[SERIES] GREY’S ANATOMY :: Novidades sobre a 13ª temporada do show!

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O que será a Shonda preparou para o retorno do drama médico? [CONTÉM SPOILERS]

Muito tempo se passou desde o final da 12ª temporada e a cada dia estamos mais próximos de descobrir como as histórias de Meredith e sua trupe se desenvolveram/desenvolverão dali em diante. Recapitulada rápida da última season finale: Owen e Amelia casaram; April deu a luz ao filho de Jackson num parto realizado por Ben; Stephanie sofre a perda do recente namorado roqueiro; Karev flagra o ex da Maggie acidentalmente em cima de Jo bêbada, após a mesma revelar ainda ser casada; Arizona libera a guarda de Sophia para Callie, liberando assim que a ortopedista voe para NY ao encontro da atual namorada, Peggy (assim, abandonando o show); Meredith percebe a saia-justa iminente ao perceber que Maggie está afim do Dr. Nathan, que ela pegou. Faltou alguma coisa? Acho que, no geral, tá tudo aí… Algumas notícias saíram online sobre a próxima temporada e decidi reunir ela todas aqui para que os fãs do show (assim como eu) não precisem mais “peneirar” a net atrás de alguma coisa interessante sobre os médicos de Seattle. LET THE SPOILER BEGIN!

◙ O Justin Chambers (Karev) publicou no Twitter que a mesa de leitura dos primeiros capítulos da nova temporada acontecem entre 25 e 29 de Julho e as filmagens já iniciam em 1 de Agosto, como você confere abaixo:

◙ Apesar de rolar uma petição online pedindo a demissão de Jesse Williams (Avery) do show devido ao seu discurso no BET Awards 2016, Shonda Rhimes já se pronunciou que o cara continua no show. Em tempo: Jesse foi homenageado na premiação negra e é acusado na petição de causar “racismo contra pessoas brancas” durante seu pronunciamento no evento. É mole? Ainda sobre Willians: vocês lembram  de alguma vez no show ter ouvido falar sobre o pai de Avery? Tudo o que se sabe é que ele abandonou a mulher e o filho por não aguentar o peso do sobrenome da esposa, porém as coisas podem mudar ao descobrir que virou avô e provavelmente dê uma passada em Seattle para visitar o neto. Com a Catherine com Richard, podem esperar drama chegando aí! E sobre seu arco amoroso, quando perguntado pelo TV Line sobre as chances de reconciliação entre seu personagem e April, essa foi a resposta do ator:

“Há sempre uma chance respondeu o ator. “Isso acontece no dia-a-dia de Jackson e April. Eles podem ter uma conversa educada e adulta e em seguida baterem boca, porque é assim na vida real. Eles carregam suas frustrações e rancores”. Ao mesmo tempo, a atração que sentem não diminui. Assim, eles podem brigar e fazer amor na mesma cena, diz o ator, rindo. “É uma relação muito apaixonada com um passado importante. Se há um futuro para essa relação, ainda é teremos muitos pontos de interrogação.”

◙ Maggie deve pedir colo para seus pais adotivos, ao descobrir sobre o envolvimento Grey e Riggs (Cadê o Richard!?). Pelo Twitter, um seguidor perguntou a atriz se, ao descobrir que sua irmã dormiu com o cara que ela gosta, Maggie ficará com raiva de Alex pelo incentivo à Meredith sobre correr atrás de Nathan Riggs. Kelly McCreary respondeu que é possível rolar um desconforto SIM, e completou:

“Olha, esta é uma situação muito, muito sensível, mais do que tudo pois o ego de Maggie estará ferido. Quaisquer que sejam as pessoas envolvidas, fará com que Maggie se afaste deles por um tempo.”

◙ Ainda sobre este envolvimento, uma possível bomba cairá no Grey Sloan Hospital com a chegada de ninguém mais, ninguém menos que… MEGAN HUNT RIGGS! Calma, não virou uma resenha de “The Walking Dead”! Lembra a mulher de Nathan, irmã de Owen, que subiu num avião e sumiu no mapa? Ela foi dada como morta, porém nunca encontraram o corpo, lembra? Tá aí o porque. Como será que o irmão e o marido(?) receberão “a volta da que não foi”? E a Meredith, será que vai reviver aquele clima INCRÍVEL de quando conheceu a Addison Montgomery (Na época, ainda mulher do Derek)? É aguardar pra ver, mas acho que ela devia pular fora que esse navio é Titanic…;

◙ O relacionamento de Karev e Jo está mais ameaçado do que nunca: Na 9ª temporada, Jo menciona pela primeira vez que teve um relacionamento abusivo no passado. Como se constata, já existia um plano para introduzir seu marido desde a sua aparição como personagem recorrente. A atriz ainda entrega um pouco mais sobre o personagem que promete mexer neste arco amoroso:

“Seu marido é super carismático e todos o amavam. Ao mesmo tempo, ele era extremamente perigoso”

Particularmente, o arco que mais tenho curiosidade é da Arizona sem a Callie ao redor (sabe o término que você não supera? Nenhuma delas terminou comigo mas ainda ouço “Chasing Cars” exorcisando essa separação SIM). Infelizmente, nenhuma novidade sobre o casal mais shipado de todos os tempo subiu a superfície até agora. E a quem tem certeza que Sara Ramirez voltará ao show, um pedido: PARA. Sem chance. Se ela voltar, EU MESMO VOU LÁ BUSCAR A PORRA DA IZZIE!

A 13ª temporada de “Grey’s Anatomy” será exibida 22 de Setembro de 2016 pela ABC.

[SERIES] AMÉM: Confira o trailer da série “O EXORCISTA”!

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Agora você terá um encontro com a Meghan toda semana. /o\

Por essa, ninguém esperava…! O canal norte-americano FOX lançou ontem (16) a promo de uma de suas novas – e aterrorizantes – apostas para a próxima temporada: O Exorcista (sim, é baseado no clássico cinematográfico de 1973)!

Confira a resenha da série, pelas palavras do Cine Pop:

Dirigido por Rupert Wyatt (‘Planeta dos Macacos: A Origem’), ‘O Exorcista’ é um thriller psicológico que acompanha dois padres muito diferentes que cuidam do caso de uma família que sofre de uma possessão demoníaca horrível. O padre Tomas Ortega (Alfonso Herrera, “Sense8”, “The Chosen”) é o novo rosto da Igreja Católica: progressivo, ambicioso e compassivo. Ele mora nos subúrbios de Chicago. Ele não tem ideia de que sua vida tranquila está prestes a mudar para sempre. Enquanto isso, do outro lado do mundo, um outro padre encontra-se trancado em uma luta de vida ou morte com o mal. O padre Marcus Brennan (Ben Daniels, ‘House of Cards’) é um moderno cavaleiro templário, um órfão criado desde a infância pelo Vaticano para fazer a guerra contra seus inimigos. O padre Marcus é tudo que o padre Tomas não é: implacável, abrasivo e totalmente consumido or sua sagrada missão. Eles logo são sugados pelo drama da família Rance, membros da paróquia de Tomas. Na superfície, eles são uma família normal, mas nem tudo é como parece nesta casa. O patriarca, Henry Rance (Alan Ruck) está enlouquecendo aos poucos. A filha mais velha, Katherine (Brianne Howe), tornou-se uma reclusa que se recusa a sair de seu quarto. Sua irmã mais nova, Casey (Hannah Kasulka), acha que ela está ouvindo barulhos estranhos vindos de dentro das paredes. E sua mãe Angela (Geena Davis) tem sido atormentada por pesadelos recorrentes, cada um mais assustador do que o anterior. Angela acredita que há algo na casa, uma presença demoníaca, cada vez mais forte a cada dia. Desesperada, ela implora ao Padre Tomas por ajuda. Separadamente, cada um enfrenta uma tarefa intransponível, mas juntos eles se tornam a única esperança contra uma força maligna que tem mobilizado durante séculos.

E se a história ainda não te convenceu, dá play na promo abaixo deste show que invadirá a telinha no início de 2017:

[SERIES] Série NASHVILLE é cancelada… mas nem tudo está perdido!

É isso mesmo que você leu!

Esta semana, o canal de TV norte americano ABC anunciou o cancelamento de alguns shows de sua grade. Um deles, foi o drama musical Nashville: Em sua atual 4ª temporada, a série que conta as histórias das cantoras country Rayna James e Juliette Barns recebeu a foice do cancelamento, deixando fãs e equipe do show extremamente preocupados, visto que não há um final gravado para a temporada que se encerra 25 de Maio. Além disso, revistas especializadas em seriados anunciaram semanas atrás que esta temporada terminaria com uma “bomba”, justificando a sequência para o ano seguinte do show.

Verdade seja dita: A série amarga audiência decrescente desde seu segundo ano e, mesmo gostando do show e do grande número de participações especiais, eu honestamente acreditava que a emissora manteria a série na grade até ela atingir syndication (uma série atinge este direito de ser exibida em plataformas de streaming após atingir 88 episódios; Curiosamente, Nashville encerrará  trabalhos (até o momento) com 87).

Diante da onda de reclamações online, a Lionsgate (produtora da série) se pronunciou com o seguinte tweet:

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Isso significa que talvez a série retorne em outro canal/plataforma para uma temporada de despedida, ao menos. Vale lembrar que isso acontece com frequência e vou usar como exemplo a série The Killing, que foi cancelada em seu canal oficial e teve os direitos comprados pelo Netflix para uma temporada final, para encerrar dignamente o show. Honestamente, acho difícil a série “ser abraçada” devido seu alto custo de produção.

Atualmente, a série é exibida pelo canal ABC (Sony, no Brasil), possui 12 álbuns lançados (com colaborações de Christina Aguilera a Steven Tyler) e grande parte do elenco segue em turnê na América do Norte e Europa.

[SERIES] GREY’S ANATOMY :: 12×01 – “Sledgehammer” [Season Premiere]

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O melhor começo de temporada desses 12 anos.

É impossível começar com outra declaração que não essa: A série “Grey’s Anatomy” conseguiu se reinventar novamente, de uma forma como nunca antes vista (e apreciada). Vale lembrar que se você não viu o season finale da 11ª temporada, ENCERRE SUA LEITURA AQUI (Ou prepare-se pra ler os principais spoilers do show). Como vou deixar “o sol pro final do dia”, começo comentando os personagens coadjuvantes da trama:

A corrida para o cargo de novo Chef de Cirurgias do Grey Sloan Hospital chega ao fim neste episódio: On the run, temos a ex-nazi e mãe do Tuck, Miranda Bailey; Do outro, uma PUTA competidora que a mãe do Avery recomendou para concorrer a almejada posição. Ela passa boa parte do episódio sendo um personagem badass que mexe com a auto-confiança de Bailey, esta resgatada nos 45 do 2º tempo graças ao Ben. Ela faz sua apresentação referente ao cargo e, como era de se esperar (eu esperava, ao menos), ela se torna a nova Chef de Cirurgias (amém)!

Resumão de outros personagens: A April volta da guerra e, ao encontrar Avery, fica claro que a coisa não é a mesma e que vem drama por aí com o casal; Arizona se questiona o episódio inteiro pra Edwards por que ninguém quer dividir apartamento com ela, que entrega ser pelo fato de todos acreditarem não estar a altura de viver com alguém tão fo(di)da, até que o novo McDreammy da série chega e topa dividir apartamento com ela por não ser muito popular entre os internos; o Hunt decide que investirá mesmo na Amelia~que era mulher verdade~ e Karev confessa a Jo que sofria bullying no colegial por ser gordinho (ele foi importante assim no episódio).

O caso médico do episódio gira em torno de duas adolescentes atingidas por um trem (SÓ por um trem, coisa leve). A sensibilidade de Callie a faz enxergar que as, até então desconhecidas, na verdade eram namoradas e o então acidente não era exatamente um acidente. A mãe de uma das meninas, que sabia sobre a filha ser lésbica, agendara um acampamento do tipo “sessão descarrego” para a filha ir, no intuito que ela “percebe-se ser hétero”. Desesperada, a menina sugeriu a atitude suicida em conjunto com sua namorada para, enfim, ficarem juntas. Após ouvir a história, Dra. Torres aconselhou a paciente que se matar não resolveria a situação e que essa vibe errada passaria logo, com um desfecho legal para ela. Quando a mãe da menina chega ao hospital, vemos que ela é um dos piores tipos de pessoa que poderíamos encontrar por aí: Preconceituosa, mesquinha e extremamente autoritária, ela “abre” a asa pra cima de Callie após a médica garantir que mandar a filha para um lugar daqueles não seria bom em aspecto algum, dando a entender que já estivera quando mais nova. A mulher dá um barraco e tenta humilhar a médica, que sai com aquele sentimento de “garganta travada”. Mais tarde, ela volta a encontrar Torres e Dra. Pierce e entrega uma das séries que já marca a história do seriado: Na tentativa de humilhar a segunda médica, ela começa a gritar e xingar a profissional que a acerta uma de direita A-NI-MAL! O mais engraçado da série é o fato de que, quando vai enfaixar a mão do soco, os residentes não param de chegar pra parabenizar a médica pela porrada! Hahahahahahaha! Da maneira como foi interpretada a cena, não ficou pastelão em nada (ficou até bem real: Eu daria um abraço em quem socar hater meu por aí #LançadoDesafio ). Ao ir se desculpar pela atitude com a mulher, vemos uma atitude que tardou mas não falhou: O submisso pai d amenina manda a mulher calar a boca, garante que eles não processarão o hospital e ainda garante que caga se a filha é gay ou não, pois está mais interessado na felicidade da garota. Neste momento, a mesma chega da cirurgia e ouve tudo, concluindo o desfecho da história.

Aliás, Maggie foi o grande personagem da season premiere: Não contente em socar mãe de paciente, a médica teve que bancar a “mãe” e fazer suas novas roomates (aKa Meredith e Amelia) voltarem a conversar devido ao rombo na parede da sala que a cunhada fez. No início foi meio besta a treta toda, mas a conversa final foi top e só não superou a atitude de Meredith pegar o martelo e também estourar a parede, estregando a imagem abaixo! Caralho, que série foda.

A primeira cena é daquele centro cirúrgico que vemos desde a primeira temporada, mas a locução já anuncia: Nada será como antes. E de fato, TUDO mudou: Ao menos neste episódio, Meredith passa longe de ser a viúva coitada. A quem temeu o rumo da série com a morte de Derek no último season finale, fica uma certeza: Já passou. A protagonista desponta motivada a provar que, como a saudosa Yang anunciou, “ela é o sol” da porra toda. Minha única dúvida é onde a Zola e o outro bebê foram parar… mas beleza! #PorraShonda

Vale destacar a trilha sonora deste episódio: Rolou basicamente só cover “mela-cueca” de música conhecida (“Wrecking Ball” e “Rude Boy” foram algumas). Eles não poderiam ser mais assertivos e embalar melhor o público que fizeram, foi muito bom de ver e de ouvir este episódio. Por fim, uma certeza: Se a atual temporada mantiver a qualidade geral apresentada nesta premiere, teremos uma GRANDE temporada!

Confira abaixo a promo do segundo episódio da 12ª temporada de “Grey’s Anatomy”:

[SERIES] ONCE UPON A TIME :: Confira o trailer da série que retorna hoje! #BlackSwan

Foi dada a larga de estreias de principais séries norte-americanas! Já retornaram “Grey’s Anatomy”, “Scandal”, “Nashville”, “How To Get Away From Murder”, “Modern Family”, “Empire”, dentre tantas outras… Hoje é dia da magia de “Once Upon A Time” invadir novamente a telinha de quem acompanha para o início de seu 5º ano! Será que Emma Swan “passou para o lado negro da força” após ser nomeada a nova Senhora das Trevas?

Confira abaixo o trailer da 5ª temporada de “Once Upon A Time”:

[SERIES] BAD JUDGE :: Primeiras Impressões

O retorno de Kate Walsh a telinha.

Caro(a) leitor(a), atenção a premissa da comédia: Juíza gostosa fora dos padrões aceitáveis pela sociedade (Como chegar pra trabalhar de ressaca, transar no escritório durante o expediente e por aí vai) precisa ponderar sua vida dentro e fora dos tribunais, lidando com seu alto grau de imaturidade. Dito isso, pense em quantos filmes/séries nos moldes você já não viu? A temporada passada teve o perfeito exemplo do que eu tô falando: “Bad Teacher” (Até o nome assemelha o desastre), inspirado no blockbuster “Professora Sem Classe”. A série não emplacou pelo excesso de piadas prontas, elenco pouco entrosado e por distanciar-se, episódio a episódio, do sucesso estrelado por Cameron Diaz. A audiência respondeu negativamente e, poucos episódios depois, “reprovou” a história da professora com mau comportamento das telas norte-americanas para sempre.

Infelizmente, pelo fraco episódio piloto entregue, “Bad Judge” parece seguir pelo mesmo caminho da anterior: Nem toda confiança depositada na eterna Dra. Addison Montgomery (“Private Practice”) foram suficientes pra dar uma chance ao seriado. O comportamento inconsequente e desastroso da juíza Rebecca Wright é previsível e não deixa espaço pra surpresas durante os 21 minutos da estreia: Você não sacou que ela daria pro Boyd, o carinha de “Friends With Benefits”? Duvidou que ela ajudaria os problemas sociais do filho de um casal que prendeu anteriormente? E o fato do juiz fodão fazer vista grossa a tudo que a protagonista faz? Eu gosto de uma boa comédia, mas o roteiro dessa foi ruim pra cacete! Percebe-se que o elenco tem afinidade (A amizade entre a juíza e o policial até funcionou) e, carregados pela também produtora executiva Walsh, tem tudo para dar a volta por cima como aconteceu em “The Mindy Project”. O lance é achar um diferencial cômico nesta tão batida fórmula antes que a audiência “prenda” o show a única temporada.

Confira abaixo a promo de “Bad Judge”:

[youtube:”https://www.youtube.com/watch?v=lF3vxmJsDIk”%5D

[SERIES] GREY’S ANATOMY :: 11×01 – “I Must Have Lost It on the Wind”

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Procura-se “pessoa”.

O que um show precisa pra durar na telinha norte-americana? Além de trama amarrada, personagens cativantes e reviravoltas em seus plots, a audiência precisa “comprar a brincadeira”, semana após semana. Entretanto, durar 11 anos no ar é um fato realmente impressionante. Não posso mentir que foram 11 anos só de boas histórias mas, no geral, “Grey’s Anatomy” prova ainda ter fôlego para mais algumas temporadas. Sou da opinião de que Meredith e sua trupe deviam ter recolhido seus bisturis a um tempo, pois ainda vemos “muito do mesmo no show” (Ela ter outra irmã fora do casamento, por exemplo). Mas mordi a língua ao duvidar dos roteiristas da Shondaland neste retorno de temporada.

A série retorna no dia seguinte a partida de Yang, apresentando uma “órfã” e impaciente Meredith: Além da partida de “sua pessoa”, ela precisa lidar com a possibilidade do marido mudar pra Washington DC para cuidar do Presidente dos EUA (Seria o Fitz!? Um crossover seria FODA. #Scandal). A médica deixou claro no fim da décima temporada que não acompanharia Derek pois tem sua vida em Seattle e não abrirá mão disso (Fato confirmado após Yang soltar um dos já icônicos diálogos da série: “Você é o sol, não ele”). Achei tão sem noção quão cômico ela aparecer na casa do Alex de madrugada pra ter aqueles papos que levava com Christina. Aliás, ela pedir pro Karev ser sua pessoa foi de cair o cú da bunda! Seguindo a linha de raciocínio da série, NÃO SE PEDE pra alguém ser sua pessoa… Ela se torna e pronto, acabou! Espero, sinceramente, que ele escorregue no quiabo pra ela se ligar que a pessoa dela tem que ser o Sheppard ou a Yang mesmo. A audiência já sabe que ela vai precisar de apoio pois está prestes a descobrir que a substituta de Christina, além de ser pessoa que mais odeia no hospital, é sua irmã! MAIS UMA! #MaternidadeShondaland

Um dos casais mais queridos da série voltou ensaiando uma treta esta temporada: Callie e Arizona conversam sobre a possibilidade de adotarem uma barriga de aluguel, mas a primeira fica insegura com a possibilidade de colocar seu próximo filho nas mãos (No caso, barriga) de outra pessoa. Quando finalmente engole a ideia, Arizona declara a vontade de voltar a estudar num programa foda pra sua carreira, meio que inviabilizando a possibilidade de uma criança pra tão cedo. A insatisfação de Torres é evidente e esse tema movimentará a história das médicas durante a temporada. #AlwaysATreta

Apesar de não estar mais no seriado, a presença de Yang foi constante durante a quase 1 hora de exibição do seriado: Seja lembrada pela falta de apoio recente de Meredith, seja pela tristeza do Owen (Os caras chamando eles pra sair saiu “incômodo” como deveria ser. Deixem o cara em paz.) ou até mesmo pela guerra que travou entre Karev e Bailey, ao passar sua parte do hospital para seu parceiro de residência. Verdade é que os roteiristas não parecem preocupados em apagar uma de suas maiores crias tão cedo. E estão certos! Parar de citar a Christina seria um tiro no pé, bem evitado. Acredito que esta temporada ainda trará fortemente o nome da médica até sua metade, mais ou menos. A menos que role uma tragédia ou algo assim. De qualquer forma, o episódio voltou com fôlego e finalizou com Derek afirmando a Meredith que abriu mão do emprego com o Presidente por escolher ela e a família. A decisão desceu quadrada pra todo mundo (Ele mesmo, Meredith, eu e você) e descobriremos nos próximos episódios o preço de sua decisão. Mas o episódio esteve bem satisfatório!

OBS.1: No caso do cara com câncer, seria de socar a cara na parede se a Shonda matasse a namorada dele. Ainda bem que ela não cortou cabeças logo no primeiro episódio. Se bem que, vindo de um show dela…

OBS.2: A Edwards perdida o episódio inteiro, sem noção ao certo de nada. Depois que o plot dela com o Avery foi pro brejo, a personagem perdeu utilidade pra qualquer núcleo. Tragédia nela!

OBS.3: O Richard dizer que tem uma filha na reunião do A.A. que a irmã de Derek está. Como lidar? Ele cagou 3kg e correu pra pedir segredo, mas fez vista grossa quando ela ia contar o dela. O que a Sheppard esconde?

OBS.4: April e Avery, o sonífero de “Grey’s Anatomy”. Não engulo os personagens e/ou o casal. Podem ir na leva da Edwards também que tá tudo certo!

OBS.5: Sobre a discussão de Grey e Pierce no centro cirúrgico, a primeira percebeu que a segunda não é tão passional assim. E foi um esporro merecido, a Meredith tratou a nova médica como bosta o dia todo…

OBS.6: O que foi o japonesinho dizendo que já sentia saudade do pai, recém falecido? Interpretou melhor que a April em 3 temporadas.

Confira abaixo a promo do segundo episódio da 11ª temporada de “Grey’s Anatomy”:

[youtube:”https://www.youtube.com/watch?v=XrhPS1YlhFU”%5D

[SERIES] NASHVILLE :: 3×01 – “That’s Me Without You”

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Encontros, desencontros e um baby boom.

A terceira temporada de “Nashville” começou no rabicho do season finale, inconclusiva. Comecemos por Rayna e seus dois pedidos de casamento: Após ter a mão pedida em cima do palco por Luke, Deacon chega junto no backstage e também pede a mão da cantora. Até aí, sem novidades… mesmo depois de ver o episódio de retorno! A protagonista opta por escolher Luke mas todo mundo sabe que ela vai terminar com o Deacon e, como a temporada acabou de começar, não faz sentido ela juntar as botas com o guitarrista problemático agora. Pensando estrategicamente, a carreira (Lê-se gravadora) dela tem tudo pra aparecer relevantemente aos olhos do público após a união matrimonial das duas maiores estrelas country da história (É tipo Blake Shelton e Miranda Lambert, para um exemplo real). Fato é que ela tá mais perdida que caixa inexperiente em Black Friday e, provavelmente, meterá os pés pelas mãos com Wheeler.

A história de Juliette sim deu uma mexida: Ainda na fossa por Avery ter descoberto que ela deu pro dono da antiga gravadora, a cantora implora pelo perdão do baixista que, com razão, manda a mina a merda. Ela tem tipo um colapso nervoso após participar de uma audição para interpretar um filme musical sobre a vida da cantora Patsy Cline, onde dá umas tesouradas no cabelo. Até aí old Juliette, mas a bomba chega na última cena: O médico que chega para examiná-la diz não poder receitar medicação forte pelo fato da cantora estar grávida. A dúvida que paira é: Quem é o pai da criança? Avery? O dono da gravadora? O playboy dono das estações de rádio? Enquanto aguardamos, fica aqui registrado que essa saída pra personagem serve como uma luva pra atriz, que realmente engravidou! Barrigão real na telinha nos próximos capítulos.

Aquela viagem da Scarlet com o Avery e o Gunnar colou aí? Porque não colou aqui. A cantora não ter superado a “pane” que deu no palco e por isso decidir voltar para sua terra até faz sentido (Apesar de covarde), mas o Avery decidir ir junto por estar puto com Juliette (E de porre) e Gunnar ir por “não cogitar abrir a porta do carro” foi demais pra qualquer cristão… Ele dizer que a namorada dele levou na boa foi mais descabido ainda (Pra quem não lembra, Zoey era melhor amiga de Scarlet, também ex-namorada de Gunnar). O plot só foi válido pelo tombo do Avery e a fuga do bar, pq de resto ó, uma bosta! No fim, Scarlet decide voltar pra Nashville pois lá está sua família de verdade. As vezes os roteirista do seriado pesam a mão na melação e, honestamente, esta foi uma delas.

Finalizo com uma pergunta: Por que o “casal” Will e Layla ainda está no show? No fim da temporada, o cara esquece completamente que sua casa está cheia de cameras devido ao reality show e abre pra então noiva que é gay. O atual episódio traz uma Layla puta da vida por ter sido enganada e um Will perdidasso! Quando eles decidem encerrar o contrato com a produção do reality, BOO-YA, a produtora saca a declaração de Will e sugere sua publicação caso a dupla fuja ao roteiro do “casal feliz” interpretado até o momento. Sabe o que essa dupla precisa? De uma tragédia a lá “Grey’s Anatomy”, onde a galera simplesmente morre sem mais nem menos e a produção só abate da folha de pagamento. Sinceramente, esse lenga-lenga vai estender e não acho que o  plot rende muito mais, dado a mão que os roteiristas pesam a cada episódio do drama.

OBS: Achei interessante a participação da dupla Florida Georgia Line no show do Bluebird. Não conhecia a música e achei bem foda! O próximo episódio traz a participação de Luke Bryan.

Confira abaixo a promo do segundo episódio de “Nashville”:

[SERIES] MADAM SECRETARY :: Primeiras Impressões

A CBS acaba de recrutar uma nova Secretária de Estado para o Presidente.

Não sei vocês, mas sou o tipo de cara que faz uma lista de séries que os trailers chamaram atenção e tento acompanhar elas logo que lançadas. A quantidade de decepções (“Hostages”, “The Goodwin Games”, “The Finder”, etc) e de alegrias (“The Crazy Ones” e a excelente “Go On”) diminuem conforme os canais cancelam seriados que não renderem boa audiência na temporada norte-americana. Como citei, minha lista de shows pra dar uma chance contabilizam 19 estreias (Se não me ganhar no piloto, AQUELE ABRAÇO!). Dos exibidos até agora, vi “Red Band Society” e achei a pegada meio “Clube dos Cinco” moderno mas sensacional, vou dar uma chance (Aí que mora o perigo). Diferente de “Madam Secretary”, o qual COM CERTEZA vou acompanhar!

A série começa quando a professora de História, Elizabeth McCord (Interpretada por Téa Leoni), recebe um convite do próprio Presidente dos EUA (Keith Carradine) para ocupar o cargo de Secretária do Estado após o avião da até então Secretária desaparecer a caminho da Venezuela. Como não deixaria de ser, ela aceita o cargo e todas as incumbências que ele exige. Para quem não sabe o que um Secretário de Estado faz, uma visão geral da função é que a pessoa no cargo serve como conselheiro oficial do Presidente em tomadas de decisões importantes.

Como nem tudo são flores e os bastidores da política não é dos mais limpos (Aquele abraço, “Scandal”!), McCord percebe, após dois meses no cargo, a existência do tipo de uma conspiração para eliminar funcionários do governo norte-americano e que talvez tenha caído de cabeça na maior cilada de sua vida. Entretanto, isso não é o suficiente para a Secretária tremer na base (Ela sobreviveu a dois adolescentes, mais nada a espanta): O perfil da protagonista assemelha-se aos de Olivia Pope (“Scandal”) e Alicia Florrick (“The Good Wife”): Mulher forte e independente que assume cargo de destaque e faz só Deus sabe o que pra garantir a noite de sono e o leite das crianças. Diferente das outras protagonistas, McCord tem ainda na bagagem o diferencial de ser ex-espiã da CIA, fato que a qualifica mais ainda para o trabalho.

Não sei se a semana tratará de um caso diferente, mas o perrengue que a Secretária teve que passar logo na estréia da série foi resgatar dois moleques norte-americanos reféns na Síria (Um rolê tranquilo). De início, o Presidente ouve seu segundo conselheiro (Que será a pedra no sapato de McCord e, se a série acabar na primeira temporada, provavelmente o mandante dos atentados a funcionários da Casa Branca #Gladiators #DiegoPope) e decide não dar vazão ao pedido de resgate dos adolescentes. Mais adiante, após a Secretária ligar para a primeira-dama (HAHAHAHA! Manda no mundo mas não manda em casa!), o Presidente ouve o planejamento de Elizabeth e decidem colocá-lo em ação. Agora, se dá certo ou não, só vendo o episódio piloto! Porém, a saída achada pela protagonista para tirar a atenção dos jornalistas do caso é tão “triste” quão hilária, retratando como a cultura de entretenimento norte-americano se vende por pouco! Foi uma sacada inteligente e encaixou certinho ao roteiro.

O saldo final de “Madam Secretary” foi positivo para a audiência norte-americana (14.2 milhões de televisores sintonizados na CBS) e para este que vos escreve e torce, sinceramente, para que a série mantenha o alto nível conferido em seu episódio piloto. Confira abaixo a promo do primeiro episódio:

E aí, o que você achou?

[SERIES] NASHVILLE :: 2×01/02 – “I Fall To Pieces” e “Never No More”

Nashville

Demorou mas chegou!

2×01 – “I Fall To Pieces”

O segundo ano do “dram-usical” (Is that a word!?) veio com a repercussão do acidente de Rayna James e Deacon Clayborn: Apesar de passar a premiere inteira num coma “vagabundo” de fingido, a veterana country sai dessa visando mudar de vida e deixar todos acúmulos do passado pra trás. Enquanto isso, o mais novo ex-namorado da praça passou um tempo na prisão e bancou o rebelde até mesmo com a sonsa da Scarlet, garantindo que ele causou o acidente de Rayna e que merece pagar por isso. Ao acordar, a cantora o inocenta das acusações e ele é libertado. Encerrando a premiere, Juliette vê a possibilidade do lançamento de seu novo álbum ir pelo ralo dada a devoção dos “James fãs” (Hoje eu tô impossível!), que fazem a coletânea de Rayna “reinar” (HÁ!) nas vendas. Como cada chance é uma oportunidade, Juliette decide juntar-se a eles e compra um CD da Rayna faz um show na porta do hospital da acidentada, com direito a homenagem e o que tem direito. Agora, pensem comigo: Se você tá lá capengando no hospital, qual é a ÚLTIMA coisa que você vai querer durante sua estadia? Um show de quem você detesta talvez esteja no seu TOP5! Se fosse no mundo real, quantos processos a porra do hospital não teria tomado, hein? Podia endereçar tudo pra casa de Barns que, pelo visto, ela garantiria na boa.

Agora falando da parte “coadjuvante” da história, Scarlet comemora a última noite como bartender do Bluebird com uma festinha pros mais chegados. Após recusar o pedido de casamento de Gunnar, o clima entre os dois não vai bem mas isso não impede que o cara apareça no bar e seja uma vez mais esculachado pela, agora, ex. Em contra partida, a sobrinha de Deacon dá cada vez mais bandeira para o fdp do Avery, que de uns tempos pra cá vem se apresentando como “brother da Barns” e “novo Gunnar da temporada”. A minha opinião é que o Gunnar perdeu Scarlet por causa do surto que sofreu com a morte de seu irmão, e talvez ela até tenha razão ao recusar casar com o cara de pronto, mas daí a terminar com ele e sinalizar a favor do ex que só rebaixou ela enquanto pôde… Pera lá! Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Errar uma vez é humano e passível, agora a segunda já é pra esfregar a cabeça do nego em grade de ferro num dia de sol! Ela deveria seguir a atual filosofia da protagonista e tentar a sorte com outro cara também (Que não o Will, fique claro: Se ela for traída por outro cara COM outro cara, os roteiristas vão “tá de lero” com a nossa cara…).

2×02 – “Never No More”

No jogo de Juliette, perder não é uma opção.

Um fator curioso sobre a jovem cantora do seriado é o fato dela não ter limites para se punir em pró de uma conquista. Após conversar com o novo dono da gravadora Edgehill e escutar que “o novo rumo de sua carreira não é interessante para a gravadora” e que ela deveria “voltar a escrever canções adolescentes”, Barns estipula a si mesma que esta não é uma opção que pretende seguir. Após muito pensar, chega a conclusão de que uma maneira de aproximar seu público é mostrando-se vulnerável. Daí, decide gravar um especial intimista para CMT mostrando o lugar pobre onde nasceu e foi criada. É difícil saber quando os sentimentos da vocalista realmente vem a tona, como por exemplo naquele encontro com uma antiga vizinha com cara da Roberta Miranda loira: Fui até o fim da cena esperando alguém gritar “corta” e a mulher entregar ter atuado o encontro. Quando Barns pede pra cortar após receber a colcha (Feia que só o diabo) e se emociona, você vê a máscara da personagem parar nos pés da pedante cantora. E, de repente, em todo lugar que ela olhe está o Avery pra dar uma de “brother da Barns” sem querer nada em troca (Mas sabemos que com o Avery NUNCA é assim).  Na noite que o especial é exibido (Aliás, parece que ele foi gravado, editado e exibido no mesmo dia… Só fodem com a minha profissão!), o novo single de Juliette vai ao topo do iTunes e a cantora fica atiçada pra esfregar a novidade na cara do novo chefe da Edgehill, numa festa que ele apresentará os novos artistas da gravadora como uma cantora tirada de um reality show (“Segundo lugar”, Barns enfatiza) de derruba o trono da loirinha em 15 minutos e o recém-roubado da gravado de Rayna, Will-mão-frouxa. Acredito que agora a batalha Bars/James terá uma trégua para que tenha início a Barns/ex-XFator. É esperar pra ver!

Enquanto Barns tenta fazer de seu novo álbum um sucesso, Rayna acredita ter entrado numa boa fase após o acidente, ao ser exaltada pelo novo dono da gravadora que garantiu não fazer nada por suas costas e lhe garantir total apoio. Mas esse “acordo de cavalheiros” não dura nem 40 minutos (HÁ!²) quando vai atrás de Will e pede que ele assine um contrato direto com a Edgehill e deixe reina na… merda (Não tem palavra melhor). Com isso, ela precisa correr atrás uma nova voz para substituir a vaga deixada pelo cara. Só eu pensei que este substituto poderia ser o Gunnar? Fora o DRAMALHÃO FULLTHROTLE que ele a Scarlet serem os únicos contratados pode trazer pra história… Finalizando o episódio pra Rayna, ela conversa com Deacon e Teddy sobre como sua relação com ambos ficará e mantém a postura do episódio passado: TCHAU! Encerra o namoro com Deacon e sugere que Teddy volte pra sua vida sem ela, saindo de sua casa quando puder. É bom ver isso acontecer, mas não sei pq não levo fé que isso vá durar… Vi a promo do terceiro episódio do terceiro episódio e dei de cara com  o Liam. PorRayna: Como isso é virar a página?

RESUMÃO NASHVILLE: Deacon se encontra com a mão lesionada e no auge da rebeldia colocando a venda todas suas guitarras, com exceção da que ganhou de Barns. Após ir a força com Scarlet a médica, ele descobre que fisioterapia é o caminho para obter 80% de sua mão de volta. Inconformado, decide desistir e se contenta em ser um coitado até Scarlet receber um espírito dizer poucas e boas sobre o quão deplorável é a situação atual do cara; Gunnar sai do bloqueio criativo e escreve uma das melhores músicas da série agora, em homenagem a seu irmão. Fica implícito que o porque dele ter saido dessa foi o possível interesse na amiga de Scarlet. Adivinhem: MAIS DRAMA POR AÍ! E para encerrar, Will descobre que um cara costumava catar é o assistente do chefe da gravadora. Após tremer na base e ver sua possível posição “cantor comedor” ir pelo ralo, o cara garante a ele que não dirá uma palavra sobre o passado que eles tiveram. É claro que não vai ficar gratuito assim e, ADIVINHEM? Mais drama.

[SERIES] DOWNTON ABBEY :: 4×01 – “Episode 1”

“Luto: s.m. Profundo pesar causado pela morte de alguém”. No nosso caso,  de alguém que não existe.
Após mais de seis meses do término da terceira temporada, Downton Abbey retorna para um novo ano que “redefinirá tudo”, segundo o criador e seus roteiristas. O episódio começa 6 meses após os ocorridos no series finale (Ou seja, a morte do Matthew) e, como não poderia deixar de ser, o clima não é lá dos melhores na mansão. A Mary segue em luto extremo, recusando-se a reagir a morte do companheiro e isolando o filho George aos cuidados de uma babá mal intencionada (Esta desmascarada e despedida logo em seguida por Lady Grantham, numa das cenas mais badass da personagem até hoje). Grande destaque para as atuações de Tom e Carson no “retorno da viúva a realidade”. O papo inicial de Mary com o mordomo foi difícil de digerir, mas a redenção da viúva de Matthew ao fim do episódio já entrou num dos momentos mais marcantes da série.
Seu pai, Lorde Grantham, ordena que empregados e moradores de Downton deixem a filha em paz para que passe pelo processo de cura sentimental da melhor maneira possível, deixando-a alheia aos acontecimentos administrativos anteriormente liderados pelo ex-marido. Falando nisso, vale comentar que o fato do poder voltar as mãos do Lorde trouxe novamente a tona sua personalidade possessiva e, dado a promo do segundo episódio (Você poderá assisti-la ao fim da resenha), ele terá problemas por causa disso. Para ser mais direto, a impressão que o patriarca de Downton Abbey passa a audiência é que pretende continuar comandando a mansão até o filho de Mary completar 21 anos e, se vocês bem lembram, a administração do cara foi desastrosa e quase mandou a mansão “pro saco”. Se não fosse o dinheiro e as inovações administrativas de Matthew, a série mudaria de nome na temporada passada para “Downton Laje” ou “Puxadinho Abbey”, mas isso não vem ao caso…
Para ser sincero ao roteiro, o episódio começa com partida de O’Malley na calada da noite. A ex-empregada de Downton deixa uma carta justificando que foi contratada pela mãe de Rose (Aquela que se amarrou no penteado que ela fez temporada passada) e não sabia como tratar o assunto com sua senhoria senão assim. A saída dada para a baixa do elenco foi genial e não deixou arestas abertas quanto a personagem. Sua partida deixou os funcionários em polvorosa durante a manhã e Rose, que ainda hospeda-se na mansão, em maus lençóis pela atitude contestável de sua mãe. Envergonhada, ela toma a iniciativa de procurar uma nova funcionária pessoal para Lady Grantham ao deixar um anúncio no correio de um vilarejo próximo. Uma das concorrentes mais qualificadas para a vaga é Edna: Eu facilmente teria passado quem ela é, mas minha namorada lembrou na hora que ela foi a empregada que deu em cima do Tom e foi despedida em seguida na outra temporada. Pelo fato de só Sra. Hughes, Tom e Sr. Carson saberem do fato, ao descobrirem que a piriguete medieval tá pra voltar ao casarão, certa tensão implícita se instaura. Juntos, decidem não revelar a atitude da provável contratada mas redobrar atenções as atitudes da mulher. Será que desta vez ela conseguirá mexer com a cabeça do ex-marido de Sybil?
De resto, vemos Anna e Bates com sintonia melhor impossível, uma parcela obscura (e inesperada) do passada do mordomo Carson e Thomas levando crédito por acidente. Senti que Downton Abbey voltou com um episódio forte (Como era esperado) para anunciar uma temporada determinante. Quem tá comigo?

[SERIES] BROOKLYN NINE-NINE :: 1×01 – “Pilot”

Uma versão de “Loucademia de Polícia” dotada de previsível extrapolado.

Foi dada largada em mais uma Fall Season! Com ela, chovem episódios pilotos para os mais diversos gostos : Ação, drama, comédia e… besteirol. Conforme as promos foram distribuidas durante o ano, fiz uma relação de apostas para a temporada que acabou de chegar (Confira aqui) e já bate um sentimento “vergonhoso” em ter apostado num piloto tão sem-vergonha como foi o de BROOKLYN NINE-NINE.
 
A nova aposta da FOX é a comédia (Mais besteirol que qualquer outra coisa) que traz como protagonista o ex-SNL Andy Samberg no papel de Jake Peralta (Sério: Peralta), o melhor detetive do departamento de polícia do Brooklyn, que desvenda crimes através de seu jeito atrapalhado e impulsivo. Jake compete pela maior quantidade de resoluções criminosas com Rose e, logo no piloto, entrega que eles formarão casal no série. A detetive faz a linha séria, incorfomada pelo fato do cara resolver as situações “na cagada” enquanto ela se esforça pra fazer o certo, da melhor maneira possível.
O esquadrão passa por um momento de transação com a chegada Holt, o rígido novo capitão do time. Intolerante a brincadeiras e perda de tempo, Holt menciona no fim do episódio ser gay assumido, quebrando o estereótipo e entregando o único fator surpreendente até aqui. O resto dos personagens são definidamente protagonistas e escadas escancaradas para as piadas de Peralta. Cenas que valem o destaque são a do Sargento Terry (Pai do Chris em “Todo Mundo Odeia o Chris”, lembra?) atirando descontrolado num manequim e a do funcionário “politicamente correto” que derruba o bagel e pisa, em seguida, nele. De resto, nem a dança do robô salvou.
A verdade é que a série, aguardada como grande hit da temporada FOX-ana, peca pelos excessos: Excesso de piadas prontas, excesso de personagens de perfis “esgotados” em tantas outras séries, excesso de babaquice do protagonista (O ator só faz esse tipo de papel, dificultando comparações de atuação com papéis que destacassem seu – possível – talento, além do cômico) e o apoio excessivo dos coadjuvantes que assinam embaixo do comportamento imaturo do policial.  
SALDO FINAL: Apesar de não estar passando “por um dia difícil”, não consegui rir de uma piada deste piloto, diferentemente de outras que como 2 BROKE GIRLSTHE EXES e NEW GIRL, que me fazem rir sem sequer pensar! A série é bem amarrada visualmente e tem edição competente, mas é rasa e não funciona pra mim. Apesar disso, vou na melhor de três e dar até o terceiro episódio a chance da série se reerguer (Graças a essa “prática”, sobrevivi ao piloto medonho de CHICAGO FIRE e vi que a série tinha algo a apresentar). Se os roteiristas desta comédia pegarem de jeito para CRIAR (E não só copiar. Só pelo piloto, chega), a série pode garantir bom público e, quem sabe, uma renovação. Acredito que BROOKLYN NINE-NINE é o caso ame ou odeie. No meu caso, a segunda levou a melhor. Samberg: Mais duas chances!

Confira abaixo a promo da série:

[SERIES] DOWNTON ABBEY: Fique por dentro de TUDO o que acontecerá na 4ª temporada da série britânica!

ATENÇÃO: SPOILERS A SEGUIR!

Já dura mais de um semestre o luto da audiência do fenômeno cultural “Downton Abbey”: Durante a terceira temporada, perdemos a ex-enfermeira Sybil e o “salvador da pátria” e marido de Mary, primo Matthew. E foi uma pancada atrás de outra, já que nenhum personagem deu indícios de sua saída de um episódio pra outro: A Sybil morreu logo após dar a luz e o Matthew bateu as botas num acidente de carro logo após se tornar pai (Seriam as crianças de “Downton Abbey” amaldiçoadas?). O que importa é que, para o bem ou para o mal, o seriado inglês logo menos volta pra telinha! Sedentos por novidades dos Crawley e CIA? Bora descobrir o que está pra acontecer na aguardada quarta temporada:
–  O luto de Lady Mary durará menos de 10 episódios (Ou seja: Começa e termina nesta temporada)! Segundo a atriz Michelle Dockery, sua personagem passará por um processo intenso e conturbado pela perda do marido e o nascimento de seu filho. Nele, a viúva meio que abrirá mão do seu mundo e afirmará “não saber se sente mais falta de Matthew ou da pessoa que era com ele”. Grande destaque neste processo se dará graças ao apoio de Anna, que tentará abrir a cabeça de sua chefe(?) para o fato de que o luto não pode se prolongar demais já que ela tem um filho agora e não vive mais por si, somente. É compreensível uma vez que a personagem acreditou ter o mundo feito ao se tornar mãe, casar com o cara que é apaixonada e, por tabela, salvar Downton da ruína… A atriz ainda entrega que o relacionamento entre mãe e filho será difícil pois “tudo na criança lembrará sua maior dor”, a perda do marido. Enquanto se recupera, pretendentes dos 4 cantos do globo aparecerão pra emprestar AQUELE “ombro abrigo” pra recente viúva. Apesar de pisar no freio em relação a maioria dos pretendentes, a mais geniosa das irmãs Crawley olhará com outros olhos para Lord Anthony Gillingham (Tom Cullen). O personagem dará as caras como convidado de uma festa na mansão. Outros pretendentes que prometem abalar as estruturas de Lady Mary são Blake (Julian Ovenden) e Evey Napier (Brendan Patricks). Pelo visto, o luto da galera de casa será maior que o da viúva (Em tempo: A atriz descartou completamente a possibilidade da personagem se envolver com o cunhado também viúvo, Branson).
– O primeiro episódio da quarta temporada girará em torno do enterro de Matthew e como isso afeta os moradores de Downton.  Segundo criador da série, Julian Fellowes, “esta perda abriu grandes possibilidades de crescimento ao show em territórios inexplorados até então”. Afirma ainda que esta temporada servirá ao seriado como um “renascimento” e que começou a escrevê-la “do 0, como se não houvessem outras temporadas de história”. Finaliza ao garantir que “perder alguns personagens pelo caminho é um fator extremamente positivo para o bom andamento do show, uma vez que virará o mundo de cada personagem de maneira única e elevará cada vez mais o padrão do show”. Claro que o enfoque maior se dará pra viúva do cara, mas espero que destaquem também ao processo de cura da mãe dele e como ela ficará diante da possibilidade de sua (ex)nora engatar um novo romance. Garantido mesmo será o sofrimento de Mr. Carson que, por ter enorme adoração por Lady Mary, ficará dilacerado por não poder ajudar sua protegida durante o luto.
– O fato do nascimento de George, herdeiro de Mary e Matthew, não resolverá a situação imobiliária de Downton (Ao menos, de cara!)! Segundo Naeme, “o futuro parecerá um pouco menos sólido dado o tamanho de questões jurídicas e barreiras legais que a família enfrentará até, enfim, estabilizar a situação de D.A. . Adianto que a situação está longe de ser resolvida…”. E aí: Chegará o dia que a família viverá no puxadinho do Carson? Keep watchin’!
– Os personagens Matthew e Sybil foram tirados da série a pedido dos próprios atores, Dan Stevens e Jessica Brown Findlay. Outra baixa do elenco é a da empregada pessoal de Cora, O’Brien. No show, ela conseguirá outro emprego e não volta nem pro primeiro episódio! E se você pensa que, por isso, a maldade dará uma trégua na quarta temporada enganou-se: Joanne Froggatt, intérprete da empregada Anna deixou escapar que novos personagens aparecerão na trama para preencher a cota de veneno deixada pela saída de O’Brien! Uma vaga aberta na mansão, mandem seus curriculos… Hahahaha!
– Segundo Rebecca Eaton  (Produtora executiva da Masterpiece, responsável pela exibição da série nos EUA), a quarta temporada trará mais (E maiores) reviravoltas e/ou plots inesperados, como a morte de Matthew e Sybil. “Por se passar durante a Primeira Guerra Mundial, as mudanças vividas na época acontecerão em larga escala, e ao tempo todo”, afirma. Entretanto, não entrega se estas grandes mudanças serão positivas ou negativas… Para aguçar a curiosidade do público, Fellows declarou: “A vocês não virão a morte de Sybil chegando ou o acidente de Matthew a espreita – ATENÇÃO! Reservei muitas coisas pra este ano que vocês também não verão sequer a sombra”. Não sei aí, mas aqui a ansiedade já pegou FORTE!
– Não será nesta temporada ainda que Mary e Edith resolverão suas diferenças. Aliás, esta temporada trará a tona a antiga rivalidade apresentada por elas desde a primeira temporada. O fato é que Edith não se sensibilizará tanto pelo fato da vida da irmã ter virado 360º por acreditar que Mary só colheu o que plantou. Ela levantará situações passadas como as sabotagens da irmã em seus poucos interesses amorosos e terá certeza que tudo o que aconteceu a viúva de Matthew se deu devido sua maldade com ela. Sei lá… Existe mundo ao redor do umbigo. Alguém avisa.
– Falando na ovelha-negra de Downton Abbey: Na última temporada, Edith foi abandonada no altar por Sir Anthony Strallan e decidiu se focar em sua carreira de escritora/jornalista do jornal The Sketch, aparecendo assim no radar do editor Michael Gregson. Até aí, tudo certo para o futuro pretendente se não fosse o fato do cara ser casado! Pior que isso: Sua mulher é louca e está TRANCADA (Essa é a palavra usada pra descrever, amigos) em algum lugar da Grã-Bretanha! BIZARRO. Tudo começará quando o relacionamento entre os dois “faiscar” e  Edith se questionar por que alguém tão bom quanto Michael passa tanto tempo fechado no jornal, como se vivesse de maneira solitária, recluso ao mundo exterior. O fato de sua mulher não estar presente e a herdeira feinha de Downton Abbey estar toda “cheia de amor pra dar” pro lado do cara soará como uma boa saída para o dilema do editor. A temporada nem voltou e já tô na pegada de que a mulher do cara chegue arregaçando meia Redação! Não torço pela Edith e não acharia chato a cabeça dessa Crawley rolar (No melhor estilo Game Of Thrones!). Será que teremos por aí uma personagem semelhante ao pesadelo que foi a ex-mulher de Bates!? É esperar pra ver.
– Questionada pelo BuzzFeed sobre quem deveria ser o “par ideal” para sua personagem, Laura Carmichael foi enfática ao responder: “Ryan Gosling! Ele poderia viver um astro de cinema americano dos anos 20 que chegaria de mansinho e ganharia Edith pelo jeito de fumar. Seria uma ótima adesão ao elenco!”. Se vocês assistem a mesma série que eu, estão ligados que o cara (Ou qualquer outro!) só precisaria RESPIRAR perto dela pra ela chegaria junto na hora… Gosling: Se a tua é catar bagulho, cola no casarão que naquela rede tem peixe!
– SOLTEM OS ROJÕES: Nesta temporada, ANNA E BATES SERÃO FELIZES!! Desde o primeiro ano da série, esse é meu casal preferido e, a menos a Lady Violet “se arranje por aí”, continuará assim. A atriz Joanne Froggatt, que dá vida a empregada, garantiu que a quarta temporada será tranquila para o casal de empregados. “Deu para ver no final da terceira temporada, com a compra da casinha própria, que as coisas prosperariam para eles. De fato, eles viverão um ano bem mais tranquilo que os anteriores. Pra não dizer que tudo são flores, Anna enfrentará uma situação delicada, mas não muito grave. Será um ano para presentear quem torceu pela união de Bates e Anna.”. Quando instigada sobre uma possível gravidez para sua personagem, a atriz respondeu de pronto: “Quem sabe? Você precisará assistir para descobrir”. Vou lançar a hashtag #BabyBates (Pode achar ofensivo, não vou apagar).
– “Diga ao povo que TOM BRANSON fica!”. Apesar do trocadilho sofrível, o ator garantiu que o personagem continuará na trama tão desajustado quanto se encontra até agora. Cúmplice de um casamento forçado, voltou a Downton com Sybil fugidos e perdeu a esposa logo após dar a luz ao filho do casal. Nessa encruzilhada, o cara descobriu num ambiente anteriormente hostil, uma espécie de família. A verdade é que na última temporada ele recebeu certa atenção da família Crawley, apesar de uma parte não engolir o cara por completo. O ator que dá vida a Branson diz que este ano será conflitante para o personagem pois ele se adaptou a rotina rica mas não é quem ele é. Houve um boato que Tom se envolveria com a babá de seu filho, mas o ator fez questão de desmentir com outra afirmação: “Tom não terá um relacionamento com a babá, estranhamente”. Prevejo merda vindo por aí… Mesmo porque, na promo que vocês conferem no fim da matéria, tem um take que comprometerá todo o relacionamento de Tom com a família de sua ex-mulher. Bom… Pra fugir, já vimos que o cara é bom. Não seria a primeira vez.
– Prepare-se para uma grande temporada para Lady Rose MacClare (Lily James)! Inserida no fim da terceira temporada após dar de cabeça pra sua mãe em Londres, a jovem prima de Matthew começará a temporada na mansão e terá como principal mansão trazer o frescor da juventude para a série afinal, as irmãs Crawley já cresceram e se tornaram adultas maduras (Até que se diga o contrário). A série entrará em 1920 na 4ª temporada e trará os avanços da mulher na sociedade. Quem apostou que Mary ou Edith seriam percursoras e marcariam seu nome na história feminista britânica, deu com os “burros n’água”! A rebelde Rose promete ser um dos personagens mais destacados no quarto ano da série. Vale destacar também que ela criará laços profundos com Anna, que recebeu umas aulas de dança da adolescente no episódio de Natal. A empregada se sensibilizará por alguém jovem como Rose estar no meio de um período tão pesado quanto será o luto enfrentado em Downton. Uma amizade virá daí!
– O 4º ano do show terá como um dos principais plots a distinção racial. Segundo Charmichael (Edith), “será algo expressivo apesar das pessoas agirem com discrição. Os moradores de Downton nunca tinham visto uma pessoa negra na vida que não fosse escravo e isso, na mentalidade da época, causava certa estranheza. Um fato novo na temporada também será o fato de a modernidade, pouco a pouco, alcançar a mansão: Teremos uma banda de jazz tocando numa das festas, acreditem!”.
– As certezas de Robert voltará a cogitar o poder de Downton para si. Após garantir o casamento de Mary com Matthew e bater o pé em ao relação ao jeito administrativo do genro, o patriarca Crawley voltou a perder o sono após a morte do ex-comandante militar. O filho de Mary virá a assumir Downton um dia, mas até lá alguém precisará tomar o controle das coisas e garantir que nada saia do controle. Realmente: Até o bebê estar apto a ocupar o cargo do avô, levarão cerca de 20 anos! Outro fator que veremos nesta temporada é que os burgueses do casarão colocarão a mão na massa, literalmente!! Liderados por Branson e Mary, eles guiarão Downton pelas próprias mãos e verão aonde chegam. Essa série é grandiosa.
– Existe redenção para quem é ruim? Será este o plot de Thomas na 4ª temporada do seriado. Após ocupar a vaga de sub-mordomo, ele dará uma trégua nas maldades contabilizadas até o fim da terceira temperada mas isso não quer dizer que ele abrirá mão completamente das atitudes que o trouxeram até o presente. O que será que o cara vai aprontar esse ano?
– O que acontece com o Molesley? Vocês lembram do valet figurassa do Matthew? Após a morte de seu empregador, o cara não teria mais o que fazer no seriado, certo? Certo. Até a equipe de criação repensar a idéia trazer ao personagem uma nova chance de continuar no show. E ele será da maneira mais deduzível possível: O ex-mordomo vai entrar pro time de empregados da casa. Eu me diverti muito com as cenas dele (A do baile bêbado, então) e fico satisfeito com a notícia. Ele não altera em nada o rumo da história, mas gosto do fato de que alguma atrapalhada do Molesley está a espreita.
– Mas a Lady Isobel, mãe do Matthew? Como fica? Segundo a atriz que vive Lady Mary, o personagem de sua sogra ficcional será tratado com grande atenção e afeição. “Violet perdeu o filho, sem mais nem menos. O luto é tão dela quanto de Mary”. Tão não… É mais né pô! A mulher criou o cara a vida toda e vai querer comparar o sofrimento com o de uma mulher que passou poucos anos em sua vida. Não tem jeito. Talvez agora seja a hora da sessentona dar uma chance pro Dr. Clarkson. Não?
Confira abaixo a primeira promo da quarta temporada liberada pela iTV:

O seriado volta para sua aguardada 4ª temporada dia 22 de Setembro (UK).

[SERIES] THE GOODWIN GAMES : 1×02/03 – “Welcome Home, Goodwins” e “Small Town”

The Goodwin Games - Cabeçalho de Post

Jogo sem regras perde seus jogadores pelo caminho.

Fiquei muito animado pela promo inicial do seriado ano passado. Parecia que a FOX apresentaria a sua audiência uma versão de “New Girl” com os jogos entre irmãos de pano de fundo. Não podia estar mais enganado! O seriado beira o infantil (Só não é pelos protagonistas soltarem palavrões vez ou outra) e, sem zoeira, poderia facilmente entrar na programação dos canais Boomerang ou Disney XD na TV paga . O que é uma pena, já que o elenco é bom e transparece entrosamento.

No segundo episódio, os Goodwins recebem a missão de “cuidarem de si” enquanto dividem o mesmo teto. O Jimmy roubou equipamentos de esqui e sua trama se resumiu a escapar de situações que entregariam seu feito. Não teria hora pior para reencontrar um antigo amigo de escola, agora policial da cidade e namorado da ex de Henry. Não acompanho a carreira do Scott Foley mas lembro dele em personagens marcantes como o também Henry de “Grey’s Anatomy” ou, atualmente, o sargento Jake da excepcional “Scandal”. Uma característica clara sobre o cara é que ele arregaça em dramas e vacila GRANDE em comédias. O Henry será importante pra carreira do ator por ser seu primeiro protagonista, mas acredito também que será “a mancha” em seu currículo pela qualidade do personagem. Sério, é muito ruim. Quando ele grita “WHO ARE YOU?” pro Elijah a cada episódio fica evidente o desespero pela risada da audiência que, dificilmente, vem. De qualquer forma, nesse episódio Henry apresentaria sua noiva para a a ex, mas a noiva não aparece e o cara tem um ataque de ciumes por ver que a ex namora um idiota. Fechando os ciclos, a cidade odeia a Chloe por ela ter dificultado a vida de todos durante a escola. Logo, quando ela marca uma festa, ninguém aparece e a atriz percebe o quão fundo é o buraco que cavou. Ela tenta se desculpar em público e recebe rejeição em troca. Não mais que de repente, se dá conta que a única amiga que teve de verdade no colegial foi a japonesa que dá play nas fitas de seu pai. Ela se desculpa com a mulher e passa creme de queijo no cabelo em sinal de bandeira branca. No fim, Henry e Chloe devolvem os objetos roubados e Jimmy convoca as pessoa da cidade para a festa na casa dos Goodwin sob a promessa de bebida na faixa a noite inteira. Você que não viu o episódio e segue essa resenha, me responde: Parece ou não parece seriado da Disney!?

Já no terceiro episódio, Chloe e Jimmy percebem que terão que se adaptar a vida interiorana o quanto antes enquanto Henry se esconde das obrigações com os irmãos atrás de turnos contínuos no hospital. Falando em preocupação, neste capítulo Chloe deixa claro o quão se preocupa com o irmão caçula pelo fato de ser irresponsável e roubar coisas com frequência. Até no relógio de sua mãe que a irmã levava no pulso o cara passou a mão! A única justificativa dada é de estar ocupado com um projeto secreto. Desconfiada de não ser algo bom, Chloe tira Henry do hospital e eles descobrem, após ela ser informada de seu despejo em NY, o tal projeto secreto: Quando criança, Jimmy e o pai  do trio costumavam construir uma cidade miniatura que servia de cenário para um trenzinho passar. Com isso em mente, o cara decidiu reproduzir a cidade que fazia  com seu velho e incluiu bonecos para representar os habitantes da cidade, inclusive seus irmãos. A maquete e os bonecos são a abertura do seriado, por sinal. Outro fato relevante no episódio foi a busca de Chloe por uma academia de yoga que ensinavam movimentos bizarros como uma galinha ciscando… Com essa, deixo vocês “com gostinho de quero mais”! Hahahahaha.

[SERIES] THE GOODWIN GAMES : 1×01 – “Pilot”

The Goodwin Games - Cabeçalho de Post

Get’cha head in the game!

Um dos seriados que tinha maior curiosidade de ver desde 2012 era “The Goodwin Games”. Não me entendam mal: A sinopse e promo entregavam que o seriado não nenhum marco e a história passaria longe de ser relevante, mas a criatividade da premissa me interessou de cara. O show começa quando Benjamin, o pai dos Goodwin, falece logo após encerrar a gravação de uma série de fitas (Aliás, por que fitas? Cadê a tecnologia na bagaça?) que mudarão as vidas de seus três filhos: O médico ambicioso e egocêntrico Henry, a modelo e atriz fútil Chloe e o ex-presidiário irresponsável Jimmy.

No enterro do pai, eles recebem um cartão de um “monge de laranja” escrito para comparecem no dia seguinte em determinado endereço para divisão de herança. Até aí, eles acreditam que o pai deve ter levantado uma quantia rasa para dividir entre o trio e vão ao encontro despreparados para a notícia que, na realidade, a herança do pai está estimada em 23 milhões de dólares. E mais: Somente um deles levará a bolada. Como? A partir de “missões e jogos” sugeridos pelo patriarca nas fitas gravadas, estas exibidas pela advogada do falecido. Lógico que o trio topa pagar o preço exigido para botar a mão na grana. De cara, o desafio é leve: Os Goodwin terão que jogar uma partida de tabuleiro de perguntas e respostas sobre… os Goodwin! A única especificação é que terão que jogá-la até o final. Quem nunca jogou um jogo de conhecimentos até o final? OS GOODWIN! E como previsto, eles brigam na metade do jogo e não chegam ao fim da partida, sobrando somente Chloe e o coadjuvante mais tosco da história dos seriados que ninguém sabe como foi parar na “competição”.

Ao comparecerem no dia seguinte ao escritório da advogada, Chloe avisa que venceu e a próxima fita de Benjamin diz que se eles não chegaram ao fim do jogo, ninguém venceu já que o intuito era uni-los após a partida do patriarca. Enquanto ele anuncia isso, Chloe se liga na mão do pai e percebe que o mesmo está se comunicando com ela por código Morse, indicando que algo a espera no sótão da casa dele. Logo que chegam em casa, Henry e Jimmy estão prontos para desistir da besteira que o pai propôs e retomar suas vidas quando Chloe toca uma “concha-berrante” após ler a mensagem de apoio que o pai lhe escreveu no andar de cima da casa. Ela pede para que os irmãos fiquem, não desistam da competição e joguem uma vez mais o jogo, desta vez até o final. Aí o trio vai para um bar e consegue finalmente finalizar uma partida de tabuleiro juntos. Não mais que do nada, surge o “monge de laranja” de novo e lhes entrega um novo cartão, escrito que uma foto durará mais o momento que acabaram de dividir. Por coincidência do roteiro/destino, uma cabine fotográfica tá bem na frente deles, OLHA SÓ! Eles correm pra dentro e um novo vídeo do pai aparece, dizendo que se quiserem continuar na disputa, a próxima fase do jogo exige que o trio volte a morar junto na casa em que cresceram, finalizando assim o episódio piloto.

SALDO FINAL: O episódio, apesar de simples e se ater a uma linha de edição bacana (Própria da FOX, aliás), tem poucas chances de causar riso ou ser comparado a prata da casa, “New Girl”. Espera-se que uma comédia seja engraçada, certo? Pois bem: Neste piloto, “The Goodwin Games” mostrou desatenção total a principal regra do manual de instruções. Quem ganha e quem perde? Só quem joga decide (Neste caso, a audiência ativa norte-americana).

Confira abaixo a promo do segundo episódio de “The Goodwin Games”: