[SERIES] Série NASHVILLE é cancelada… mas nem tudo está perdido!

É isso mesmo que você leu!

Esta semana, o canal de TV norte americano ABC anunciou o cancelamento de alguns shows de sua grade. Um deles, foi o drama musical Nashville: Em sua atual 4ª temporada, a série que conta as histórias das cantoras country Rayna James e Juliette Barns recebeu a foice do cancelamento, deixando fãs e equipe do show extremamente preocupados, visto que não há um final gravado para a temporada que se encerra 25 de Maio. Além disso, revistas especializadas em seriados anunciaram semanas atrás que esta temporada terminaria com uma “bomba”, justificando a sequência para o ano seguinte do show.

Verdade seja dita: A série amarga audiência decrescente desde seu segundo ano e, mesmo gostando do show e do grande número de participações especiais, eu honestamente acreditava que a emissora manteria a série na grade até ela atingir syndication (uma série atinge este direito de ser exibida em plataformas de streaming após atingir 88 episódios; Curiosamente, Nashville encerrará  trabalhos (até o momento) com 87).

Diante da onda de reclamações online, a Lionsgate (produtora da série) se pronunciou com o seguinte tweet:

Nashville_Lionsgate

Isso significa que talvez a série retorne em outro canal/plataforma para uma temporada de despedida, ao menos. Vale lembrar que isso acontece com frequência e vou usar como exemplo a série The Killing, que foi cancelada em seu canal oficial e teve os direitos comprados pelo Netflix para uma temporada final, para encerrar dignamente o show. Honestamente, acho difícil a série “ser abraçada” devido seu alto custo de produção.

Atualmente, a série é exibida pelo canal ABC (Sony, no Brasil), possui 12 álbuns lançados (com colaborações de Christina Aguilera a Steven Tyler) e grande parte do elenco segue em turnê na América do Norte e Europa.

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[MUSICA] GRAMMY AWARDS 2015 :: Indicados, shows e meu chute sobre os vencedores!

Todos sabem (ou deveriam saber) que neste domingo (8 de Fevereiro) rola a maior festa do universo da música: O Grammy Awards! A lista dos indicados saiu em 2014, mas como sempre cai no esquecimento, decidi fazer um apanhado geral mais próximo da data de exibição, até mesmo por ter mais informações para comentar.

Os campeões de indicações empata em trio: O rapper Pharell Williams,  o novato Sam Smith e a ex-“Destiny’s Child”, Beyoncé Knowles, receberam 6 indicações cada. A lista de apresentadores da noite traz nomes como Adam Levine, Gwen Stefani, Usher, Pharrell Williams, AC/DC, Eric Church, Brandy Clark, Herbie Hancock, Hozier, Jessis J, Tom Jones, Juanes, Miranda Lambert, Lang Lang e Annie Lennox. Os shows oficiais já foram confirmados também e, o que vier dali em diante, serve de surpresa intencional. Confira a relação de cantores que tomarão ao palco da premiação:

  • “Glory”/”Take My Hand, Precious Lord” – John Legend e Beyoncé
  • “Living For Love” – Madonna
  • “By The Grace of God” – Katy Perry
  • “I’m Not The Only One” – Sam Smith e Mary J. Blidge
  • Ariana Grande (Medley de hits)
  • Beck e Chris Martin, do Coldplay (Lançamento de Beck)
  • “Goody, Goody” – Tony Bennett e Lady Gaga
  • John Mayer com Ed Sheeran e Questlove (Lançamento de Mayer)
  • “FourFiveSeconds” – Rihanna, Paul McCartney e Kanye West
  • Kanye West (Solo e lançamento)

É show pra porra! Fora que tem lançamento de single a dar com pau… Mas a grande atração da premiação são as categorias. A grande maioria das músicas tocou incessantemente ao redor do globo e merecem suas indicações com louvor. Mas vamos parar de enrolar e bora ver quem concorre (e quem eu acho que leva) a sonhada estatueta do Grammy 2015:

Gravação do ano
Iggy Azalea feat. Charli XCX, “Fancy”
Sia, “Chandelier”
Sam Smith, “Stay with Me (Darkchild Version)”
Taylor Swift, “Shake It Off”
Meghan Trainor, “All About That Bass”

Merecidamente: Taylor Swift chegou metendo o pé na porta POP com o hit instantâneo “Shake It Off” e vale a estatueta de canção do ano. Não sei quem indicou “That Bass” a uma categoria tão importante quanto esta mas, DIFICILMENTE, leve. Acredito que a treta esteja por Taylor e Iggy mesmo.

Melhor álbum country
Dierks Bentley, Riser
Eric Church, The Outsiders
Brandy Clark, 12 Stories
Miranda Lambert, Platinum
Lee Ann Womack, The Way I’m Livin’

Vencedora de diversos prêmios, o álbum “Platinum” tem tudo pra levar pra casa da mulher Blake Shelton um novo Grammy . Particularmente, acho o álbum um pouco chato mas o single “Somethin’ Bad” com a agora mamãe Carrie Underwood já é motivo suficiente para a indicação do álbum na categoria!

Melhor álbum pop
Coldplay, Ghost Stories
Miley Cyrus, Bangerz
Ariana Grande, My Everything
Katy Perry, Prism
Ed Sheeran, X
Sam Smith, In the Lonely Hour

Minha aposta é que este ano dê novato na cabeça (nesta categoria, ao menos)! Acho grande a probabilidade de embate entre o inglês Sam Smith e a norte-americana Ariana Grande, com vitória do cara. A piada da premiação, todo ano, é o fato de Katy Perry concorrer e nunca levar um Grammy pra casa: Ela vencer (esta ou qualquer categoria) surtirá espanto geral porque ela é uma das artistas mais “desprezadas” pelo comitê julgador da festa.

Melhor álbum contemporâneo
Jhene Aiko, Sail Out
Beyoncé, Beyonce
Chris Brown, X
Mali Music, Mali Is . . .
Pharrell Williams, Girl

Não há a menor sombra de dúvidas que Beyoncé leve a estatueta aqui: Aclamado por público e crítica, “Beyonce” provou ser um álbum a frente de seu tempo desde seu lançamento surpresa (e com um DVD contendo um videoclip completamente diferente do outro, para cada canção do álbum). A única “ameaça” aqui à mulhe de Jay-Z seria, o tão competente quanto, Pharrell Williams. Mas acho difícil.

Melhor performance pop solo
John Legend, “All of Me”
Sia, “Chandelier”
Sam Smith, “Stay With Me”
Taylor Swift, “Shake it Off”
Pharrell Williams, “Happy”

Vale torcer pela zebra!? Esta categoria está muito forte, só com hits. A vitória da Sia seria uma surpresa bacana, que espero que role. Fora que ela subir de costas para receber o prêmio é o algo com grandes chances de me fazer cagar de rir (A campanha de marketing deste álbum de Sia deixa ela performando todas as músicas de costas para o público, sem mostrar o rosto em nenhum momento. Será que o mesmo se adequará a premiação? Será que a mina do clipe vai rodopiar o Grammy inteiro? Aguardemos).

Melhor álbum de rock
Ryan Adams, Ryan Adams
Beck, Morning Faze
The Black Keys, Turn Blue
Tom Petty and the Heartbreakers, Hypnotic Eye
U2, Songs of Innocence

A julgar por toda a campanha dos caras ao dar seu álbum novo via iTunes para clientes Apple, acredito que os caras mereçam um prêmio pela pica que compraram. Deu muita confusão essa ação de marketing, o que gerou um “sincero” pedido de desculpas depois. Mas, dessa galera, quem mais deu o que falar em 2014!? PS: Uma ameaça nesta categoria é o The Black Keys, por conta do single “Fever”

Melhor novo artista
Bastille
Iggy Azalea
Brandy Clark
HAIM
Sam Smith

Com a exceção de Brandy WHO!? Clark, todos concorrentes realmente apareceram em 2014! Minha aposta vai para Iggy Azalea, minha torcida para Sam Smith e ego-indie aponta pro Bastille. Quem é a melhor pedida!?

Melhor álbum do ano

Morning Phase, Beck
Beyoncé, Beyoncé
X, Ed Sheeran
In The Lonely Hour, Sam Smith
Girl, Pharrell Williams

E de novo, fica entre Beyoncé e Sam Smith. Mas acho que a mãe de Blue Ivy leva esta também! É álbum do ano. Vale o gramofone!

Melhor canção de rock
Paramore, Ain’t It Fun
Beck, Blue Moon
The Black Keys, Fever
Ryan Adams, Gimme Something Good
Jack White, Lazaretto

Pode sonhar? Seria uma injeção de ânimo para o Paramore, que já esteve melhor nos charts de lá…

Melhor álbum de reggae
Ziggy Marley, Fly Rasta
Lee Scratch Perry, Back On the Controls
Sean Paul, Full Frequency
Shaggy, Out of Many, One Music
Sly & Robbie & Spicy Chocolate, The Reggae Power
Soja, Amid the Noise and the Haste

Soja. Porque é foda E CABÔ!

