastecida da elite POP que movimento o cenário musical a cerca de uma década. Começo essa matéria garantindo que não sou o maior entendedor musical que você encontrará por aí, mas ainda assim quero imprimir minha opinião sobre o que assisti na premiação de 2017 e arriscar o que (acredito) será lembrado nos recaps de edições futuras. LÉSGOU!

TWENTY ONE PILOTS

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ALTO: Indicados pela primeira vez, o duo abocanhou 2 prêmios e subiu ao palco para receber o  troféu de “Melhor Duo ou Grupo” sem as calças!  Além de terem um som animal, com certeza entraram pra história da premiação pela atitude e pelo discurso, no qual afirmaram que a calça no chão funcionava como uma espécie de “pagamento de promessa” feita no ano anterior, quando assistiam ao Grammy em casa e falaram que se ganhassem esse prêmio alguma vez, receberiam exatamente como naquela noite: de cueca. No mínimo, inusitado.

DAVID BOWIE

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ALTO: Desmerecer o álbum “Black Star” é um crime que a premiação não era nem doida de fazer; o reconhecimento veio e coroou (mais ainda) Bowie com 4 gramofones póstumos.

BAIXO: As premiações tem o péssimo hábito de valorizar muitos artistas só depois que eles morrem. A grande válvula pra alguém ser feliz é reconhecimento e, entregar esse tipo de valorização depois acrescenta O QUE pra aquele(a) nego(a)? São muitos os casos de artistas sabatinados durante os últimos atos de sua carreira (Amy Winehouse, Whitney Houston, George Michael, Prince, Michael Jackson, etc) que, depois de bater as botas, viram heróis instantâneos. Torço por uma mudança de mentalidade.

BRUNO MARS

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ALTO: Que presença de palco esse cara tem! Ao performar o novo single “That’s What I Like”, ele mostrou que tava lá pra (se) divertir enquanto exibia um alcance vocal com o selo Mars de qualidade. Não satisfeito, ele voltou aos holofotes da premiação para tocar o melhor tributo ao Prince que eu assisti desde a morte do performer. E fica aqui um pedido de quem gostou muito de seu último álbum, “24K Magic”: espero “Versace On The Floor” como single (pra ontem)!

KATY PERRY

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ALTO: Loira, a doceira do universo POP chegou militante ao apresentar oficialmente o single “Chained To The Rythm”, carro chefe de seu novo álbum (ainda sem título definido). Com uma apresentação que fez clara alusão ao muro que presidente Trump pretende criar na fronteira com o México, a canção veio como crítica ao momento político atual e, apesar de interessante, parece ter saído da campanha política que a cantora fez para a então candidata Hilary Clinton. De qualquer forma, confesso que buguei quando percebi que os o muro “crescendo e caindo” não era eletrônico, mas movimentado por bailarinos. Foi animal!

KEITH URBAN E CARRIE UNDERWOOD

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BAIXO: Ao lançar o inexpressível dueto “The Fighter”, Keith atribuiu Carrie a função de quase “segunda voz” quando ela, que é dona da porra toda, nem deveria ter topado entrar numa furada dessas… Tinha tudo pra ser um dueto tão bom quanto “Remind Me” (com o top Brad Paisley) se ela não parecesse “escada” pra ele, que não aproveitou a oportunidade em momento algum. É um daqueles lançamentos com cara de flop, amigos.

TRIBUTO AOS BEE GEES

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ALTO: Ao misturar cantores POP e Country, o pout-pourri arriscado deu muito certo! Iniciado por Demi Lovato, a homenagem percorreu os principais sucessos do trio de outrora enquanto animava a platéia instantaneamente (afinal, quem não gosta da trilha dos “Embalos de Sábado a Noite”?).

BAIXO: Apesar de uma versão excelente pra “How Deep Is Your Love”, o quarteto Little Big Town pareceu destoar do outros performers solos. Que eles são competentes, todo mundo sabe mas… a inclusão deles foi necessária mesmo? Poderiam perfeitamente ter acrescentado a Beyoncé pra cantar “Emotions”, sucesso dos caras que ela gravou em seus tempos de Destiny’s Child.

CHANCE THE RAPPER

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ALTO: Confesso que não conhecia o cara (hip hop não é meu forte), mas entendi que ele foi consagrado nesse segmento da premiação e com certeza, endosso a mensagem que ele passou durante sua apresentação musical. De novo referenciando o muro de Trump, as pessoas das mais distintas etnias e naturalidades que atravessaram o muro destruído nessa apresentação respondem pelo marco que essa apresentação já é para a história do Grammy.

THE WEEKND

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BAIXO: Como que alguém, com o Daft Punk no palco, tem a capacidade de estragar uma apresentação? O Seleno. De cima do iceberg do Titanic, o The Weeknd apresentou um número chato e sem ritmo que passou completamente despercebido diante dos outros apresentados naquela noite. Poderia, definitivamente, ter sido melhor…

LADY GAGA

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ALTO: E num é que ela manda bem no metal também? Até agora, 2017 foi dela.

BAIXO: Porra, o microfone do James não funcionar foi o golpe do Grammy…! Nem sei quanto tempo faz que o Metallica não pisa no palco da premiação e, quando pisa, o microfone do cara tá desligado?? Foi um tremendo vacilo, ele ficou desconcertado na hora e aquela bica que ele deu no final da apresentação foi por toda audiência que também ficou puta com E pelo cara!

BEYONCÉ

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ALTO: Indiscutivelmente, foi a apresentação da noite. Uma das artistas mais competentes da nossa geração, a mãe da Blu Ivy recriou uma Santa Ceia feminina, tombou a cadeira em cima da mesa (se aquela cadeira cai, o mundo pára), se misturou diversas vezes ao telão enquanto vestia uma fantasia “meio Iemanjá com ouro” (honestamente, eu não entendi); se locomoveu no palco com a propriedade e habitual e provou que não precisa pular igual uma desvairada pra chamar a atenção da audiência. Apesar de levar só 2 dois 5 prêmios que concorreu, Beyoncé foi lembrada até nos agradecimentos dos prêmios em que perdeu! de qualquer forma, o álbum “Lemonade” recebeu destaque mas não foi ovacionado como a massa arriscou que seria. Li hoje que a Academia foi acusada de racismo por não premiar a arte da mulher de Jay-Z: Gente, qual é? Não sei se o preconceito racial rolou mesmo, mas o álbum e artista que tirou os gramofones da mão de Beyoncé foi o fenômeno Adele! Ambas são fodas e merecem (até aqui) a visibilidade e reconhecimento por público e crítica que receberam com o passar dos anos. Não sei se o caminho é levantar a bandeira do racismo sempre que um artista, por coincidência negro, não receber o mérito que as pessoas esperam. Eu, por exemplo, torci para as duas na maioria das categorias mas gostei mais do “25”, consciente da obra de arte que a limonada da Beyoncé foi. Questão de gosto; e, em 2017, a Academia “gostou mais” da proposta da britânica que da norte-americana.

BAIXO: Minha única crítica se dá pelo repertório escolhido. A apresentação foi a mais foda da noite mas as músicas foram boring. Dava perfeitamente pra substituir uma daquelas canções por “All Night”.

ADELE

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ALTO: Grande vencedora da noite, Adele coroou seu “25” com as 5 principais estatuetas da premiação. Não me espantei porque acho o álbum sensacional e ele é um dos meus favoritos nos últimos tempos. Nenhum dos 3 singles lançados floparam e, os mesmo, tiveram um desempenho acima da média globo afora. O foco aqui vai pro lead-single “Hello”, que trouxe a britânica de volta ao jogo: Ela abriu a premiação com ele e depois voltou para uma homenagem póstuma a George Michael. Nela, ela desafinou pelo segundo ano seguido e, diferente da primeira vez, parou a apresentação, se desculpou e pediu para recomeçar pq o cantor não merecia uma homenagem que não fosse 100%. Que mulézão da porra! E que homenagem! Ela estava nervosa pelo vacilo e chorou de raiva depois mas, não teve erro: Adele é uma das artistas mais capacitadas da história da música. Ao subir para receber seus prêmios, teve de tudo: agradecimento ao marido (ninguém sabia que eles tinham casado), corte ao agradecimento de seu produtor-compositor (depois arrumado quando ela subiu para receber um novo prêmio) e talvez uma das coisas mais singelas que já vi em cerca de 20 anos de premiação: ela enalteceu um candidato que perdeu. Não 1, mas 2 vezes! Você conseguia ouvir verdade na declaração dela pra Beyoncé ao afirmar o quanto ela é fã da cantora e como o “Lemonade” já é importante pra história da música, levando a performer as lágrimas. A Adele é única e tem duas das características mais incomuns no mundo do show bizz: humildade e uma dose de realidade tão intensa que, por alguns momentos, conseguimos até pensar que ela “é gente como a gente”.

[SÉRIES] EMMY 2013: A lista (E as apostas) pro “Oscar da televisão”!

Entra ano, sai ano e as premiações mais legais se aproximam… Já passamos pelo Oscar, Scary Awards, TONY, Billboard Music Awards, American Country Awards e pelo MTV Movie Awards. Ainda teremos o aguardado VMA’s (Você confere os indicados e apostas pra vencedores AQUI) e o Emmy. Diferente das outras premiações, o Emmy premia os melhores seriados e programetes do ano. Performances imperdíveis rolam e dão novo frescor a premiação, ano a ano. A apresentação do Emmy 2012 ficou a cargo das comediantes figuraças Amy Pohler e Tina Fey, dupla que obteve um dos maiores índices de aceitação dentre todos os apresentadores que já enfrentaram o palco da premiação. Este ano, a premiação será comandada pelo também comediante Neil Patrick Harris (Barney de “How I Met Your Mother”). Não será a primeira vez do ator a frente da atração, uma vez que já apresentou o show em 2009. Abaixo, você confere a relação dos indicados e minhas apostas para os vencedores. Vale lembrar que, a exceção da lista e imagens, o conteúdo é total de minha autoria. Bora ficar por dentro do Emmy 2013!

 Melhor ator em série dramática

Kevin Spacey (“House of Cards”)
Hugh Bonneville (“Downton Abbey”)
Jon Hamm (“Mad Men”)
Damian Lewis (“Homeland”)
Bryan Cranston (“Breaking Bad”)
Jeff Daniels (“The Newsroom”)

O grande destaque pra mim na última temporada foi The Newsroom. Em três episódios, o show ocupou um patamar alto entre meus shows preferidos. A história da série é boa, os roteiros de cada episódio são impecáveis e o elenco extremamente afinado é orquestrado pelo “maestro” Jeff Daniels na pele do jornalista Will McAvoy. Nesta categoria, premiar Breaking Bad e Mad Men seria clichê, Downton Abbey puxa-saquismo (Inventei, e aí?) e House Of Card, a zebra. Apesar de bem cotado, espero que Spacey trave uma boa batalha contra Daniels por este troféu!

Melhor atriz em série dramática

Michelle Dockery (“Downton Abbey”)
Elizabeth Moss (“Mad Men”)
Claire Danes (“Homeland”)
Vera Farmiga (“Bates Motel”)
Kerry Washington (“Scandal”)
Robin Wright (“House of Cards”)
Connie Britton (“Nashville”)

Essa categoria gerou um impasse: Apesar da Mary ser um personagem forte, na última temporada ela manteve-se apagada pra que outros plots de Downton Abbey tomassem forma (Exceto o season finale). Por essa razão, aposto minhas fichas na personalidade e atitudes de Olivia Pope de Scandal. Não assisti Bates Motel ainda mas li por aí que a Miss Bates entra na briga com “sangue no’zóio”. Apesar de apostar, não sei o quanto de certeza tenho aqui. Agora uma indicação que não entendi: A Rayna James de Nashville. Quando li a primeira vez, até olhei o link da página de novo pra ver se não tinha acessado um site de nota falsa. É de cair o cú da bunda que, por exemplo, ninguém de Game Of Thrones, Grey’s Anatomy, Parenthood tenha conseguido uma indicação aqui e Connie Britton conseguiu… Pior que isso, só se levar. Eu comento a série aqui, acho legal mas perto do time concorrente, fica até chato correr junto. Na boa.

Melhor atriz coadjuvante em série dramática

Emilia Clarke (“Game of Thrones”)
Anna Gunn (“Breaking Bad”)
Maggie Smith (“Downton Abbey”)
Morena Baccarin (“Homeland”)
Christina Hendricks (“Mad Men”)
Christine Baranski (“The Good Wife”)

A Maggie Smith devia ser proibida de concorrer qualquer categoria artística. O fato de ser inserido na mesma categoria desse monstro das telas já soa como alcance de meta! O que seria de Downton Abbey sem as ironias da Violet!? Durante a metade da segunda temporada, o que me animava episódio a episódio eram as patadas da matriarca Crawley. A última temporada trouxe ela imbatível ao interpretar com a não menos pior Shirley McLaine. História da história DA HISTÓRIA diante dos olhos! Apesar de acreditar que os dragões garantirão a Khaleesi esta estatueta, torço pela Maggie até o fim. OBS: É a primeira vez que uma atriz brasileira (Baccarin) concorre numa categoria do prêmio.

Melhor ator coadjuvante em série dramática

Aaron Paul (“Breaking Bad”)
Bobby Cannavale (“Boardwalk Empire”)
Jim Carter (“Downton Abbey”)
Peter Dinklage (“Game of Thrones”)
Jonathan Banks (“Breaking Bad”)
Mandy Patinkin (“Homeland”)

O erro de Downton Abbey? Indicar o Carson ao invés do Bates. Não sei se adiantaria muito mais coisa, mas o ator se saiu muito melhor que o principal mordomo da mansão! De qualquer forma, o anão de Game of Thrones e o talento do pequeno é ridículo! O cara nasceu pro papel e, na última temporada em especial, provou uma vez mais que tamanho não é documento #piadista . Espero que leve a estatueta e ponto. Merecido.

Melhor série de comédia

“Louie”
“Girls”
“30 Rock”
“Veep”
“Modern Family”
“The Big Bang Theory”

Uma crítica: Cadê How I Met Your Mother? CADÊ 2 Broke Girls sáporra?? Ainda bem que 30 Rock acabou pq, junto de TBBT e Modern Family, tá ficando previsivel encontrar com elas nessa categoria. E Girls não é drama? Aposto em Sheldon & CIA por ser ambiente seguro. A verdade é que tô cagando pra essa categoria…

Melhor série dramática

“Breaking Bad”
“Game of Thrones”
“Mad Men”
“Downton Abbey”
“Homeland”
“House of Cards”

Reza lenda que este será o ano da zebra (House of Cards). Entretanto, prefiro apostar no reconhecimento da foda terceira temporada dos ingleses de Downton Abbey. GO CRAWLEYS, GO!

Melhor ator em série de comédia

Alec Baldwin (“30 Rock”)
Jason Bateman (“Arrested Development”)
Louis C.K. (“Louie”)
Don Cheadle (“House of Lies”)
Matt Leblanc (“Episodes”)
Jim Parsons (“The Big Bang Theory”)

Encerramento de  série de responsa merece um Emmy coroativo! Torço pra que o talento de Alec Baldwin seja uma vez mais ressaltado neste projeto que “trouxe o ator de volta ao mundo do entrenimento” (De maneira relevante).

Melhor atriz em série de comédia

Laura Dern (“Enlightened”)
Lena Dunham (“Girls”)
Edie Falco (“Nurse Jackie”)
Tina Fey (“30 Rock”)
Julia Louis-Dreyfus (“Veep”)
Amy Poehler (“Parks And Recreation”)

O Parks And Recreation é uma das séries mais legais atualmente em atividade. A protagonista leva grande parcela de culpa pelo nível da série e, num estádio onde Tina Fey tira sue time de campo, Amy Poehler tem tudo pra pontuar em larga escala!

Melhor atriz coadjuvante em série de comédia

Mayim Bialik (“The Big Bang Theory”)
Merritt Wever (“Nurse Jackie”)
Julie Bowen (“Modern Family”)
Sofía Vergara (“Modern Family”)
Jane Krakowski (“30 Rock”)
Jane Lynch (“Glee”)
Anna Chlumsky (“Veep”)

 A eterna Blossom trouxe um novo ar pra TBBT desde sua estréia. Naturalmente, passou a personagem fixa e hoje rouba a cena “na cara larga” do quinteto protagonista. Aqui a torcida é grande pra que a nerd assuma o controle da categoria!

Melhor ator coadjuvante em série de comédia

Ed O’Neill (“Modern Family”)
Jesse Tyler Ferguson (“Modern Family”)
Ty Burrell (“Modern Family”)
Tony Hale (“Veep”)
Adam Driver (“Girls”)
Bill Hader (“Saturday Night Live”)

 O Ty é foda. Sem mais.

Melhor minissérie ou filme

“American Horror Story”
“Behind the Candelabra”
“The Bible”
“Phil Spector”
“Political Animals”
“Top of the Lake”

 A única ameaça ao sucesso de crítica (Mas desastre de audiência) Political Animals é a canadense (?) Top of The Lake. Ambas repercutiram  bem durante o ano e são fortes concorrentes ao prêmio. Vale lembrar que, apesar de declarar a aposto, torço pra “American Horror Story”.

Melhor ator em minissérie ou filme

Benedict Cumberbatch (“Parade’s End”)
Matt Damon (“Behind the Candelabra”)
Michael Douglas (“Behind the Candelabra”)
Toby Jones (“The Girl”)
Al Pacino (“Phil Spector”)

 Como opinar numa categoria sem ter visto nenhum dos concorrentes? Vou arriscar num dos atores mais conhecido, confiando que o cara mandou bem no telefilme…

Melhor atriz em minissérie ou filme

Jessica Lange (“American Horror Story”)
Laura Linney (“The Big C”)
Helen Mirren (“Phil Spector”)
Elizabeth Moss (“Top of the Lake”)
Sigourney Weaver (“Political Animals”)

 A Jessica Lange já habita os pesadelos de viciados em American Horror Story desde o primeiro ano da série. Na última temporada, ela deixou o público olhar desconfiado para qualquer freira na rua. Emmy pra ela.

Melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme

James Cromwell (“American Horror Story”)
Zachary Quinto (“American Horror Story”)
Scott Bakula (“Behind the Candelabra”)
John Benjamin Hickey (“The Big C”)
Peter Mullan (“Top of the Lake”)

 O sádico Dr. Arden merece levar a estatueta por ser um dos médicos mais sombrios que o mundo dos seriados já viu. A cada temporada, Ryan Murphy surpreende a audiência neste show que já possui uma fanbase forte e provavelmente encerrará quando o cara decidir parar de escrever sobre terror.

Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme

Sarah Paulson (“American Horror Story”)
Imelda Staunton (“The Girl”)
Ellen Burstyn (“Political Animals”)
Charlotte Rampling (“Restless”)
Alfre Woodard (“Steel Magnolias”)

 Alguém responsável por dar vida a badass Lana Winters é alguém digno de Emmy! Prêmio pra jornalista mais cabreira de todos os seriados.

Melhor reality show de competição

“The Amazing Race”
“Dancing With the Stars”
“Project Runaway”
“So You Think You Can Dance”
“Top Chef”
“The Voice”

Por dois motivos: 1) A temporada com o Usher e a Shakira ficou muito melhor que com o Cee-lo Green e a Christina Aguilera; 2) Dos shows indicados, este é o único que acompanhei a atual temporada.

Ainda tinha uma categoria para programas de entretenimento, mas abri mão de votar nela porque nenhum dos programas concorrentes foram exibidos no Brasil e/ou disponibilizados pra download. E aí: Quem você acha que leva as estatuetas do Emmy?