Melhor álbum vocal pop tradicional
Lady Gaga & Tony Bennett, Cheek to Cheek
Johnny Mathis, Sending You a Little Christmas
Annie Lennox, Nostalgia
Barbra Streisand, Partners
Barry Manilow, Night Songs

Eu não ouvi nenhum material desta categoria, mas a Annie Lennox é boa demais e ainda por cima estará pela festa apresentando um dos prêmios. Dado material antigo, espero que vire!

Melhor trilha sonora
Trapaça
Frozen
Get On Up
Guardiões da Galáxia
O Lobo de Wall Street

A trilha sonora de “Guardiões da Galáxia” é SEN-SA-CI-O-NAL! É uma das melhores dos últimos tempos, diga-se de passagem. Mas a trilha de “Frozen” é um fenômeno… Difícil bater.

Melhor dupla pop ou performance em grupo
“Bang Bang” – Jessie J, Ariana Grande and Nicki Minaj
“Fancy” – Iggy Azalea feat. Charli XCX
“Say Something” – A Great Big World and Christina Aguilera
“A Sky Full Of Stars” – Coldplay
“Dark Horse” – Katy Perry feat. Juicy J

Este é o caso que aposto na chiclé “Bang Bang” mas torço por “Full Of Stars”. O álbum “Ghost Stories” do Coldplay é um dos melhores que ouvi nos últimos tempos e a faixa que abre o álbum, “Always On My Mind”, é a melhor faixa que eles já fizeram. Quero prêmio pra trupe de Chris Martin, mas não acredito que realmente venha.

Melhor videoclipe
“We Exist” – Arcade Fire
“Chandelier” – Sia
“Turn Down For What” – DJ Snake and Lil Jon
“The Golden Age” – Woodkid feat. Max Richter
“Happy” – Pharrell

Rapaziada, o que “Happy” tá fazendo aqui? Na boa, parece que foi editado no Movie Maker. Puta clipe sem-graça da porra! O “Chandelier” é uma parada doida com a mina encapetada! Prêmio pra Sia.

Melhor álbum de Americana
The River And The Thread – Roseanne Cash
BLUESAmericana – Keb’ Mo’
A Dotted Line – Nickel Creek
Metamodern Sounds in Country Music – Sturgill Simpson
Terms Of My Surrender – John Hiatt

Não entendi a categoria, nunca ouvi nenhum deles (nem pelo nome). Próximo…

Melhor Álbum Alternativo
Reflektor – Arcade Fire
Lazaretto – Jack White
St. Vincent – St. Vincent
This Is All Yours – Alt-J
Melophobia – Cage the Elephant

Eu pensei que “The Suburbs” seria o máximo dos caras e… foi! Mas “Reflektor” não desaponta em quesito algum e entrega mais um ótimo material alternativo.

Melhor Performance de Rap
Drake
Kendrick Lamar
Eminem
Lecrae
Childish Gambino

Drake. Não conheço o material completo dele mas ele tem a moral alta pelas terras do Tio Sam e, como Eminem deixou de ser tendência a ao menos uma década, aposto no rolo da Rihanna.

Melhor gravação de música eletrônica
“Never Say Never” – Basement Jaxx
“Rather Be” – Clean Bandit featuring Jess Glynne
“F for You” – Disclosure featuring Mary J. Blige
“I Got You” – Duke Dumont featuring Jack Jones
“Faded” – Zhu

“Nara na ná – No place I rather BE!”! Essa música fixou igual chiclete em todas as estações de rádio e espero que seja reconhecida pela Academia Musical.

Melhor álbum de música eletrônica
“Syro” – Aphex Twin
“While (1 < 2)” – Deadmaus
“Nabuma Rubberband” – Little Dragon
“Do It Again” – Röyksopp & Robyn
“Damage Control” – Mat Zo

Mais uma da categoria “Chutei mesmo Records”!

Melhor álbum de música contemporânea instrumental
“Wild Heart” – Mindi Abair
“Slam Dunk” – Gerald Albright
“Nathan East” – Nathan East
“Jazz Funk Soul” – Jeff Lorber, Chuck Loeb, Everette Harp
“Bass & Mandolin” – Chris Thile & Edgar Meyer

… sei lá. Já ouviu falar de alguém aí ou só eu que não, mesmo?

Melhor performance de rock
“Gimme Something Good” – Ryan Adams
“Do I Wanna Know?” – Arctic Monkeys
“Blue Moon” – Beck
“Fever” – The Black Keys
“Lazaretto” – Jack White

Uma das melhores músicas dos caras. Você não sabe se ela é triste ou feliz, é uma puta viagem! Espero que vire estatueta pra eles!

Melhor performance de metal
“Neon Knights” – Anthrax
“High Road” – Mastodon
“Heartbreaker” – Motörhead
“The Negative One” – Slipknot
“The Last In Line” – Tenacious D

Aquele momento que percebo que preciso voltar a ouvir mais rock. Desses, só ouvi o do Slip e gostei do que ouvi. Minha opinião aqui tá comprometidassa…

Melhor performance de R&B
“Drunk In Love” – Beyoncé e Jay Z
“New Flame” – Chris Brown e Usher & Rick Ross
“It’s Your World” – Jennifer Hudson e R. Kelly
“Like This” – Ledisi
“Good Kisser” – Usher

Concorreu, levou. O álbum foi um fenômeno e acredito que reflita-se em número de estatuetas.

Melhor performance de R&B tradicional
“As” – Marsha Ambrosius & Anthony Hamilton
“I.R.S.” – Angie Fisher
“Jesus Children” – Robert Glasper Experiment e Lalah Hathaway & Malcolm Jamal Warner
“Nobody” – Kem
“Hold Up Wait A Minute (Woo Woo)” – Antonique Smith

Conheço ninguém. Vocês?

Melhor canção de R&B
“Drunk In Love” – Beyoncé e Jay Z
“Good Kisser” – Usher
“New Flame” – Chris Brown e Usher & Rick Ross
“Options (Wolfjames Version)” – Luke James
“The Worst” – Jhené Aiko

O mesmo que citei acima: Só flop, cara. Fica fácil “Drunk In Love” levar assim.

Melhor álbum de R&B
“Islander” – Bernhoft
“Lift Your Spirit” – Aloe Blacc
“Love, Marriage & Divorce” – Toni Braxton & Babyface
“Black Radio 2” – Robert Glasper Experiment
“Give The People What They Want” – Sharon Jones & The Dap-Kings

Desenterrada dos anos 90, Tony Braxton lançou um álbum com o não menos zumbi Babyface! Baiei e tentei ouvir algumas vezes, mas achei muito “melado” pro meu gosto. Como foi o único que ouvi, bora Braxton.

Melhor parceria de rap
“Blak Majik” – Common Featuring Jhené Aiko
“The Monster” – Eminem Featuring Rihanna
“Tuesday” – I Love Makonnen Featuring Drake
“Studio” – Schoolboy Q Featuring BJ The Chicago Kid
“Bound 2” – Kanye West & Charlie Wilson

A parceria com Rihanna trouxe Eminem do mundo dos mortos e deu certa relevância ao cenário musical atual, mas o cara não soube manter nenhum dos seus outros dois singles vingaram. Tá punk, nego! Mas “The Monster” emplacou e espero que seja reconhecida.

Melhor música de rap
“Anaconda” – Nicki Minaj
“Bound 2” – Kanye West & Charlie Wilson
“I” – Kendrick Lamar
“We Dem Boyz” – Wiz Khalifa
“0 To 100 / The Catch Up” – Drake

“My anaconda DON’T!”. Nicki, corre pro abraço!

Melhor álbum de rap
“The New Classic” – Iggy Azalea
“Because the Internet” – Childish Gambino
“Nobody’s Smiling” – Common
“The Marshall Mathers LP2” – Eminem
“Oxymoron” – Schoolboy Q
“Blacc Hollywood” – Wiz Khalifa

A julgar pelos hits, Iggy Azalea já levou mesmo essa. O álbum teve até uma nova versão, com novas música. É uma fase de ouro pra Iggy, que tem tudo pra ser coroada na noite deste 8 de Fevereiro.

Melhor performance solo country
“Give Me Back My Hometown” – Eric Church
“Invisible” – Hunter Hayes
“Automatic” – Miranda Lambert
“Something in the Water” – Carrie Underwood
“Cop Car” – Keith Urban

Eu tô ligado que a Miranda leva aqui, mas não custa sonhar com a estatueta indo pra Carrie: “Something In the Water” é uma das melhores canções da carreira da Rayna James real e marca o lançamento de seu Greatest Hits, junto com a chegada da cegonha. Um Grammy não viria em hora melhor!

Melhor dupla ou grupo de country
“Gentle On My Mind” – The Band Perry
“Somethin’ Bad” – Miranda Lambert e Carrie Underwood
“Day Drinking” – Little Big Town
“Meanwhile Back At Mama’s” – Tim McGraw e Faith Hill
“Raise ‘Em Up” – Keith Urban e Eric Church

Se me basear pelo “Country Music Awards” (CMA), “Day Drinking” leva. Mas se mandar todos a merda e EU MANDAR NESSA PORRA, tó Carrie. #CasaComigo

[SERIES] NASHVILLE :: 3×01 – “That’s Me Without You”

Nashville_Cabeçalho1

Encontros, desencontros e um baby boom.

A terceira temporada de “Nashville” começou no rabicho do season finale, inconclusiva. Comecemos por Rayna e seus dois pedidos de casamento: Após ter a mão pedida em cima do palco por Luke, Deacon chega junto no backstage e também pede a mão da cantora. Até aí, sem novidades… mesmo depois de ver o episódio de retorno! A protagonista opta por escolher Luke mas todo mundo sabe que ela vai terminar com o Deacon e, como a temporada acabou de começar, não faz sentido ela juntar as botas com o guitarrista problemático agora. Pensando estrategicamente, a carreira (Lê-se gravadora) dela tem tudo pra aparecer relevantemente aos olhos do público após a união matrimonial das duas maiores estrelas country da história (É tipo Blake Shelton e Miranda Lambert, para um exemplo real). Fato é que ela tá mais perdida que caixa inexperiente em Black Friday e, provavelmente, meterá os pés pelas mãos com Wheeler.

A história de Juliette sim deu uma mexida: Ainda na fossa por Avery ter descoberto que ela deu pro dono da antiga gravadora, a cantora implora pelo perdão do baixista que, com razão, manda a mina a merda. Ela tem tipo um colapso nervoso após participar de uma audição para interpretar um filme musical sobre a vida da cantora Patsy Cline, onde dá umas tesouradas no cabelo. Até aí old Juliette, mas a bomba chega na última cena: O médico que chega para examiná-la diz não poder receitar medicação forte pelo fato da cantora estar grávida. A dúvida que paira é: Quem é o pai da criança? Avery? O dono da gravadora? O playboy dono das estações de rádio? Enquanto aguardamos, fica aqui registrado que essa saída pra personagem serve como uma luva pra atriz, que realmente engravidou! Barrigão real na telinha nos próximos capítulos.

Aquela viagem da Scarlet com o Avery e o Gunnar colou aí? Porque não colou aqui. A cantora não ter superado a “pane” que deu no palco e por isso decidir voltar para sua terra até faz sentido (Apesar de covarde), mas o Avery decidir ir junto por estar puto com Juliette (E de porre) e Gunnar ir por “não cogitar abrir a porta do carro” foi demais pra qualquer cristão… Ele dizer que a namorada dele levou na boa foi mais descabido ainda (Pra quem não lembra, Zoey era melhor amiga de Scarlet, também ex-namorada de Gunnar). O plot só foi válido pelo tombo do Avery e a fuga do bar, pq de resto ó, uma bosta! No fim, Scarlet decide voltar pra Nashville pois lá está sua família de verdade. As vezes os roteirista do seriado pesam a mão na melação e, honestamente, esta foi uma delas.

Finalizo com uma pergunta: Por que o “casal” Will e Layla ainda está no show? No fim da temporada, o cara esquece completamente que sua casa está cheia de cameras devido ao reality show e abre pra então noiva que é gay. O atual episódio traz uma Layla puta da vida por ter sido enganada e um Will perdidasso! Quando eles decidem encerrar o contrato com a produção do reality, BOO-YA, a produtora saca a declaração de Will e sugere sua publicação caso a dupla fuja ao roteiro do “casal feliz” interpretado até o momento. Sabe o que essa dupla precisa? De uma tragédia a lá “Grey’s Anatomy”, onde a galera simplesmente morre sem mais nem menos e a produção só abate da folha de pagamento. Sinceramente, esse lenga-lenga vai estender e não acho que o  plot rende muito mais, dado a mão que os roteiristas pesam a cada episódio do drama.

OBS: Achei interessante a participação da dupla Florida Georgia Line no show do Bluebird. Não conhecia a música e achei bem foda! O próximo episódio traz a participação de Luke Bryan.

Confira abaixo a promo do segundo episódio de “Nashville”:

[SERIES] NASHVILLE :: 2×01/02 – “I Fall To Pieces” e “Never No More”

Nashville

Demorou mas chegou!

2×01 – “I Fall To Pieces”

O segundo ano do “dram-usical” (Is that a word!?) veio com a repercussão do acidente de Rayna James e Deacon Clayborn: Apesar de passar a premiere inteira num coma “vagabundo” de fingido, a veterana country sai dessa visando mudar de vida e deixar todos acúmulos do passado pra trás. Enquanto isso, o mais novo ex-namorado da praça passou um tempo na prisão e bancou o rebelde até mesmo com a sonsa da Scarlet, garantindo que ele causou o acidente de Rayna e que merece pagar por isso. Ao acordar, a cantora o inocenta das acusações e ele é libertado. Encerrando a premiere, Juliette vê a possibilidade do lançamento de seu novo álbum ir pelo ralo dada a devoção dos “James fãs” (Hoje eu tô impossível!), que fazem a coletânea de Rayna “reinar” (HÁ!) nas vendas. Como cada chance é uma oportunidade, Juliette decide juntar-se a eles e compra um CD da Rayna faz um show na porta do hospital da acidentada, com direito a homenagem e o que tem direito. Agora, pensem comigo: Se você tá lá capengando no hospital, qual é a ÚLTIMA coisa que você vai querer durante sua estadia? Um show de quem você detesta talvez esteja no seu TOP5! Se fosse no mundo real, quantos processos a porra do hospital não teria tomado, hein? Podia endereçar tudo pra casa de Barns que, pelo visto, ela garantiria na boa.

Agora falando da parte “coadjuvante” da história, Scarlet comemora a última noite como bartender do Bluebird com uma festinha pros mais chegados. Após recusar o pedido de casamento de Gunnar, o clima entre os dois não vai bem mas isso não impede que o cara apareça no bar e seja uma vez mais esculachado pela, agora, ex. Em contra partida, a sobrinha de Deacon dá cada vez mais bandeira para o fdp do Avery, que de uns tempos pra cá vem se apresentando como “brother da Barns” e “novo Gunnar da temporada”. A minha opinião é que o Gunnar perdeu Scarlet por causa do surto que sofreu com a morte de seu irmão, e talvez ela até tenha razão ao recusar casar com o cara de pronto, mas daí a terminar com ele e sinalizar a favor do ex que só rebaixou ela enquanto pôde… Pera lá! Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Errar uma vez é humano e passível, agora a segunda já é pra esfregar a cabeça do nego em grade de ferro num dia de sol! Ela deveria seguir a atual filosofia da protagonista e tentar a sorte com outro cara também (Que não o Will, fique claro: Se ela for traída por outro cara COM outro cara, os roteiristas vão “tá de lero” com a nossa cara…).

2×02 – “Never No More”

No jogo de Juliette, perder não é uma opção.

Um fator curioso sobre a jovem cantora do seriado é o fato dela não ter limites para se punir em pró de uma conquista. Após conversar com o novo dono da gravadora Edgehill e escutar que “o novo rumo de sua carreira não é interessante para a gravadora” e que ela deveria “voltar a escrever canções adolescentes”, Barns estipula a si mesma que esta não é uma opção que pretende seguir. Após muito pensar, chega a conclusão de que uma maneira de aproximar seu público é mostrando-se vulnerável. Daí, decide gravar um especial intimista para CMT mostrando o lugar pobre onde nasceu e foi criada. É difícil saber quando os sentimentos da vocalista realmente vem a tona, como por exemplo naquele encontro com uma antiga vizinha com cara da Roberta Miranda loira: Fui até o fim da cena esperando alguém gritar “corta” e a mulher entregar ter atuado o encontro. Quando Barns pede pra cortar após receber a colcha (Feia que só o diabo) e se emociona, você vê a máscara da personagem parar nos pés da pedante cantora. E, de repente, em todo lugar que ela olhe está o Avery pra dar uma de “brother da Barns” sem querer nada em troca (Mas sabemos que com o Avery NUNCA é assim).  Na noite que o especial é exibido (Aliás, parece que ele foi gravado, editado e exibido no mesmo dia… Só fodem com a minha profissão!), o novo single de Juliette vai ao topo do iTunes e a cantora fica atiçada pra esfregar a novidade na cara do novo chefe da Edgehill, numa festa que ele apresentará os novos artistas da gravadora como uma cantora tirada de um reality show (“Segundo lugar”, Barns enfatiza) de derruba o trono da loirinha em 15 minutos e o recém-roubado da gravado de Rayna, Will-mão-frouxa. Acredito que agora a batalha Bars/James terá uma trégua para que tenha início a Barns/ex-XFator. É esperar pra ver!

Enquanto Barns tenta fazer de seu novo álbum um sucesso, Rayna acredita ter entrado numa boa fase após o acidente, ao ser exaltada pelo novo dono da gravadora que garantiu não fazer nada por suas costas e lhe garantir total apoio. Mas esse “acordo de cavalheiros” não dura nem 40 minutos (HÁ!²) quando vai atrás de Will e pede que ele assine um contrato direto com a Edgehill e deixe reina na… merda (Não tem palavra melhor). Com isso, ela precisa correr atrás uma nova voz para substituir a vaga deixada pelo cara. Só eu pensei que este substituto poderia ser o Gunnar? Fora o DRAMALHÃO FULLTHROTLE que ele a Scarlet serem os únicos contratados pode trazer pra história… Finalizando o episódio pra Rayna, ela conversa com Deacon e Teddy sobre como sua relação com ambos ficará e mantém a postura do episódio passado: TCHAU! Encerra o namoro com Deacon e sugere que Teddy volte pra sua vida sem ela, saindo de sua casa quando puder. É bom ver isso acontecer, mas não sei pq não levo fé que isso vá durar… Vi a promo do terceiro episódio do terceiro episódio e dei de cara com  o Liam. PorRayna: Como isso é virar a página?

RESUMÃO NASHVILLE: Deacon se encontra com a mão lesionada e no auge da rebeldia colocando a venda todas suas guitarras, com exceção da que ganhou de Barns. Após ir a força com Scarlet a médica, ele descobre que fisioterapia é o caminho para obter 80% de sua mão de volta. Inconformado, decide desistir e se contenta em ser um coitado até Scarlet receber um espírito dizer poucas e boas sobre o quão deplorável é a situação atual do cara; Gunnar sai do bloqueio criativo e escreve uma das melhores músicas da série agora, em homenagem a seu irmão. Fica implícito que o porque dele ter saido dessa foi o possível interesse na amiga de Scarlet. Adivinhem: MAIS DRAMA POR AÍ! E para encerrar, Will descobre que um cara costumava catar é o assistente do chefe da gravadora. Após tremer na base e ver sua possível posição “cantor comedor” ir pelo ralo, o cara garante a ele que não dirá uma palavra sobre o passado que eles tiveram. É claro que não vai ficar gratuito assim e, ADIVINHEM? Mais drama.

[SERIES] NASHVILLE :: 1×17/18 – “My Heart Would Know” e “Take These Chains from My Heart”

Nashville

Sobreviver é a palavra de ordem (Para os personagens e para a série).

A resenha hoje começa por alguém que, apesar dos avisos, fez um grande papel de otária com todos ao redor (Mais uma vez): Juliette Barns. O romance da cantora com o pilantra do Dante, é lógico, terminou mal! Ao não dar ouvidos ao toque de Deacon (Sobre ser manipulada pelo cara), ela encerrou a terapia da mãe com ele e o contratou como empresário. Após Jolene encontrar o fdp catando a “corretora” e reportar a filha, Barns apoio o namorado e mandou internar a mãe de novo. Entretanto, ao primeiro sumiço do cara, Juliette percebeu que os comprimidos que ele acusou Jolene de ter tomado não poderiam ser ingeridos pela mesma dado o fato que ela é alérgica a medicação. Isso somado ao fato que o cara sumiu no mundo (Com a “corretora”) com 500 mil dólares da cantora levam a moçoila perceber a cagada que fez ao confiar no cara e ignorar os avisos da mãe e de Deacon. A história dela caminha para uma reconciliação com a mãe e, quem sabe, ter nela um apoio para seguir com a carreira em frente. Por que não contratar Jolene como empresária?

Definitivamente, a vida de Rayna James é agitada: Após se separar do prefeito de Nashville, embarcou para uma turnê conjunta de Barns em Nova  York e, interrompeu-a ao descobrir que o pai sofreu um ataque cardíaco. De volta a Nashville, percebe a resistência de Lamar sobre sua carreira e levanta bandeira branca, por enquanto. Musicalmente, parabeniza Scarlett pelo contrato enquanto aceita o pedido da cantora para uma nova chance a Gunnar na gravadora. Pessoalmente, aceita viajar com Liam para o México mas dá pra trás no último minuto e aparece na posta do Deacon se declarando. Sobre a relação deles, uma coisa é certa: Eles não podem ver o outro feliz com outra pessoa. O quanto isso incomoda eles é explícito e não tem veterinária ou prefeito da cidade que altere esse panorama. Caso a história encerre nesta temporada, a história da protagonista tá bem encaminhada.

O Gunnar se comportar como um idiota fará Scarlett repensar o namoro, escreve isso… A maneira como ele agiu ao saber que a namorada pediu uma nova chance pra ele na gravadora de Rayna foi digna do Avery! Acho uma merda isso acontecer bem agora que o ex da cantora tá de volta a cidade. Aliás, o que foi ela trocando ideia com ele várias vezes na arena? Não duvido que ela dê um pé no Gunnar pra ganhar do Avery um galho novo na cabeça. O cara já mostrou que não tem caráter e ela “se encantou” pelo fato dele voltar a trabalhar numa função simples (Roadie). O que ela não percebe é que a única coisa que o cara conseguiu foi isso, e não um surto de humildade. Outra cena “What The F*ck!?” foi quando o pegador Will beijou O GUNNAR! Porra, sifudê! Tudo aquilo de mulher dando moral pro cara em tudo que é bar que ele se apresenta e é no Gunnar que ele vai encarnar?? Logo que ele entrou na trama, imaginei que ele daria em cima da Scarlett. Definitivamente, não vejo fundamento nesse plot seguir adiante mas veremos o que os roteiristas preparam para este fim de temporada.

O seriado Nashville ruma ao fim de sua primeira temporada como uma série “legal” de assistir. Digo isso porque a mesma ainda não recebeu sinal verde para uma segunda temporada ou a confirmação de um cancelamento questionável e, num todo, é uma daquelas séries que “não engrenou”. É um show que não arrisca e beira roteiro de novela nacional. O elenco é impecável, a produção musical nem se fala, os cenários e locações são fenomenais e os personagens tem personalidade pra ir muito adiante dos diálogos e situações criadas por seus roteiristas. Caso volte para um novo ano, espero que Nashville venha com gás reforçado pra limar essa sensação de que “tá faltando alguma coisa” deixada pela temporada de estréia.

Confira abaixo a promo do 19° episódio:

[SERIES] NASHVILLE :: 1×15/16 – “When You’re Tired of Breaking Other Hearts” e “I Saw The Light”

Nashville

Ainda há esperança para Nashville.

Com certeza, “instabilidade” é a palavra que define os episódios desse show: Numa semana, uma episódio com uma bomba e um ótimo gancho; Na outra, uma história medíocre em que os personagens rodeiam o próprio rabo como se realmente procurassem por algo. A história caminha para um fim de temporada e não de série, isso é fato. Apesar de ser uma das incertezas da ABC, Nashville tem chances de emplacar uma segunda temporada ao menos, para encorajar a sua menina dos olhos protagonista  Connie Britton. Começo a resenha com ela mesma: O maremoto de paparazzis e mídia barata ao redor de Rayna e sua família não tendem a diminuir e, para encerrar com falsos depoimentos, a cantora vai a um programa tipo o da Ellen DeGeneres falar sobre o que tem passado e divulgar a nova turnê com Juliette que desembarca em Nova York.

Acho legal o seriado enfocar na relação familiar de Rayna com suas filhas em meio a esse turbilhão de informações e mudanças de maneira direta na vida de cada. Suas filhas se espelham em Barns por ela ser um modelo jovem bem-sucedido musicalmente (Assim como muitas, na realidade, tem a Taylor Swift como modelo), mas sua mãe que é macaca velha nessa história sabe que, agora que as filhas terão contato com o ídolo, deve mantê-las mais próximas possível e se tornar, de uma vez por todas, seu ídolo em tempo integral. Para tanto, deixa as meninas subirem no palco num ensaio para cantar o hit “Ho Hey” da banda The Lummineers. O que é de cagar quadrado é que suas filhas mandam MUITO bem na versão e todo mundo no local fica embasbacado. Após dar um susto na mãe por se acidentar num pocket-show de Juliette Barns (Vou falar sobre ele), até que a Maddie “pagou bem” com essa representação pra se orgulhar! Por fim, reina conheceu a nova namorada de Deacon e a “aprovou” contra vontade. É o famoso mimimi, né?

O tempo não anda bom pra Juliette: Após demitir seu empresário, decide fazer um pocket-show num lugar pequeno, mas publica no Twitter que quem quiser colar tá convidado(Como se ela não tivesse milhares de seguidores ativos)! Claro que dá merda: O público se espreme muito no empurra-empurra e alguns fãs (Incluso a filha de Rayna) saem feridos. Uma vez mais, a mídia tripudia em cima do fato e a má fama volta a rondar a reputação da cantora. Entretanto, ela passa por cima e se foca na estréia de sua turnê em NY. Ao participar das reuniões de apoio a mãe alcoolatra, ela começa se “centrar” e segurar as explosões que costumavam ser gratuitas.  Fato disso é uma reunião que ela tem em que apresenta uma Juliette “correta” a equipe de marketing que pretende veicular seu produto à sua imagem. Ela ganha o contrato e dá uns cata no psicólogo da mãe. Não sou vidente mas tá claro que a mãe dela vai dar trabalho na Big Apple, uma vez que a filha e o cara não parecem muito preocupados em vistoriar a mulher a cada hora. Se eu estiver certo, vem mais mídia marrom por aí!

O Deacon foi levar o cachorro que ganhou a veterinária e acabou levando a veterinária pra casa. Pouco tempo se passa e eles embarcam um namorando com direito a inclusão da mesma na viagem pra NY. Lá, ela conhece Rayna e pergunta se ela e o guitarrista já tiveram alguma coisa. Ela descobre o que provavelmente não sabia. A última cena deles é com ela deitada na cama enquanto ele chega do show. Provavelmente não vai dar certo se ela seguir firme na postura que foi apresentada no episódio quinze. Mas se for bundona, vai seguir na cagada e levar chifre a torto e a direito do cara. Em qual vocês apostam?

Num surto de consciência, o bosta do Avery dá um pé na Marilyn e seu produtor mega-fodido e volta a Nashville porque “não fazia mais música que o traduzisse”. Sifudê! No início do seriado ele cansou de reclamar que nada dava certo pra ele e na primeira oportunidade de mudança, jogou tudo pra cima e tentou a sorte com as promessas da quarentona. Agora vem bancar o badass e fingir arrependimento? Sai fora que não cola! Legal foi ver o cara tocando na rua por moedas. tem mais que se foder mesmo! Acho que ele, de alguma forma, vai acabar no show das protagonistas (Não sei como). É esperar pra ver.

Por fim, Scarlett e Gunnar tem uma audição para a nova gravadora de Rayna James e, perturbado pela recente perca do irmão, Gunnar não aparece e a loirinha se apresenta sozinha. Algum tempo depois, ele chega em casa breaco, se desculpa e vai pra cima pra marcar gol. Depois de furnicar, o telefone dela toca com uma novidade: Ela ganhou o contrato como cantora solo! Passasse cerca de um mês e ela não conta ao namorado(?) sobre o telefonema e ele descobre ao pegar o contrato dela no correio. De início, ele age como um cuzão pelo fato de não ser chamado também mas depois entende que a oportunidade que apareceu não deve ser dispensada e apoia Scarlett na assinatura do contrato. No décimo sexto episódio, o Luke de “The OC” entrou na trama como um novo vizinho da dupla que logo de cara se deu bem com Gunnar. Provavelmente, ele vai tentar comer a Scarlett e vai dar merda! Na falta de Julie e Marissa, né?

Confira abaixo a promo do décimo sétimo episódio:

[SERIES] NASHVILLE :: 1×13/14 – “There’ll Be No Teardrops Tonight” e “Dear Brother”

Nashville

Entre canções certeiras e personagens de caráter questionável, “Nashville” dá a audiência esperança quanto a uma segunda temporada.

Estes dois episódios deveriam chamar “Rayna Goes WILD” ou algo tipo. Ao descobrir pela filha que levou um par de chifres do marido, a cantora encurrala Teddy pra tirar a história a limpo e contesta a versão de Maddie. É a declaração de um casamento que já acabou a algum tempo. Li alguns colunistas apontarem fortemente o dedo pro, agora, ex-marido dela e achei as acusações bem… feministas (pra não dizer machista. Continua lendo…): O cara traiu a mulher com a Peggy, ok. Mas a mulher também deu suas voltas durante o casamento com o Deacon e o Liam. A única diferença é que o prefeito de Nashville comeu a secretária, porque as insinuações e cantadas rolaram (E foram retribuidas) por ambas as partes. Não dá pra tomar partido. Nesse quesito, os dois estão comprometidos e acabou, não tem melhor nem pior. Isso fica ainda mais evidente depois que a cantora é beijada por Deacon e sobe pro quarto do Liam, tendo uma crise bebassa no banheiro antes do cara “marcar o gol”! Por ser uma pessoa pública, não demora muito a imprensa cair de pau em cima da história vivida por Rayna e Teddy, estampando em suas revistas sensacionalistas matérias com o intuito de queimar o filme da veterana do country. O inesperado apoio do pai à cantora teve pouco apelo e pareceu deslocado diante da relação dos personagens. Aliás, tá aí um personagem que paga de fo*ão mas até agora não alternou rumo nenhum na vida dos personagens (Afinal, o Teddy levou o posto de prefeito por mérito próprio e descartou o cara na primeira oportunidade, chamando seu concorrente Lamar para ocupar o cargo de vice-prefeito da cidade. Well done.). Fica a dúvida: Quantos episódios serão precisos ainda pro casal Rayna/Deacon firmar longe da presença “ameaçadora” de Liam?

Com outros tipos de problema, chega na lanterninha a “concorrente” musical (E pessoal) de James. Atualmente sem empresário, Juliette Barns descobriu que a “nova liberdade” é o que tem procurado a alguns episódios e aproveita o tempo livre pra mandar e desmandar no andamento da turnê. Nesse meio tempo, decide organizar uma festa surpresa pro Deacon. Acredito que esse plot deveria ser o responsável pelo bom nível do episódio, mas acabou por ser um tiro em pé de maratonista! O aniversário ficou perdido pelo episódio, a reação dele com a festa não chegou perto de ser desprezível (Como fora anunciado) e, como toda festa em bar, teve alguém de porre! A bo*ta é que essa pessoa a mãe alcoólica de Barns. Outra história mal amarrada (Mas no caminho de se ajeitar) é essa: Quem, em sã consciência, deixa de participar de uma reunião pra ajudar a mãe que enfrenta uma situação BARRA pra organizar uma festa? Por maior que seja o rancor, alguns fatores devem ser separados e ponto. A história de Jolene parece que melhorará com a aproximação da filha, mas acredito que os roteiristas ainda jogarão situações beirando o ridículo pra ilustrar essa relação que demorou a se resolver.

Uma das coisas que demorou mas aconteceu foi o casal Gunnar e Scarlett: Após passar uma temporada na casa dos dois, o irmão ex-presidiário do cara leva a pior e acaba assassinado debaixo de uma ponte da cidade. Horas antes, Gunnar joga numa ponte a arma que o irmão poderia ter usado pra se defender do ataque. A história é marcada pela cena do cara identificar o corpo do irmão no IML e, ao chegar em casa e contar pra Scarlett o ocorrido, ganhou um beijo e um “vem cá minha nêga” que o episódio não exibiu. Sabe aquele ditado “precisou morrer pra acontecer alguma coisa”? Então. Foi o caso. De antemão vem 0 cu*ão do Avery, que abriu mão dos empresários por acreditar que “não se moldará a indústria para manter a essência”. Só se esquece do fato que quando a mantinha, vivia duro e no rabo de saia da ex. Ele o pai da Rayna poderiam sair do seriado que ó… Não fariam falta. Fora que o cara flertou com a ex do Gunnar (Anos-luz melhor que a Scarlett), antecipando um possível envolvimento. É esperar pra ver.

Confira abaixo a promo do próximo episódio de “Nashville”:

[SERIES] NASHVILLE :: 1×12 – “I’ve Been Down That Road Before”

Nashville

Novos caminhos.

O décimo segundo episódio de “Nashville” foi um dos melhores da temporada. Teve de pancadaria merecida a pegada forte no elevador! Aliás, comecemos por isso: Alguém tinha dúvidas que o adendo de Deacon a turnê de Juliette mexeria com a cabeça de Rayna? O marido dela viu isso tão claro que já lhe picou o chifre na primeira oportunidade… Fidelidade matrimonial nunca foi um ponto alto do show, se parar pra pensar. Fato disso é o beijo que Deacon tasca na ex-parceira de palco depois de ser rotulado de “garganta” pelo empresário de Barns. O sem-noção é que depois cada um vazou pro seu quarto e ficou no zero a zero mesmo! A Rayna bem que tentou “desempatar” ao chamar o cara pra subir na sua suíte, mas ao subir ele deu de cara (Ou seria costas!?) com Teddy que, após passar olho de peróba na cara, bateu à porta da esposa pra dizer que a única coisa que eles tem pra dividir é o divórcio, afinal. Essa é a última cena e acredito que no próximo episódio o Deacon vai faturar!

O cara foi decisivo na história de Barns também, já que lhe aconselhou a fazer artisticamente aquilo que tiver vontade. Ser fiel a seu instinto de artista e, seus fãs de fato, irão segui-la como aconteceu na carreira de Rayna. Sugestão arriscada pra alguém que, por mais que tenha talento, está moldada de maneira exata para a indústria fonográfica. Exemplos reais desse molde são cantores como o The Band Perry ou a aclamada Taylor Swift. Se reinventar, musicalmente falando, é muito difícil e poucos são os artistas que obtém destaque e relevância após a transição. Na minha visão, um exemplo positivo é o Justin Timberlake e um negativo é a Miley Cyrus. Mas de volta ao seriado, Barns decide levar adiante o conselho do novo guitarrista e sobe ao palco daquela mesma noite com uma roupa simples e apresenta uma boa balada que compôs com o cara naquela tarde. É legal ver que a apresentação rouba as atenções de todos na arena (Inclusive Rayna). Logo após, ela é alertada por seu empresário que um colunista de uma revista country tuitou comentários negativos referente a sua apresentação e isso pega a cantora em cheio, questionando-a se realmente é a hora de deixar de ser uma cantora teen. O tempo ruim passa logo que ela conversa com sua assistente, que a faz enxergar o lado positivo da coisa: Algum fã publicou o video da apresentação no YouTube e, em 2 horas, ele já recebera quase 100 mil visualizações, com quantidade de likes proporcionais! Baita lado positivo, Barns! Era a resposta que ela precisava pra concluir que seu público está pronto pra crescer com ela. O empresário dela já passou da hora de pendurar as chuteira e, com certeza, vai passar no RH logo menos, repassando assim o cargo a sua atual assistente.

Na categoria “Soco na Boca do Estômago”, Gunnar leva o crédito! A porrada que o cara deu no Avery após ele sugerir que Scarlett não valia nada por já tê-lo substituído valeu a pena, apesar de ligeira. Toda vez que ele bate na porta da ex é pra transar e ser um c*zão em seguida. Agora que Gunnar dividirá apartamento com Scarlett, esse hábito de Avery terá de mudar. Aliás, esse e o de se vender com sexo pra Marilyn já que, ao retorna a casa da coroa, ele bateu no peito e garantiu que não faria mais esse tipo de coisa com a tia. Será que a carreira do cara que mal começou já chegou ao fim? Vamos ver.

Confira abaixo a promo do próximo episódio de “Nashville”:

[SERIES] NASHVILLE :: 1×10/11 – “I’m Sorry For You, My Friend” e “You Win Again”

Nashville

Nashville: Rumo um cancelamento eminente.

Muitas coisas aconteceram nestes dois episódios de Nashville: As duas protagonistas saíram em turnê conjunta e, como era de se esperar, o sucesso foi proporcional a antipatia de ambas. Por ser “o personagem principal”, a equipe responsável pelos roteiros tendem a ressaltar o lado heroico da Rayna e explorar os defeitos da Juliette. Não sei o quão certo ou errado é isso já que, numa análise geral, elas são mais parecidas que gostariam. Comecemos pela Rayna: Após algumas apresentações, ela voltou para assistir junto a sua família a posse do marido como novo prefeito de Nashville. O cliente entre casal vai de mal a pior e a distância ocasionada pela turnê tem intensificado a idéia de que o divórcio. Isso só reforça após Rayna declarar a Teddy que é pra ele confiar nela ao voltar pra estrada e, no último segundo, o Deacon entrar correndo no jatinho partilhado das cantoras. O que Teddy  não sabe (E nem a esposa, até aquela hora) é que o cara será o novo guitarrista de Barns. Depois de tripudiar em cima de Barns em suas performances com o ex-guitarrista Liam, Rayna terá que engolir seco mais essa!

Sou da opinião que cada um tem o que merece. Não pense pelo lado negativo: Falo abrangente. Se você recebe algo positivo, é por merecimento e se a maré anda baixa, pense no que poderia mudar pra virar o jogo. Afinal, é merecimento. Faça por merecer. Nessa metade de temporada, conhecemos o Judas country sobre o pseudônimo de Juliette Barns. A loirinha acumulou cagadas ao redor destes 11 episódios: Renegou a mãe alcoólatra, foi pega roubando e viu sua carreira despencar pelos dois fatos serem explorados pela mídia. Numa hipótese de retomar uma boa imagem perante os fãs, se relacionou com um quarterback livre de vícios, vindo de família conservadora. Bateu de frente com a futura sogra e casou com o cara as escondidas. Ao ver que a parada era mais séria que imaginara, abandonou o cara no altar e se mandou pra turnê com Rayna (Vestida de noiva e tudo o mais). A cantora tá longe da redenção, mas ao analisar de perto a situação de Deacon após sair da banda de rock, começa a entender um pouco mais sobre as dificuldades de alguém que tenta se ver longe do vício que é o alcoolismo e ao fim do episódio, tem a conversa mais franca que já tivera com sua mãe. De longe, um dos pontos altos da história até aqui. Afinal, a casca grossa não é tão grossa assim.

A vida do oportunista Avery tem andado do jeito que o cara imaginava: Com um carrão na mão, o cara tem comido a tiazinha e mostrando garras que ela não esperava encontrar tão cedo. Ele se apresentou num festival em Nashville e foi na festa para comemorar o sucesso da faixa entre Rayna e Barns. Alguns episódios atrás, apresentaria o cara pra Barns por querer mais é que os dois se fod*ss*m, mas hoje acho que o cara merece continuar com a Marilyn e levar o puxão de tapete da véia mesmo! Ele tá crente que o céu o limite por crer que é um talento absoluto e, sempre que alguém embarca nessa, é obrigado a “desembarcar” mais depressa ainda. Quem vai assistir de camarote é sua ex Scarlett, que assumiu os vocais da banda deixada por Avery e Gunnar, enquanto cogita onde seu irmão foragido estará, somou com sua guitarra uma nova essência ao grupo. Provavelmente, eles crescerão no declive do roqueiro (Lembra o papo do merecimento?). É esperar pra ver se a história dos habitantes da capital country sobreviverão a uma segunda temporada ou se essa história encerrará mais rápido que a carreira do Avery.

Confira abaixo a promo do próximo episódio de “Nashville”:

[SERIES] NASHVILLE :: 1×08 e 09 – “Where He Leads Me” // “Be Careful of Stones That You Throw”

Nashville

Assim como avisa o título, “cuidado com as pedras que atira”.

Vamos de dobradinha de Nashville pra explicar/entender melhor o que aconteceu nos dois últimos episódios do seriado. Comecemos pela protagonista: Ao descobrir os podres do marido logo após o show com Juliette, Rayna e Teddy tem a conversa que deveriam ter anos atrás, onde as cartas do cara estariam na mesa para esposa julgar qual seria a melhor decisão a tomar. Dado o novo panorama, ela decide manter-se firme publicamente em relação ao marido, demonstrando todo apoio que se espera “da mulher do prefeito”. Pessoalmente, o panorama é oposto: A turnê em parceria com Juliette não poderia ser marcada em melhor hora, já que ocasiona sua saída repentina do cenário conturbado que tem vivido em casa (Principalmente depois de Teddy abrir ao público que sua filha mais velha não é dele. (Avisem o Ratinho Deacon). Os melhores diálogos do seriado, sempre, são com Rayna e Juliette em cena (Perdendo algumas vezes para suas conversas “afiadas” com seu pai. Aliás, tô pra ver série que os protagonistas odeiam mais a família que aqui). Agora é esperar pra ver como será a turnê da “rock of ages” com a “noiva em fuga”.

Uma vez mais Juliette Barns prova sua instabilidade (Em qualquer sentido) com as atitudes aqui assistidas: Ao persuadir o salame do Sean de todas as formas, a piriquita’s on fire fala mais alto e faz a cantora pedir o atleta em casamento (A atitude vai também como uma forma de resposta a afronta que a mãe do cara lhe fez, sugerindo que aquela família não teria espaço pra ela). Em seguida, eles fogem pra Vegas, se casam e trepam na limusine horas antes dela gravar o dueto com Rayna. O grande divisor de águas para a concretização da turnê foi o sucesso estrondoso que a parceria delas fez online, lançando-as em altas posições nos charts musicais. O que é legal de assistir é a forma como Rayna toma conta da situação, principalmente quando faz Barns acreditar que tem o jogo na mão. Enfim, com a agenda apertada devido a turnê e seu casamento religioso (Imposto pela família do noivo) se aproximando, ela percebe que não está feliz com a situação e o cara não é… o cara. O que fazer? Abandonar o quarterback no altar definitivamente não é a melhor opção mas é a tomada pela cantora, que segue vestida de noiva para seu jatinho, rumo a turnê que começará no dia seguinte. Não vejo o futuro mas fica claro que essa história está longe de acabar. Watch your back, Barns.

Chegamos ao ponto “sacal” do show: O triângulo Avery x Scarlet x Gunnar. Do Gunnar tem pouca ação e muita cabacisse, já que ele termina com a mina que apoiava ele pra correr atrás da sonsa da Scarlet, que corre do cara após ele se declarar e beijá-la. Sabem como isso termina? COM ELA DANDO PRO AVERY. Porra! Merece ser corna! Depois de trepar com o cara, ela descobre que o roqueiro conseguiu um contrato individual em LA e demitiu seus camaradas de banda. De repente, não menos que do nada, ela retoma a consciência e diz pro cara vazar de vez já que ele “só sabe machucar os outros”. Depois da chifruda “fornecer” uma vez mais, decidiu dar lição de moral… Sifudê. No fim, ela se torna vocalista na banda que costumava ser do ex; O ex grava seu CD enquanto vê online a performance de Scarlet na banda que já foi sua; O trouxa do Gunnar fica esperando Scarlet voltar pra que ela dê um chance pra ele. Esse trio devia montar uma banda circense.

Confira abaixo a promo do décimo episódio de “Nashville”:

[SERIES] NASHVILLE : 1×07 – “Lovesick Blues”

Nashville

Duelo de titãs.

A coisa não anda boa para Teddy: Após ter as falhas financeiras encobertas pelo sogro, é “intimado” por Coleman a abdicar da candidatura a prefeitura de Nashville senão vazará para tablóides fotos do oponente com Peggy. Mais uma vez, o cara pede arrego pro sogro e diz o mesmo, novamente, diz que tomará conta disso quando mostra ao marido de Rayna o arquivo que prova que as drogas encontradas no carro de Coleman eram de fato dele (Quando não verdade, eram da mãe de Juliette que Deacon pegou ao deixá-la na reabilitação). É o núcleo sem-graça da série.

E eu pensei que tinha me livrado do Avery… Isso, além de não acontecer, dá sinais de que o cara ainda dará as caras nos próximos episódios já que a banda do cara se apresentou numa grande casa de shows da cidade e um produtor musical influente demonstrou interesse na banda do c*zão. Ele comentar com o amigo que sentirá falta de Scarlett no show é logo abafado quando Marilyn chega e coloca o cara no lugar dele, sugerindo que se quiser o sucesso terá que continuar comendo ela. Falando em Scarlett: A namorada de Gunnar decide levar a compositora para se divertir em um bar. Lá, ela bebe umas e outras e até canta no palco, arrancando aplausos do público. Entretanto, a festa termina pra ela quando um cara tenta beijá-la e Gunnar chega “com as quatro patas” em cima do cara, mandando-o vazar. O que não me entra na cabeça: Como que a mina do cara, tão melhor em TODOS os aspectos que Scarlett, não percebeu o que está acontecendo e não mandou o cara a merda ainda!? No fim, Scarlett vai bêbada a casa de Avery dizer que sente falta do ex e dá de cara com Marilyn se trocando. Se insistir na história, é porque é otária e merece outro par na testa.

O que Rayna James e Juliette Barns mais temiam, finalmente, aconteceu: Elas terão de se apresentar juntas. Ao descobrir que tocarão num lendário palco country de Nashville e que encerrarão o show num dueto, disparos afiados são lançados entre as duas cantoras que evitaram este “encontro” o máximo possível. Após muito bater a cabeça, a veterana bate a porta de Barns e diz que já que estão nessa situação, a resolverão da maneira mais profissional possível. A grande surpresa vem quando Rayna finaliza a justificativa afirmando que está lá pra escrever a música da apresentação junto com garota problemática. Pensei que daria mais merda nesse encontro, mas me enganei e poucos minutos depois, o dia tinha amanhecido e Rayna tinha entregue para Liam e Deacon a letra da música. Elas se apresentam, a apresentação fica do c*r*lho e o público vai ao delírio! No fim, não se sabe afirmar se essa rivalidade entre as cantoras continuará, já que os diretores da gravadora adiantaram entre si que a música cheirava a hit e deixaram implícito que pretendem lançá-la comercialmente. Assim, “Nashville” apresentou um dos melhores episódios do seriado, sem dúvida.

Confira abaixo a promo do oitavo episódio:

[SERIES] NASHVILLE : 1×06 – “You’re Gonna Leave (Or I’m Gonna Leave You)”

“What happened!? MAGIC.”

Este episódio foi marcado pela mudança de ares para as protagonistas: Juliette conheceu num evento num zoológico o quarterback “bom-moço” Sean Butler. Como a moral da cantora tá em baixa pelo episódio do roubo, sua RP decide armar um encontro entre os dois mais tarde, já que seria positivo para ela ser vista ao lado do cara. No começo, dá tudo errado: Troca de farpas e indiretas de ambos lados são disparadas a cada resposta… até Barns ter a idéia de ir com ele para um clube de Miami, em seu jatinho. O cara declara que não bebe e, conhecendo a porra-louca, dá pra sacar que não vai dar certo. No fim, eles se divertem no clube e a noite só não termina melhor por Sean socar um paparazzi que tentou fotografá-los a todo custo. Sensibilizada pelo gesto do cara, a cantora encontra o fotógrafo e oferece uma grana pro cara lhe entregar as fotos que complicariam a careira de Butler. Ao saber, o quarterback bate à porta de Barns e marca um novo encontro entre eles. No fim das contas, parece que “desacelerar” é exatamente o que o problemático ídolo country precisa e, melhor oportunidade que esta, não há.

Já Rayna James decidiu cair de cabeça no trabalho e saiu em busca de um novo produtor musical para produzir seu próximo álbum. A busca durou pouco pois ela estava decidida a trabalhar com o badalado produtor indie Liam McGuinies, que relutou de inicio por achar que a cantora só cantasse músicas pra tiazonas mas com apenas uma sessão fonográfica (Regada a litros de whisky) o cara percebeu que estava enganado. No estúdio, graças a bebida, Rayna se soltou e deixou a canção tomar conta, produzindo um material que achou incrível. Se o cara produzir o álbum inteiro, tem chances do álbum entrar bem nos charts country (E Rayna entrar bem bêbada na rehab).

Ao que parece, o casal mais sem sal do seriado foi pro espaço: Scarlett e Avery terminaram após o cara ir pra casa de uma empresária que só contrata caras de até 30 anos após o teste do sofá. Alertada por Gunnar, Scarlett foi saber sobre a empresária por Deacon e no fim do dia perguntou a Avery o que tinha acontecido na casa de Marilyn. O cara ensaboa pra falar e no fim diz que fez o que fez por eles, cagando por fim na própria cabeça. A agora ex-namorada do roqueiro vai morar com Deacon e o cara, na hora, volta pra casa de Marilyn “finalizar o serviço”. Espero que com isso, o personagem saia da série.

A campanha política em Nashville esquenta quando as drogas que Deacon pegou da mãe de Juliette são encontradas no carro do concorrente de Teddy. O candidato vai preso e, quando solto,  declara m coletiva que aquilo não é dele pois está limpo a mais de 20 anos e se dispoõe a fazer exames de sangue comprovatórios do que diz. E uma parte do mistério é revelada: As fotos de Teddy com outra mulher foram tiradas a seu pedido, e não do pai de Rayna. Ao conversar com sua esposa, declara não saber o que fazer pois vazar as fotos implicarão no término do casamento de Teddy com Rayna e, ao menos de Rayna ele gosta. Agora é esperar pra ver o destino dessas fotos: Eu aposto em tablóides.

O nível dos episódios de “Nashville” tem crescido numa tendência muito legal de acompanhar. Os boatos de cancelamento que cercam a série me decepcionam porque, após relutar, comecei a gostar da série e sei que a história pra ser melhor desenvolvida com uma segunda temporada. Confira abaixo a promo do sétimo episódio:

[SERIES] NASHVILLE : 1×05 – “Move It On Over”

O que é (e não é) ser amigo.

O melhor episódio de “Nasville” até agora! Com ele, a notícia de que a série ganhou uma temporada completa só me motivou a acompanhar a história de James e Barns. Após consentir com o término da turnê com Rayna, Deacon decidiu f*der com a vida da veterana ao bloquear os direitos de uso de uma canção que ela usaria para uma propaganda publicitária. Claro que dá m*rda e a cantora tenta fazer o cara voltar atrás na decisão, mas o guitarrista parece decidido a deixar pra trás a história que tiveram e se mantém firme na posição… até ser preso! Ao sair do Bluebird, o cara se envolveu numa briga, foi detido e ligou para Rayna acertar sua fiança mas a cantora ignorou a chamada e nem quis saber do que se tratava a ligação. Aqui se faz, aqui se paga!

Sobrou pra Juliette livrar a cara do guitarrista de mais uma noite no xadrex, mas o ato foi em forma de “agradecimento”: Logo no início do episódio, Barns chega em sua mansão e encontra a mãe desmaiada na cama com um cara que nunca viu antes, mais louca que o Batman. Conversando com Deacon, o cara se oferece para conversar com a Sra. Barns e orientá-la a ficar na clínica de reabilitação que se curou. Após uma tensa conversa, ele consegue levar a alcoólatra para a rehab mas lá, ela treme na base e acusa a filha de ser a culpada por ela estar naquele lugar, dando-lhe um tapa no rosto. Nesse momento, a ficha da mãe parece finalmente ter caído e ela entra na reabilitação sem um segundo show. Conhecendo Juliette, foi imprevisível sua reação de permanecer imóvel a agressão e não dar, no mínimo, um hadouken na mãe. Nesses momentos, percebe-se que a personagem não é tão superficial e maquiavélica quanto pretende. Ao fim, ela agradece Deacon pela ajuda, tira o cara da prisão e muda de mansão do dia pra noite.

A dupla Scarlett e Gunnar (P*ta nome feio cara) quase deram um grande passo: Com uma audição marcada para vender suas músicas aos produtores do trio Lady Antebellum, a cantora teve a idéia de chamar o c*zão do seu namorado para acompanhar com a guitarra seu parceiro de crime. Entretanto, o cara roubou a cena dando solos que tiraram a atenção do foco principal: A canção da dupla. Com razão, os dois ficaram furiosos com o roqueiro invejoso e, num bate-boca entre Gunnar e Avery, o segundo disse que só fez o que fez para interromper o clima entre a namorada e o caipira de nome cagado. Se você acompanhou os 5 episódios de “Nashville” tá ligado que o cara é mó oportunista e passará por cima de quem for pra conseguir o sucesso (Mesmo que esse alguém seja a sonsa da Scarlett). Falando nela, a loirinha decidiu falar pra Gunnar que gosta de Avery e para Avery, que não gosta de Gunnar. O que não esperava ouvir é que, assim como ela, Gunnar também está namorando e a namorada do cara passa longe de ser sonsa. Por incrível que pareça é o casal mais legal da história, até aqui. Torço contra o casal Scarlett e Gunnar na mesma intensidade que torço pra Rayna dar um pé nas bolas do Teddy. Só assim pra história acelerar!

O candidato a prefeito de Nashville e marido de Rayna, Teddy, na esperança de salvar sua pele pela fraude bancária que fez no passado, conta o feito para o sogro MAIS mal caráter ainda e o mesmo, claro, diz para ele e a mulher que o ajudou ficarem tranquilos pois a audiência que questionará a m*rda que ele fez será esquecida. No fim, diz que não deixará Teddy tropeçar nos mesmos buracos financeiros que seu pai. Ao fim do episódio vemos Teddy se encontrando com essa mulher que o ajudou e um fotógrafo profissional fotografa os dois, dando a entender que eles tem vínculos além do profissional (Acredito que o cara fotografou a mandato do sogro que, como sempre, almeja ter a cidade nas mãos). Prevendo a trama do seriado, o pai de Rayna tem mais que nunca o genro na mão e com certeza usará essa informação para mandar e desmandar no cara. Se informação é poder, boca a boca é de f*der!

Confira abaixo a promo do próximo episódio de “Nashville”:

[SERIES] NASHVILLE : 1x 04 “We Live In Two Different Worlds”

Nashville’s going DOWN!

A semana não foi boa para a série, seja em audiência, seja em roteiro. Neste quarto episódio acompanhamos a repercussão do furto de Juliette Barns e fica claro, de uma vez por todas, que a loira é problemática mesmo. A relações públicas da cantora diz que ela terá que se retratar em rede nacional diante da ” família americana” e seus fãs para reduzi o estrago que o escorregão possa trazer para sua carreira em ascensão até então. De início e guiada pela teimosia, ela se nega e declara que deixará a história morrer por si própria mas com o cancelamento de sua turnê resultada pela retirada dos patrocinadores (Estes refugados pelo roubo e cobertos de razão afinal, quem quer veicular a imagem a algo negativo aos olhos da sociedade?), sua opinião muda e ela decide dar uma entrevista exclusiva ao programa matinal Good Morning America (O que no Brasil seria um “Hoje Em Dia” produzido pela Globo). É aí que a bosta fede: Ao ser questionada pela apresentadora sobre sua mãe alcoólatra, Barns levanta e abandona a entrevista no meio. Se antes a mídia já tinha o que falar, desenterrar o passado da cantora com certeza será o próximo passo. A tentativa de aproximação da mãe dela é de dar pena, mas só quem passa por essa situação sabe julgar de fato o quanto de dó e de nó deve ser distribuído.

É oficial: Rayna James deu no saco. Essa que tinha tudo pra ser uma protagonista de atitude tem se mostrado, episódio a episódio, um personagem fraco e facilmente esquecível. A trama da cantora neste episódio girou em torno de uma apresentação que fez para a campanha do marido no Country Club e, no backstage, rolou uma briga entre Deacon e Teddy sobre questões mal resolvidas do passado, geradas e alimentadas pelo pai de Rayna (Volto a dizer: O cara manda muito mal em cena. O circo pegando fogo e o velho com cara de “ri mas  não entendi” TODAS as cenas! Quando ele sobe ao palco pra anunciar o show da filha, torci pro Deacon dar-lhe AQUELA voadora. Não rolou, mas eu torci). Falando em Teddy, desvios financeiros não é o único segredo que o provável futuro prefeito de Nashville esconde: Um affair com uma antiga namorada é mais um fator que, se descoberto, destruirá a campanha e o casamento do marido de James. Ao fim, pareceu que Rayna cancelou a turnê que faria com Deacon e disse que “eles terminavam ali”. Porra, a tinha sonha a lá 50 Tons de Cinza com o cara e depois dá uma dessa? Sifudê.

O último núcleo do episódio foi o de Scarlett e Gunnar (Nome feio da porra): Eles conseguem um contrato grande após gravar a demo de “Fade Into You” para Wite White (Puta velho, olha esses nomes…) e passam o episódio inteiro conhecendo um estúdio com vários discos de ouro pendurados na parede. Lá surge o primeiro interesse amoroso de Gunnar depois de Scarlett, pela assistente da produtora do estúdio. O cara vai todo pimpão pra cima, fatura e depois faz graça sobre uma brincadeira envolvendo iogurtes dela (Nada sexual). Apesar de não perceber de fato, Scarlett começa a se ligar que anulou sua vida e sonhos até o momento pra priorizar as vontades do namorado c*zão, Avery. Desde o primeiro episódio dá pra se ligar que o cara é aproveitador e só tá com a cantora… por estar! Se gostasse de fato, ficaria feliz pelo fato das coisas darem certo para pelo menos um dos dois. É claro que o cara vai rodar e, na boa, que seja até o fim dessa temporada. O cara tem caráter tão duvidoso que até alguém tão sonso quanto Scarlett consegue enxergar. Veremos o que a parceria dela e Gunnar trará para a história que, segundo alguns gurus norte-americanos, pode encerrar atividades numa primeira temporada se continuar com a audiência kamikaze que tem apresentado até este quarto episódio.

Confira abaixo a promo do próximo episódio:

[SERIES] NASHVILLE : 1×03 “Someday You Will Call My Name”

O episódio do “mimimi”.

Após um episódio muito bom, “Nashville” tornou a cair em roteiro neste que foi o capítulo mais parado, até agora, da história country. Após se apresentar com Deacon no Bluebird, Rayna ficou perturbada em relação ao que sente pelo guitarrista e se, de fato, é ideal sair numa turnê intimista com o cara. Não é surpresa que o cara baba um ovo federal pela vocalista, mas a mesma traz na bagagem um casamento mirado em holofotes e duas filhas que transformaram a apresentação de escola no ponto alto do episódio, pra você se ligar do quão sem sal foi…. A veterana descobriu através de sua irmã que o principal motivo pelo qual seu pai quer afastá-la de sua carreira musical é porque sua mãe teve um caso durante o casamento com um cantor e abriu mão de viver exclusivamente com o marido para viver com o amante também. Entrega também que, quando morreu, ela ainda estava com ele. Não sou vidente mas tô pra assistir que esse vocalista é o pai biológico da Rayna. Já que o assunto paternidade veio ao post, o pior ator do seriado o Mr. James, pai da Rayna: Puta que pariu, ele sério ou descontraído tá com aquela cara de bosta, querendo rir. O personagem dele deveria ser um J.R. de “Dallas” e não… isso aí. Se fosse o roteirista, matava o cara e escrevia que o pai da protagonista é o finado Johnny Cash. A série podia acabar na primeira temporada que mesmo assim eu teria fãs.

Instável mesmo é o Deacon: Já que a Rayna “não libera”, ele caça como pode. O alvo, claro, é a presa fácil Juliette Barns, que nada faz pra se proteger e se oferece o quanto pode. A instabilidade do cara se deve as incertezas da veterana em relação tour, somado as investidas tentadoras da novata, que pretendia prender o cara com um contrato de exclusividade. Se você bem leu, pretenDIA, já que no momento final o guitarrista recusou mais uma vez a proposta e se manteve fiel a equipe que já trabalha a mais de 20 anos. É claro que a turnê deles vai dar merda.

Por fim, Juliette Barns passou os quase 43 minutos do episódio atormentada por sua mãe drogada, que insistiu em chamar sua atenção de todas as formas: Tentou abordá-la na saída do estúdio, na porta da mansão e, após se meter numa confusão ao chegar em sua cidade natal, é “acolhida” na mansão da filha após recomendação de seu empresário, uma vez que os estragos que ela pode provocar as vistas não são maiores que os que pode provocar longe da fiscalização da equipe de sua filha. A cena final prova de Barns, com a fortuna que tem, é tão problemática quanto a mãe já que é filmada por um grupo de adolescentes roubando esmalte de um supermercado. Provavelmente, o video será divulgado num “TMZ” fictício e causará novos problemas à cantora mais arrogante dos seriados musicais da atualidade. É pagar pra ver!

Confira abaixo a promo do próximo episódio: